misabell

free counters

domenica 11 settembre 2011

Fernando Mendes



Luiz Fernando Mendes Ferreira (Conselheiro Pena, Minas Gerais[1]), mais conhecido como Fernando Mendes, é um cantor e compositor brasileiro.


Biografia
Destacou-se na década de 1970 com a musica Cadeira de Rodas, que vendeu mais de um milhão de cópias e foi executada nas rádios de todo o país.

Entre os prêmios que ganhou, está um disco de ouro e o prêmio Villa Lobos de disco mais vendido de 1979 com a música Você Não Me Ensinou a Te Esquecer, com arranjo de Hugo Bellard.

Fez shows no Brasil e no exterior e participou de variados programas de televisão. Atualmente continua compondo e se apresentando nos palcos brasileiros.

Início da carreira
A carreira de Fernando Mendes começou concomitantemente à de José Augusto, com quem compôs e gravou algumas canções. Seu primeiro sucesso foi gravado em 1973: a música A Desconhecida, de sua autoria, regravada pelo funkeiro Mister Mu, no início dos anos 90.

Além de Cadeira de Rodas e A Desconhecida, primeiros grandes sucessos, e Você Não Me Ensinou a Te Esquecer, Fernando Mendes também teve uma música na novela da TV Globo Duas Vidas de 1976: Sorte Tem Quem Acredita Nela, com arranjo de Hugo Bellard.

Sucesso com Caetano VelosoMas a "volta" de Fernando Mendes ao cenário musical foi a regravação de Você Não Me Ensinou a Te Esquecer, por Caetano Veloso para a trilha sonora do filme "Lisbela e o Prisioneiro". A regravação rendeu uma redescoberta do compositor e cantor mineiro, que teve uma coletânea lançada pela Som Livre.

Em 1974, teve uma música censurada pela ditadura militar chamada Meu Pequeno Amigo, que fazia referência ao caso Carlinhos, um seqüestro de grande repercussão na época e não elucidado até hoje.

Referências1.↑ Jornal O Mossoroense.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Mendes

http://www.fernandomendes.com




http://videos.sapo.ao/Nu9JRwsO436TZmv7UbNs

sabato 10 settembre 2011

Fernanda Takai


Fernanda Barbosa Takai (Serra do Navio, 25 de agosto de 1971) é uma musicista e cronista brasileira. Embora ainda vocalista da banda mineira Pato Fu, Fernanda lançou-se em 2007 uma carreira solo com boa repercussão. Além de cantar, Fernanda toca guitarra, violão e compõe para a banda.


Primeiros anosEmbora nascida no Amapá, Fernanda vive desde os nove anos de idade em Belo Horizonte, onde iniciou sua carreira musical. Desde pequena ouvia música, especialmente rock inglês e pop rock, embora tenha crescido, pela influência da família, com a MPB - um dos motivos que a fez produzir um disco solo em homenagem à Nara Leão.[1] Começou a ler gibis de Maurício de Sousa, depois Monteiro Lobato e Cecília Meireles.[2]

Formação
Fernanda Takai em apresentação, em 2008.Fernanda Takai graduou-se em 1993 em Rádio e Televisão na Universidade Federal de Minas Gerais. Segundo ela, se parasse sua carreira musical, exerceria a profissão.

Carreira musical e não só
Fernanda Takai em 2009.Sua carreira musical começou quando ela entrou para a banda "Data Vênia", onde permaneceu de 1988 até ao fim do grupo em 1992. Na banda "Fernanda e 3 do Povo", assim como em "Data Vênia", não lançou nenhum disco e não alcançou repercussão. Entrou em 1991 para a banda "Sustados por 1 Gesto", que veio a ser o embrião do Pato Fu.

No Pato Fu, Fernanda alcançou popularidade como artista, instrumentista e letrista. O sucesso da banda acabou aparecendo no exterior.

Em 2001, Takai entrou na lista das 10 melhores cantoras do mundo, realizada pela revista Time.[3] A mesma revista realizou uma outra lista com as melhores bandas do planeta, onde o Pato Fu foi inclúido ao lado de outros grupos, como Radiohead, U2 e Portishead.[4] Formada em Comunicação pela UFMG, foi sócia de uma empresa de comunicação visual, a DMJ (esta produziu a capa dos dois primeiros discos da banda).

Fora da música, Fernanda realiza postagens em blog e colabora com crônicas nos jornais Correio Braziliense e O Estado de Minas. Em novembro de 2007 lançou pela Panda Books seu primeiro livro, ''Nunca Subestime uma Mulherzinha'', uma reunião de crônicas e contos publicados nesses jornais. Segundo Takai escreve no livro, “[...] a gente ainda alimenta algumas idéias moldadas por um certo movimento retilíneo uniforme bobo do nosso cérebro. Pra qualquer assunto temos lá nossas considerações a fazer. E um dos seres mais agraciados com opiniões dos outros somos nós, as mulherzinhas. E o pior: também fazemos parte dessa engrenagem e, de certa forma, nos sabotamos sem querer”. Os textos são tidos como confessionais e humorísticos.

A Associação Paulista de Críticos de Arte elegeu o solo Onde Brilhem os Olhos Seus - em que Takai canta músicas do repertório de Nara Leão - como o melhor disco de MPB do ano de 2007.[5] Sua maior característica ao lado do Pato Fu é a mistura entre o som da banda − com utilização de guitarras, efeitos eletrônicos, performances de baladas - e seu timbre de voz suave e bastante característico.

Em 2009, Fernanda gravou o registro ao vivo em DVD da turnê, entitulado de Luz Negra, que ganhou diversos prêmios, incluindo Melhor DVD. Nesse show a cantora foi além do repertório de Nara Leão, interpretando também músicas como Ben, de Michael Jackson, Ordinary World, de Duran Duran, e 5 Discos, de autoria da própria cantora. Com o Pato Fu, Fernanda regravou vários clássicos em 2010 tocados com istrumentos de brinquedo para disco Música de Brinquedo, ganhando grande receptividade do público.

Seu segundo livro foi lançado em 2011, chamado ''A Mulher Que Não Queria Acreditar'', reunindo 40 outros contos que foram originalmente publicados na coluna da escritora no Jornal Estado de Minas. Segundo Fernanda, seus textos são produzidos em seu tempo livre de show da carreira solo ou com o Pato Fu. [6]No mesmo ano, foi convidada para gravar duas canções em português da trilha sonora do filme Winnie The Pooh.



http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernanda_Takai

http://fernandatakai.com.br



http://www.patofu.com.br



Fernanda Takai canta Você Já Me Esqueceu por Veja

venerdì 9 settembre 2011

Fernanda Porto


Fernanda Porto (Serra Negra, 31 de dezembro de 1965) é o nome artístico de Maria Fernanda Dutra Clemente, cantora brasileira que popularizou o estilo Drum 'n' Bossa (mix de D'n'B e Bossa Nova profetizado por Xerxes de Oliveira e Joe S). Seu primeiro álbum vendeu mais de 100 mil cópias no Brasil[1] e fez de Fernanda Porto uma cantora reconhecida internacionalmente. Faz grande sucesso na Europa por ter suas canções entre as mais pedidas nas discotecas européias.

2001 - Cool Steps - Drum'n' bass grooves DJ Patife
2001 - Sambaloco - Espiritual Drum'n'bass vol. 1 DJ Marky, DJ Patife, Vários Intérpretes
2002 - Fernanda Porto
2004 - Giramundo
2006 - Fernanda Porto Ao Vivo (CD + DVD)
2009 - Auto Retrato


http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernanda_Porto


Fernanda Porto - Perdi O Tom por EMI_Music

giovedì 8 settembre 2011

Fernanda Abreu



Fernanda Sampaio de Lacerda Abreu (Rio de Janeiro, 8 de setembro de 1961) é uma cantora e compositora brasileira. Iniciou a carreira como vocal de apoio na banda Blitz, com Evandro Mesquita e, posteriormente, seguiu carreira solo, influenciada pelo samba, Sambalanço, disco music, rap, funk e funk carioca - estilo musical que ajudou a popularizar - e abandonando o pop rock da Blitz. Sua canção mais famosa é “Rio 40 Graus”.

A garota “suíngue sangue bom”, Fernanda Abreu, nasceu em 1961 e foi criada em uma família de classe média alta da zona sul do Rio de Janeiro. Teve infância e adolescência típicas até o início da década de 80, quando entrou como backing vocal para o grupo Blitz.

Em pouco tempo a banda tornou-se o maior fenômeno do pop-rock brasileiro da década, com três discos gravados e turnês pelo Brasil e exterior. Com o fim da Blitz em 1986 começou a investir na carreira solo, tendo aulas de violão e canto e trabalhando em shows e músicas ao lado de Fausto Fawcett, Laufer e Sergio Mekler.

Em 1989, montou uma banda de funk para tocar repertório de disco music, que deu o tom para o primeiro disco solo, “SLA Radical Dance Disco Club”, lançado no ano seguinte.
Com o CD “SLA2 - Be Sample” foi uma das primeiras artistas a divulgar o amplo uso de samplers como recurso de composição. A partir daí, sua carreira decolou, confirmando o sucesso com o CD “Da Lata”, que sem perder o caráter dançante, abandona um pouco a dance music e se concentra mais no funk-soul e em ritmos brasileiros. São desse álbum as músicas “Veneno da Lata”, “Garota Sangue Bom” e “Brasil É o País do Suíngue”.

Após dois anos de pausa, a cantora voltou com o “Raio X – Fernanda Abreu Revista e Ampliada”, fazendo um balanço dos sete anos de sua carreira solo. Em 2000, foi lançado “Entidade Urbana”, em que o funk/rap/samba de Fernanda explora seus limites.
Quatro anos depois, a artista lançou seu primeiro álbum de forma independente. “Na Paz”, como foi intitulado, saiu pelo selo Garota Sangue Bom, de propriedade de Fernanda. O carro-chefe do trabalho foi uma versão para “Eu Vou Torcer”, de Jorge Ben Jor. O repertório também traz “Não Deixe o Samba Morrer”, famosa na voz de Alcione e que destaca toda a versatilidade da carioca.

Fernanda Abreu, que se destaca como legítima representante da alma carioca, em 2006 lançou seu “Ao Vivo MTV”, com CD e o primeiro DVD de sua carreira, que conta com os grandes sucessos e a participação de Herbert Viana.



http://www.lastfm.com.br/music/Fernanda+Abreu/+wiki


http://fernandaabreu.uol.com.br/prehome.htm




Todos estão surdos
Fernanda Abreu
Composição: Roberto Carlos
Desde o começo do mundo
Que o homem sonha com a paz
Ela está dentro dele mesmo
Ele tem a paz e não sabe
É só fechar os olhos
E olhar pra dentro de si mesmo
Tanta gente se esqueceu
Que a verdade não mudou
Quando a paz foi ensinada
Pouca gente escutou
Meu Amigo, volte logo
Venha ensinar meu povo
O amor é importante
Vem dizer tudo de novo

Outro dia, um cabeludo falou:
"Não importam os motivos da guerra
A paz ainda é mais importante."
Esta frase vive nos cabelos encaracolados
Das cucas maravilhosas
Mas se perdeu no labirinto
Dos pensamentos poluídos pela falta de amor.
Muita gente não ouviu porque não quis ouvir
Eles estão surdos!

Tanta gente se esqueceu
Que o amor só traz o bem
Que a covardia é surda
E só ouve o que convém
Mas meu Amigo volte logo
Vem olhar pelo meu povo
O amor é importante
Vem dizer tudo de novo

Um dia o ar se encheu de amor
E em todo o seu esplendor as vozes cantaram.
Seu canto ecoou pelos campos
Subiu as montanhas e chegou ao universo
E uma estrela brilhou mostrando o caminho
"Glória a Deus nas alturas
E paz na Terra aos homens de boa vontade"

Tanta gente se afastou
Do caminho que é de luz
Pouca gente se lembrou
Da mensagem que há na cruz
Mas meu Amigo, volte logo
Venha ensinar meu povo
Que o amor é importante
Vem dizer tudo de novo.


O amor é importante
Muita gente não ouviu por que não quis ouvir
Eles estão surdos Atualizado em 30/07/2011 às 17h13

http://mais.uol.com.br/view/d59ed6yyr67a/todos-estao-surdos--fernanda-abreu---com-a-letra-04028C1C336CE0C11326?types=A

lunedì 5 settembre 2011

Felipe Dylon


Felipe Priolli Dylong (Rio de Janeiro, 23 de Julho de 1987) é um cantor e ator brasileiro.


Filho do surfista, Guitarrista, shaper e diretor do concurso Miss Angola, Luiz Felipe Dylon e da bailarina e atriz, Maria Lúcia Priolli, Felipe herdou os dotes para prática do magic por cartas, porém foi no meio musical em que mais se identificou. Em 1997, aos dez anos formou uma banda com amigos de escolas intitulada "Nerds", que não estavam levando tão à sério essa carreira como Felipe. A partir daí tomou seu próprio rumo, gravou sua primeira demo em 1999, aos 12 anos.

Em 2003, com apenas 15 anos ao assinar contrato com a gravadora EMI Music para o lançamento de seu primeiro álbum, o homônio Felipe Dylon, de onde foram retirados os singles de grande sucesso "Musa do Verão" e "Deixa Disso", vendendo ao todo 120 mil cópias do álbum. Em 2004 lançou seu segundo álbum, Amor de Verão, onde ganhou certificado de platina pelas 170 mil copias vendidas, sendo que no mesmo ano Felipe lançou seu primeiro DVD e álbum ao vivo, intitulado Felipe Dylon - Nas Internas. Dois anos depois, em 2006 o cantor lançou seu terceiro álbum em estúdio, Em Outra Direção, trazendo uma sonoridade diferente dos dois primeiros trabalhos, onde mesclou o pop com reggae[1]

Em 2006 Felipe deu um tempo de sua carreira como cantor para se dedicar a trabalhos como apresentador e ator, sendo que participou do seriado A Diarista, na Rede Globo, com Claudia Rodrigues. No mesmo ano passou a apresentar o programa Top Top MTV, na MTV, durante o verão de 2006. Ainda na MTV, em 2007 participou do especial Família MTV, em que uma câmera o seguia o tempo todo. Em 2008 o cantor participou do filme A Guerra dos Rocha, onde interpretou Bilinho.

realizado pela empresa de fast-food McDonalds no Brasil, em que um dia do ano é reservado para que as vendas do sanduíche Big Mac seja revertido para a casa Ronald McDonald, um hospital que visa atender a crianças com câncer e ajudar em seu tratamento e recuperação[2]. Atualmente namora a atriz Aparecida Petrowky



http://www.felipedylon.com.br


FELIPE DYLON - QUERO VOCÊ from Black Maria on Vimeo.



sabato 3 settembre 2011

Fátima Guedes


Maria de Fatima Guedes nasceu numa terça-feira, dia 6 de maio, na rua Dr. Satamini, Tijuca, no coração do Rio de Janeiro. Foi neste bairro que cursou o primário no Instituto de Educação e na Escola Azevedo Sodré. Mudou-se aos 8 anos para o Rio Comprido onde passou a juventude lendo muito e ouvindo música: clássicos por influência do padrasto, hits românticos por influência da moda, e MPB por influência da mãe, professora de literatura, que a introduziu no mundo das palavras. Foi ela que a presenteou com o LP “Chico Buarque Volume 4”, quando Fatima tinha apenas 11 anos.

Começou a compor aos 15 anos e aos 18 já tinha uma linguagem amadurecida em letras e melodias. Inscreveu-se no festival do Colégio Hélio Alonso, onde estudava, e ganhou os prêmios de melhor composição e melhor letra com a canção “Passional”. No júri do festival estavam, entre outros, Maria Bethânia, o produtor Mariozinho Rocha, o poeta e letrista Paulo César Pinheiro e o jornalista Roberto Moura. Este último foi responsável por apresentar Fatima às pessoas do meio musical da época. Numa reunião na casa do músico João de Aquino, ela conheceu Renato Corrêa, cantor, compositor e na época produtor da gravadora Odeon, que a convidou para gravar seu primeiro disco. Nesse mesmo ano conheceu a cantora Elis Regina que a apresentou em seu especial de fim de ano da TV Bandeirantes.

No início da década de 1990 foi morar em Los Angeles onde fez apresentações em casas de jazz, voltando ao Brasil um ano depois.

Aprimorou seu canto buscando tonalidades mais graves e tornou-se também professora, ministrando aulas e cursos.

Foi gravada por quase todos os grandes nomes da MPB, como Maria Bethânia, Nana Caymmi, Simone, Alcione, Leny Andrade, Beth Carvalho, Ney Matogrosso, Alaide Costa, Jane Duboc, entre outros.

Costuma compor sozinha, mas atualmente seus parceiros vão se tornando cada vez mais numerosos, e entre eles estão artistas como Djavan, Ivan Lins, Joyce, Sueli Costa, Jorge Vercilo e Adriana Calcanhoto.

Amante da natureza, Fatima reside em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro. É casada com o baixista e engenheiro de som Zeca Winicki com quem tem uma filha, Beatriz.

http://www.fatimaguedes.com.br/biografia/biografia.html

http://www.youtube.com/watch?v=sQ1i6xIQhpU&feature=player_embedded


http://www.fatimaguedes.com.br/


Xeque-Mate - Fátima Guedes - Bloco 1 por jacquesnda


venerdì 2 settembre 2011

Fagner


Raimundo Fagner Candido Lopes nasceu no dia 13 de outubro de 1949. É cearense de Orós, filho de Francisca Candido Lopes e José Fares Lopes.

1955 – No dia das Mães, recebe na Ceará Rádio Clube o prêmio de Melhor Intérprete cantando MÃEZINHA QUERIDA.

Grandes nomes da música brasileira como Luiz Gonzaga, Orlando Silva, Nelson Gonçalves são referências em sua carreira.

1968 – Participa do IV Festival de Música Popular do Ceará. Canta NADA SOU (Fagner – Marcus Francisco) e é premiado como Melhor Intérprete do Festival.

1969 – Com a turma do Capela Cristina (grupo de música e arte do Ceará) faz turnê na Argentina.

1970 – Inicia o curso de Arquitetura na UnB (Universidade de Brasília).

1971 – Inscreve três músicas no Festival de Música Jovem promovido pelo Centro Estudantil da Universidade de Brasília – CEUB – onde estuda Arquitetura: 1o. lugar com MUCURIPE (Fagner – Belchior), 6o. lugar com MANERA FRU FRU MANERA(Fagner – Ricardo Bezerra), Prêmio Especial do Júri com CAVALO FERRO (Fagner – Ricardo Bezerra), Melhor Intérprete e Melhor Arranjo.

Após o Festival viaja para o Rio de Janeiro e no mesmo ano muda-se para são Paulo.

1972 – Março: Elis Regina canta MUCURIPE e NOVES FORA (Fagner – Belchior) em seu show É ELIS, no Teatro da Praia, no Rio de Janeiro.

Maio: Elis Regina lança seu disco anual e inclui MUCURIPE.

Junho: no DISCO DE BOLSO 2 (Compacto Simples) do jornal O PASQUIM Fagner canta MUCURIPE acompanhado pelo cantor e compositor Ivan Lins no piano.

Julho: o Quarteto em Cy grava CAVALO FERRO.

Setembro: participa do VII Festival Internacional da Canção com QUATRO GRAUS (Fagner – Dedé Evangelista). A música foi incluída no Compacto Simples e no LP OS GRANDES SUCESSOS DO FIC 72.

Wilson Simonal grava NOVES FORA (Fagner – Belchior)

Novembro: a Philips lança o Compacto Duplo com as músicas FIM DO MUNDO (Fagner – Fausto Nilo), CAVALO FERRO, QUATRO GRAUS e AMÉM, AMÉM (Fagner). O compacto tem as participações de Ivan Lins e Luiz Claudio

Ivan Lins lança seu LP QUEM SOU EU e inclui QUARTO ESCURO, sua composição em parceria com Fagner.

1973 – Lançamento do primeiro LP – MANERA FRU FRU MANERA. Desse disco faz parte CANTEIROS, baseado no poema A MARCHA, de Cecilia Meireles, com música de Fagner e sucesso imediato em todo o Brasil. O LP tem a produção de Roberto Menescal e Fagner, arranjos de Ivan Lins e participações especiais de Nara Leão, Naná Vasconcelos e Bruce Henry.

A Philips lança a trilha sonora do filme JOANA FRANCESA, de Cacá Diegues. A atriz francesa Jeanne Moreau é a protagonista e da trilha consta a música JOANA FRANCESA (Chico Buarque), interpretada por Fagner e Chico.

Fagner se torna um nome respeitado no mercado musical. Seus álbuns lhe rendem sucessivamente discos de ouro (vendas acima de 100 mil cópias) e/ou platina (acima de 500 mil cópias). O LP ROMANCE NO DESERTO, de 1987, alcança mais de 1 milhão de cópias vendidas.

1975 – A crítica de São Paulo elege Fagner o Cantor do Ano.

MUCURIPE é gravada por Roberto Carlos.

Elis Regina grava NOVES FORA.

1976 – O LP RAIMUNDO FAGNER é considerado pela crítica um dos melhores discos do ano.

1979 – No FESTIVAL 79 DA MPB, realizado pela TV Tupi, Fagner interpreta a música vencedora: QUEM ME LEVARÁ SOU EU (Dominguinhos – Manduka).

Divide com Roberto Carlos o Prêmio Playboy de MPB como Melhor Cantor, em eleição promovida pela revista Playboy.

1980 – Divide o Prêmio Playboy de MPB (Melhor Cantor) com Cauby Peixoto.

1981 – Produz e grava na Espanha o LP TRADUZIR-SE – dedicado a Glauber Rocha – com poemas de Ferreira Gullar, Florbela Espanca, García Lorca e Rafael Alberti. O disco tem as participações de famosos intérpretes da música latina: Mercedes Sosa, Manzanita, Joan Manoel Serrat e Camarón de La Isla.

Dentro da série de especiais GRANDES NOMES a TV Globo apresenta RAIMUNDO FAGNER CANDIDO LOPES. A abertura é feita pelo escritor Jorge Amado.

Pela segunda vez Fagner e Cauby Peixoto dividem o Prêmio Playboy de MPB de Melhor Cantor.

1982 – Durante a Copa do Mundo de Futebol na Espanha, Fagner se apresenta com Camarón de La Isla para milhares de pessoas na Plaza de España, em Sevilha.

Inicia na Espanha a produção e gravação de um LP com poemas do famoso poeta espanhol Rafael Alberti dedicados ao amigo Pablo Picasso. As melodias são compostas por Paco de Lucia, Ricardo Pachón e Fagner. A gravação tem participações especiais de Paco de Lucia, no violão e Rafael Alberti, declamando alguns poemas.

1983 – A CBS lança no Brasil o LP HOMENAGEM A PICASSO.

1984 – Lançamento do LP LUIZ GONZAGA E FAGNER, produzido por Fagner.

1986 – Comemorando o quinquagésimo aniversário da morte do poeta espanhol Federico García Lorca a CBS lança mundialmente o LP POETS IN NEW YORK, com a participação de grandes nomes da música internacional. Chico Buarque foi convidado para fazer a versão em português do poema LA AURORA (A aurora). Fagner compõe a melodia e interpreta a música.

1987 – Com a atriz cearense Florinda Bolkan formou o casal de protagonistas da minissérie A RAINHA DA VIDA, da TV Manchete. Foi ainda responsável pela trilha sonora da história de 15 capítulos.

1988 – O sucesso do álbum LUIZ GONZAGA E FAGNER motivou o lançamento do LP GONZAGÃO E FAGNER 2, também produzido por Fagner. Em 2001 a gravadora BMG lança o CD duplo GONZAGÃO E FAGNER, reproduzindo os dois LP’s. Esse trabalho permanece em catálogo até hoje.

1995 – Participa como artista plástico de exposição no Espaço Cultural da Câmara dos Deputados em Brasília.

1998 – Para comemorar 25 anos de carreira grava o CD duplo AMIGOS E CANÇÕES, com participações de Angela Maria, Chico Buarque, Djavan, Emilio Santiago, Fábio Jr, Fafá de Belém, Ivan Lins, Joanna, Luiz Melodia, Milton Nascimento, Nana Caymmi, Ney Matogrosso e Zezé de Camargo & Luciano.

2000 – Lançamento da FUNDAÇÃO SOCIAL RAIMUNDO FAGNER (www.frfagner.com.br). O trabalho social desenvolvido pela Fundação tem recebido vários prêmios, entre eles o Itaú/UNICEF (duas vezes), Cultura Viva (do Ministério da Cultura) e Criança Esperança.

2003 – Lançamento do CD e DVD do projeto RAIMUNDO FAGNER E ZECA BALEIRO.

http://www.fagner.com.br/



A mesma pessoa
Fagner & Fausto Nilo
Do disco "A mesma pessoa"


É difícil acontecer
Tudo aquilo que eu quiser
Eu preciso esquecer
Mas meu coração não quer

Tanto faz
Satanás ou luz do céu
Contradição desta história tão linda amor
Você bem sabe que eu te quero ainda

Foi ali que o sol nasceu
Num sorriso de mulher
Que era triste como eu
E hoje ainda mais me quer

Hoje sim
Amanhã, pode ser
E adormecer nossos beijos na lua amor
Eu já não moro mais na mesma rua

Hoje sim
Amanhã, esquecer
Que eu sou a mesma pessoa
Mas sem você amor, meu mundo cai e a minha vida voa

Hoje sim
Amanhã, pode ser
E adormecer nossos beijos na lua amor
Eu já não moro mais naquela rua

Hoje sim
Amanhã, esquecer
Que eu sou a mesma pessoa
Mas sem você amor, meu mundo cai e a minha vida voa

Que eu sou a mesma pessoa ...
E a minha vida voa ...


http://www.youtube.com/watch?v=by7Lt0XfB7c&feature=player_embedded#!

Fagner - Espumas ao vento. por rochafm1962 no Videolog.tv.



Espumas ao Vento
Acioly Neto
do disco "Terral"


Sei que ai dentro ainda mora
Um pedacinho de mim
Um grande amor não acaba assim
Feito espumas ao vento
Não é coisa de momento
Raiva passageira
mania que dá e passa
Feito brincadeira
O amor deixa marcas que não dá apagar

Sei que errei, tô aqui
Pra te pedir perdão
Cabeça doida, coração na mão
Desejo pegando fogo
Sem saber direito a hora e o que fazer
Eu não encontro a palavra
Só pra te dizer
Ai, se eu fosse você
Eu voltava pra mim de novo

E de uma coisa fique certa,amor
A porta vai estar sempre aberta, amor
O meu olhar vai dar uma festa,amor
Na hora que você chegar