misabell

free counters

lunedì 26 dicembre 2011

Jamelão


José Bispo Clementino dos Santos, mais conhecido como Jamelão (Rio de Janeiro, 12 de maio de 1913 – Rio de Janeiro, 14 de junho de 2008), foi um cantor brasileiro, tradicional intérprete dos sambas-enredo da escola de samba Mangueira.
Nasceu no bairro de São Cristóvão e passou a maior parte da juventude no Engenho Novo, para onde se mudou com seus pais. Lá, começou a trabalhar, para ajudar no sustento da família - seu pai havia se separado de sua mãe. Levado por um amigo músico, conheceu a Estação Primeira de Mangueira e se apaixonou pela escola de samba.

Ganhou o apelido de Jamelão na época em que se apresentava em gafieiras da capital fluminense. Começou ainda jovem, tocando tamborim na bateria da Mangueira e depois se tornou um dos principais intérpretes da escola.

Passou para o cavaquinho e depois conseguiu trabalhos no rádio e em boates. Foi "corista" do cantor Francisco Alves e, numa noite, assumiu o lugar dele para cantar uma música de Herivelto Martins.

A consagração veio como cantor de samba. Sua primeira gravadora foi a Odeon. Depois, trabalhou para a Companhia Brasileira de Discos, Philips e mais tarde para a Continental, onde gravou a maioria de seus álbuns, para a RGE e depois para a Som Livre. Entre seus sucessos, estão "Fechei a Porta" (Sebastião Motta/ Ferreira dos Santos), "Leviana" (Zé Kéti), "Folha Morta" (Ary Barroso), "Não Põe a Mão" (P.S. Mutt/ A. Canegal/ B. Moreira), "Matriz ou Filial" (Lúcio Cardim), "Exaltação à Mangueira" (Enéas Brites/ Aluisio da Costa), "Eu Agora Sou Feliz" (com Mestre Gato), "O Samba É Bom Assim" (Norival Reis/ Helio Nascimento) e "Quem Samba Fica" (com Tião Motorista).

De 1949 até 2006, Jamelão foi intérprete de samba-enredo na Mangueira, sendo voz principal a partir de 1952, quando sucedeu Xangô da Mangueira.[1] Em janeiro de 2001, recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, entregue pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Diabético e hipertenso, Jamelão teve problemas pulmonares e, desde 2006, sofreu dois derrames. Afastado da Mangueira, declarou em entrevista: "Não sei quando volto, mas não estou triste."

Morreu às 4hs do dia 14 de junho de 2008, aos 95 anos, na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em sua cidade natal, por falência múltipla dos órgãos. O enterro foi no Cemitério São Francisco Xavier, no bairro do Caju, no Rio de Janeiro.

[editar] Curiosidades
Jamelão era torcedor do Club de Regatas Vasco da Gama.
Ele se irritava ao ser chamado de "puxador" ao invés de intérprete, pois conforme ele falava em várias entrevistas, "puxador é quem puxa carro ou quem puxa fumo".
No dia do enterro, um carro do corpo de Bombeiros levou o caixão em cortejo fúnebre pela cidade, passando pela Marquês de Sapucaí.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Jamel%C3%A3o_(cantor)





mercoledì 21 dicembre 2011

Jairo Aguiar


Jairo Aguiar (11 de setembro de 1937, João Pessoa, Paraíba, Brasil) é um cantor brasileiro que obteve grande sucesso na década de 1950, gravando inúmeros compactos e LPs. Atualmente, Aguiar vem se apresentando todos os anos no Baile de Carnaval da Cinelândia, Rio de Janeiro, cantando marchas de carnaval e frevos que marcaram época.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Jairo_Aguiar


Iniciou a carreira na década de 1950, cantando na Rádio Clube Pernambuco. Em 1954, participou do concurso "Primeiro Campeonato de Cantores Novos", promovido pela Rádio Nacional e apresentado por César de Alencar. Ficou em primeiro lugar, cantando músicas do repertório de Jorge Goulart e Carlos Galhardo. Assinou um contrato de dois anos com a Rádio Nacional. Participou dos programas de auditório e era presença constante nos programas apresentados por Paulo Gracindo, que foi um de seus grandes incentivadores. Na contracapa de um disco do cantor, escreveu: "Jóia não sai de moda nunca".

Em 1956, foi contratado pela gravadora Copacabana onde estreou com sucesso cantando o samba "Uma noite no Rio", de sua autoria em parceria com Aôr Ribeiro e Mário Mascarenhas. O outro lado do disco trazia a valsa "Sussu", de Joubert de Carvalho. Em 1957 fez sucesso com as gravações do fox balada "Caprichos do amor", parceria com Mário Mascarenhas e da guarânia "Checamba-me", de J. Alea, Jocelino e Nelinho. Em 1958 gravou de sua autoria e Benil Santos o samba "Devoção" e de Assis Valente o samba "Lamento" e da dupla Raul Sampaio e Benil Santos o bolero "Noites cruéis". O samba "Lamento", lhe foi entregue por Assis Valente e foi a última música composta por ele, que iria suicidar-se naquele mesmo ano. No entanto, a gravação não alcançou o sucesso esperado. No ano seguinte registrou o beguine "Veneno", de Poly e Henrique Lobo, a guarânia "Amor de índia", de Augusto Mesquita e Muraro e o bolero "Triste recordação", de Rossini Pacheco, entre outras composições.

Em 1960 gravou de Blecaute a marcha lamento "Lamento do triste adeus" e de Nássara e Jair Amorim o bolero "Minha estrela é você". No ano seguinte registrou o bolero "O despertar da montanha", de Eduardo Souto com letra de Francisco Pimentel. No outro lado do disco, a mesma música foi interpretada pela Orquestra Copacabana. Em 1962, tentando acompanhar os novos rítmos musicais gravou o chachacha "O homem do bombô", de Getúlio Macedo.

Pela gravadora Copacabana lançou 20 discos de 78 rpms, 10 compactos e 12 LPs, perfazendo quase 200 músicas, muitas composições de sua autoria. Seus maiores sucessos foram: "Enxugue as lágrimas", "Serenata de Schubert", "Ainda espero por ti" . Atuou no Teatro de Revista e também em filmes produzidos por Carlos Imperial. Na década de 1960 excursionou pela Argentina e o Uruguai. Ao retornar ao Brasil, passou a cantar em cidades do Norte e Nordeste do país. Voltou ao disco em 1990, lançando "Emoção maior", pela somarj. Em 2001, lançou o CD "Jairo Aguiar reconquista sucessos".


http://www.dicionariompb.com.br/jairo-aguiar/dados-artisticos

http://youtu.be/b8czmyiP4hM

domenica 18 dicembre 2011

Jair Rodrigues





Jair Rodrigues de Oliveira, paulista de Igarapava, nascido aos 06 de Fevereiro de 1939, iniciou sua carreira em 1957, atuando como crooner em casas noturnas do interior de São Paulo.
A partir de 1960, passou a cantar na capital paulista, participando de programas de calouros, entre os quais o "Programa de Cláudio de Luna" (Rádio Cultura), no qual obteve a primeira colocação.
Gravou seu primeiro disco (78 rpm) em 1962, com duas músicas para a Copa do Mundo do mesmo ano: "Brasil sensacional" e "Marechal da vitória", essa última muito executada pela Rádio Record. Lançou em seguida um compacto simples contendo as canções "Balada do homem sem Deus" (Fernando César e Agostinho dos Santos) e "Coincidência" (Venâncio e Corumba).
Seus primeiros LPs foram "Vou de samba com você" e "O samba como ele é", lançados em 1964. Nessa época, atingiu grande popularidade com sua interpretação da música "Deixa isso pra lá" (Alberto Paz e Edson Meneses), marcada pela gesticulação que fazia com a palma da mão. Essa canção, considerada precursora do rap brasileiro por seu refrão "falado", foi regravada em 1999 com a participação do grupo paulistano de rap Camorra.
Em 1965, substituiu Baden Powell no show realizado no Teatro Paramount, em São Paulo. Foi nesta ocasião que cantou pela primeira vez ao lado daquela que seria sua parceira, a estreante Elis Regina, com quem lançou em seguida o LP "Dois na bossa", gravado ao vivo. Devido ao enorme sucesso alcançado pelo disco, formou com a jovem cantora a dupla Jair e Elis, no comando do programa "O fino da bossa", produzido pela TV Record (SP), que teve estréia dia 19 de maio de 1965, marcando definitivamente seu lugar entre as grandes estrelas da MPB.




Nesse ano, registrou um de seus grandes sucessos, "Tristeza" (Niltinho e Haroldo Lobo). A música, gravada anteriormente por Ari Cordovil, obteve grande destaque no carnaval de 1966 na voz do cantor.
Em 1966, gravou o LP "O sorriso do Jair". Participou, nesse ano, do II Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), defendendo a canção "Disparada" (Geraldo Vandré e Teo de Barros), dividindo o primeiro lugar com "A banda" (Chico Buarque), defendida por Nara Leão. Ao lado de Elis lançou mais dois volumes da série "Dois na bossa", em 1966 e 1967, ano em que gravou o LP "Jair".
Em 1968, participou do IV Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), obtendo a terceira colocação do júri popular com a música "A família" (Chico Anysio e Ari Toledo). Também nesse ano, participou da Bienal do Samba (TV Record), em São Paulo, com "O que dá pra rir, dá pra chorar" (Billy Blanco), classificada em quinto lugar no evento vencido por Elis Regina com "Lapinha" (Baden Powell e Paulo César Pinheiro). Ainda em 1968, lançou o LP "Menino rei da alegria".
No ano seguinte, fez o show de entrega dos prêmios Golfinhos de Ouro e Troféus Estácio de Sá, do Museu da Imagem e do Som, na Sala Cecília Meireles, quando atuou ao lado de Clementina de Jesus. Também em 1969, lançou os LPs "Jair de todos os sambas" e "Jair de todos os sambas nº2"
Sua popularidade não se restringiu somente ao Brasil, tendo-se apresentado com freqüência no exterior, em países como Portugal, Alemanha, França, Suíça, Itália, Estados Unidos e Japão. Apresentou-se com Elis Regina e o Zimbo Trio no Cassino Estoril, em Portugal, no Teatro Famoso, na Argentina, e no Cine Ávis, em Angola, entre outros espaços.
Em 1970. Gravou o LP "Talento e bossa de Jair Rodrigues"
No ano seguinte, apresentou-se, ao lado do grupo Os Originais do Samba, no Midem, em Cannes, e lançou o LP "É isso aí". Ainda em 1971, gravou o LP "Festa para um rei negro", contendo o samba-enredo homônimo da escola de samba carioca Acadêmicos do Salgueiro, do compositor Zuzuca (Adil de Paula), um de seus grandes sucessos e um dos mais conhecidos refrões da história do carnaval brasileiro: "Ô lê lê, ô lá lá/ pega no ganzê/ pega no ganzá". Ainda nos anos 1970, gravou os LPs "Com a corda toda" (1972), "Orgulho de um sambista" (1973), "Abra um sorriso novamente" (1974), "Jair Rodrigues dez anos depois" (1974), "Ao vivo no Olympia de Paris" (1975), "Eu sou o samba" ( 1975), "Minha hora e vez" (1976), "Estou com o samba e não abro" (1977), "Pisei chão" (1978), "Antologia da seresta" (1979) e "Couro comendo" (1979). Na década de 1980, lançou os LPs "Estou lhe devendo um sorriso" (1980), "Antologia da seresta nº 2" (1981), "Alegria de um povo" (1981), "Jair Rodrigues de Oliveira" (1982), "Carinhoso" (1983), "Luzes do prazer" (1984), "Jair Rodrigues" (1985) e "Jair Rodrigues" (1988).
Nos anos 1990, gravou o LP "Lamento sertanejo" (1991) e os CDs "Viva meu samba" (1994), "Eu sou... Jair Rodrigues" (1996), "De todas as bossas" (1998) e "500 anos de folia - 100% ao vivo" (1999).
Em 2000, lançou o CD "500 anos de folia vol. 2". Nesse mesmo ano, participou da trilha sonora da novela "O cravo e a rosa" (Rede Globo), interpretando a canção título da novela da TV Globo.
Gravou, em 2002, o CD "Intérprete" e em 2004, o CD "A nova bossa", contendo principalmente regravações do repertório da Bossa Nova, além de "Falso amor/Fake love" (Jair Oliveira). Participaram do disco os músicos Paulinho Dáfilin (guitarras) e Marcelo Maita (piano).
Em 2005, lançou o CD "Alma negra", contendo canções de Paulo Dafilin, Monsueto, Zé da Zilda, Haroldo Lobo, Evaldo Gouveia e Carlos Cola, Martinho da Vila e Hermínio Belo de Carvalho, entre outras. O disco contou com a participação especial da filha Luciana Mello na faixa-título, composição de Lula Barbosa.
Em 2006, foi lançado o DVD "Jair Rodrigues - Programa Ensaio - Brasil 1991", mais um título da série de programas apresentados por Fernando Faro, no qual o cantor, além de longo depoimento, interpreta canções de seu repertório, acompanhado pelos músicos Cesar Barriga (teclados), Luiz Carlos de Paula (surdo), Luiz Carlos Xuxu (cavaquinho) e Jacaré (pandeiro).
Ainda em 2006 foi o Artista homenageado no 4º Prêmio Tim de Música, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Recebe em 2006, indicação ao Prêmio Grammy Latino, na categoria Álbum de samba Brasileiro com o Álbum “Alma Negra”.

http://www.jairrodrigues.com.br


6º Solo | Making of "Mentira" - Participação... por lucianamello



http://caras.uol.com.br/noticia/jair-rodrigues-e-homenageado-no-trofeu-raca-negra-2011#image0



Jair Rodrigues - Disparada - Festival de 1966 por jeffband

giovedì 15 dicembre 2011

Jair Oliveira


Jair Oliveira

Compositor, arranjador, intérprete, músico e ator

Música na Alma! Assim Jair Oliveira define sua relação com esta arte. Multi-instrumentista, compositor, arranjador e intérprete, desde muito cedo percebeu que a música seria mais que entretenimento na sua vida. Filho do cantor Jair Rodrigues, cresceu em um ambiente musical, frequentado por lendas da MPB e sob estas influências, aos 6 anos de idade, deu início a sua trajetória profissional. Seu primeiro trabalho foi cantar “Deus Salvador” no álbum Jair Rodrigues de Oliveira e desde então não parou mais.

Em 1982, Jair participou do Festival de San Remo, na Itália, com a música “Io e Te” - que rendeu um emocionante videoclipe. Logo depois foi convidado para integrar o Balão Mágico - uma das mais conhecidas bandas infantis da época. Com o grupo gravou 3 discos e apresentou o programa matinal, homônimo, exibido pela Rede Globo até 1987.

Ainda na década de 1980 ele voltou à Itália e gravou “La Casa Dei Gioccatolli” - versão italiana para o clássico nacional “A Casa de Brinquedos”.

Com o fim do Balão Mágico Jair participou de alguns projetos infanto-juvenis e gravou um disco, em dupla, com a antiga parceira de Balão, Simony.

Jair Oliveira aos 17 anos ingressou no curso de Jornalismo na Universidade de São Paulo (USP) , mas a paixão pela música falou mais alto e ele foi para os Estados Unidos aperfeiçoar seus conhecimentos na conceituada faculdade Berklee College of Music, de Boston. Durante os 5 anos de estudos esteve em contato com grandes músicos e professores de todo o mundo, formando-se, em 1998, no curso duplo de Produção Musical e Music Business.

Neste mesmo ano voltou ao Brasil e juntamente com os amigos João Baptista ,Dimi Kireeff e Wilson Simoninha montou a S de Samba - produtora que se tornou um importante nome no mercado publicitário. Em 11 anos de atuação eles produziram trilhas para campanhas de grandes empresas, filmes e programas de TV, além de imprimir sua marca em obras fonográficas.

Ao mesmo tempo, durante as tardes de futebol aos sábados na casa de Jair Rodrigues, nascia o Projeto Artistas Reunidos com Jair, Pedro Mariano, Wilson Simoninha, Luciana Mello, Max de Castro e Daniel Carlomagno. Essa turma apresentou-se durante 2 anos em casas noturnas de São Paulo. Este projeto rendeu apresentações em festivais internacionais de música e um disco, lançado pela gravadora Trama - que também surgiu naquela época e entrou no mercado fonográfico com o objetivo de apresentar ao público artistas que não tinham espaço nas multinacionais.

Desde que voltou ao Brasil Jair compôs e/ou produziu diversos trabalhos para grandes e novos nomes da música brasileira como Ed Motta, Ney Matogrosso, Tom Zé, MPB-4, Jair Rodrigues, Vicente Barreto, Luciana Mello, Wilson Simoninha ,Pedro Mariano,Patrícia Coelho, Vanessa Jackson, Sônia Rosa, Uri Caine, entre outros.

Em 1999, ele lançou seu primeiro disco solo intitulado Dis’ritmia. O álbum foi muito bem recebido por público e crítica, tanto no Brasil como no exterior. Em 2002 lançou o CD Outro que traz canções como “Bom Dia, Anjo” e “Falso Amor”. Neste mesmo ano Jair participou do projeto The New Samba Revue com Patrícia Marx, Wilson Simoninha, Mad Zoo e Max de Castro. Eles saíram em turnê pela Europa, fizeram 22 shows em Portugal, França, Alemanha, Holanda, Áustria, Itália, Suíça e Inglaterra.

O disco 3.1,lançado em 2003 e último feito na Trama, contou com parcerias de Tom Zé, Otto, Arnaldo Antunes, Dom Betto, entre outros.

Em 2006, Jair lançou, pela S de Samba, o álbum Simples. O disco tem entre suas faixas as músicas “Tiro Onda”- tema do personagem Foguinho da novela Cobras e Lagartos da Rede Globo - e “Eu Também Tive um Sonho” - tema do filme Os Desafinados de Walter Lima Jr, do qual Jair participa como ator – ele interpreta o baixista Geraldo. Nas telonas ele também participou de Caminho dos Sonhos, de Lucas Amberg.

No começo de 2008 foi lançado seu primeiro DVD Simples ao Vivo. Gravado no palco do Citibank Hall, em São Paulo. O repertório é composto por canções do álbum homônimo e também por outros sucessos do cantor.

No segundo semestre de 2009 Jair Oliveira e sua esposa, Tânia Khalill, lançaram Grandes Pequeninos - Livro/CD composto por 12 canções e repleto de participações especiais de músicos e artistas que tiveram filhos ou se tornaram avós há pouco tempo: Jair Rodrigues, Wilson Simoninha, Max de Castro, Luciana Mello, Vanessa Jackson, Seu Jorge,Maria Paula, Pedro Mariano, João Suplicy e André Moraes.

Este disco é literalmente uma trilha sonora feita para crianças entre 0 e 4 anos, tem a música do banho, da amamentação, da hora de brincar, de ficar com os avós, de dormir, de passear, entre outras.
Jair, pai de primeira viagem, compôs todas as canções do CD durante suas funções paternais, boa parte das composições foram feitas de modo espontâneo, na tentativa de confortar Isabela, sua filha. Este projeto foi indicado ao Grammy Latino 2009 na categoria Melhor Álbum Infantil.

Ainda em 2009 Jair fez duas turnês internacionais, uma pelos Estados Unidos e outra pela Europa.

Em janeiro de 2010 Jair Oliveira lança com sua irmã, Luciana Mello, o DVD o Samba me Cantou, gravado em fevereiro de 2009 no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. O show contou com participações especiais de Cláudio Lins, Anna Luisa, Mariene de Castro, Skowa e Jair Rodrigues. O repertório é composto por clássicos do gênero como “Coração Leviano”, “Tristeza pé no chão”, “Orgulho de um sambista”, “Casa de Bamba” e também por novas composições.

Aos 34 anos de idade Jair Oliveira já é reconhecido por muitos como um dos principais produtores e compositores de sua geração. Ele está finalizando seu novo álbum e pretende lançá-lo até Maio/2010.

Bom Dia, Anjo 2011 - Jair Oliveira e Tabatha Fher por jairoliveira no Videolog.tv.






http://www.jairoliveira.com.br/sambazz/biografia.php

http://www.jairoliveira.com.br/sambazz/video_anjo.php

mercoledì 14 dicembre 2011

Ivo Pessoa


Ivo Marcelo Menezes Pessoa (Londrina, 16 de janeiro de 1969) é um cantor brasileiro. Ex participante do programa Fama (Rede Globo). Não venceu o programa, mas ficou famoso porque a música Uma vez mais foi trilha da novela Alma Gêmea, de Walcyr Carrasco e tocou em várias rádios. A música Além do olhar foi tema de abertura do remake de O Profeta.

Outras novelas também tiveram em sua trilha músicas interpretadas por Ivo Pessoa, como "Outra Vez" na trilha de Cobras & Lagartos, "Teletema" na trilha de Sete Pecados, e "Deusa da Minha Rua" na novela Desejo Proibido.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Ivo_Pessoa


http://www.ivopessoa.com.br



lunedì 12 dicembre 2011

Ivete Sangalo



Ivete Maria Dias de Sangalo (Juazeiro, 27 de maio de 1972)[1] é uma cantora e compositora brasileira. Alcançou sucesso ainda como vocalista da Banda Eva, vendendo mais de 3,78 milhões de discos, e chegando a fazer cerca de trinta shows por mês. Em sua carreira solo, já vendeu mais de 14 milhões de cópias e se transformou em um dos maiores Ícones da música brasileira.[2][3]

Em sua carreira já ganhou o Grammy Latino de 'melhor álbum brasileiro de raízes/música regional', e é recordista do Prêmio Multishow, contabilizando 9,[4] e ganhadora de três prêmios da 3° Open Web Awards.[4]

Em 1999, chegou às lojas o álbum Ivete Sangalo, gerando um disco de ouro, primeiro da carreira solo da cantora, com vendagem de mais de 100 mil cópias. Desse álbum, foi extraído o single "Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim", canção romântica que alavancou sua carreira. Com o passar do anos, Sangalo lançou vários álbuns, gerando grandes singles como "A Lua Que Eu Te Dei", "Festa", "Sorte Grande", "Flor do Reggae", "Abalou", "Quando a Chuva Passar", "Berimbau Metalizado", "Não Precisa Mudar","Deixo", "Cadê Dalila", "Agora Eu Já Sei", "Na Base do Beijo", "Acelera Aê" entre outros.

Em 5 de junho de 2009, Sangalo lança décimo álbum de estúdio, em parceria com o canal Multishow, Pode Entrar: Multishow Registro. O álbum gerou os singles "Cadê Dalila?", música do carnaval de 2009, "Quanto Ao Tempo, em parceria com Carlinhos Brown e "Na Base do Beijo", canção para o carnaval de 2010. Ainda esse ano, a produtora da cantora, Caco de Telha, traz a turnê I Am... Tour, de Beyoncé ao Brasil. Além disso, Ivete Sangalo em sua coletiva de imprensa para o carnaval 2010, anunciou que em 4 de setembro de 2010, Foi gravado no Madison Square Garden, em Nova Iorque, o 4º DVD da carreira da cantora, em um show que contou com as presenças de Nelly Furtado, Diego Torres, Juanes,[5] Seu Jorge, o astro britânico James Morrison[6] e da dupla Wisin & Yandel

Em 2008, a cantora ganhou o status de "Maior vendedora de DVDs do mundo em 2007", ao atingir a incomparável marca de 604 mil cópias vendidas com seu DVD ao vivo no Maracanã. Ela deixou para trás bandas como Nirvana, que vendeu cerca de 174 mil cópias com o DVD Unplugged in New York. Ivete é conhecida internacionalmente, já fez shows em Portugal, Angola, Espanha e Estados Unidos.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Ivete_Sangalo



http://www.ivetesangalo.com/biografia




Ivete Sangalo para seguidores do Twitter por Veja

sabato 10 dicembre 2011

Ivan Lins


Ivan Lins é músico completo, grande compositor conhecido pelos diversos Grammys que recebeu, pelas inúmeras gravações de sua obra pelo mundo, por sua harmonia diferenciada, pelos arranjos refinados e ao mesmo tempo fáceis de gostar. Sendo o artista brasileiro vivo mais gravado no exterior, o compositor começou a tocar piano aos dezoito anos e foi muito influenciado pela música que ouviu em sua infância nos Estados Unidos, pelo jazz e bossa nova.

O compositor já mostrava nesta época uma construção harmônica diferenciada em sua obra, com rearmonizacões e encadeamentos incomuns na música brasileira, uma das características que faria com que Ivan Lins se tornasse tão respeitado entre músicos do mundo inteiro.

Teve inúmeros sucessos como cantor e como compositor como é o caso de “Abre Alas”, “Somos Todos Iguais Essa Noite”, “Começar de Novo”, gravada por Simone e tocada como tema de abertura do famoso seriado “Malu Mulher”, que veio a ser um marco na MPB, dentre outros. A música “Começar de Novo” reflete bem a postura artística da dupla Ivan Lins e Vitor Martins: música e melodia muito bem elaboradas, características que despertaram grande interesse nos intérpretes do exterior (como é o caso de Sarah Vaughan), a canção traz em sua letra original um lindo poema que pode ser entendido como um recomeço amoroso e pessoal de alguém que passou por muitos infortúnios numa relação. A letra, que não traz definição de gênero (não fala nem no feminino nem no masculino), na verdade era uma profunda e muito criativa crítica à ditadura militar, com menções inclusive ao presidente Figueiredo, mas elaborada de maneira que a ambigüidade não prejudica nem a crítica política e nem o sentido amoroso da canção, além de ter conseguido driblar a terrível censura que sofriam os artistas da época. A realidade política influencia decididamente sua carreira nos anos 70 e sua postura extremamente ética e idealista dali para frente. Nesta época lança quatro álbuns marcantes e complementares entre si: “Somos Todos Iguais Esta Noite”, “Nos Dias de Hoje”, “A Noite” e “Novo Tempo”.

Ivan Lins lançou inúmeros discos, muitos deles de grande repercussão. Sempre ligado às questões contemporâneas de cada época, sua obra se renova e traz sempre novos valores musicais e ideais agregados, sem nunca perder a linguagem do compositor e sua originalidade.
A partir da segunda metade dos anos 80 passa a enfatizar bastante sua carreira internacional, principalmente nos EUA onde foi e é gravado por grandes artistas como Sarah Vaughan, Quincy Jones, Ella Fitzgerald, Carmen McRae, Barbara Streisand entre muitos outros. No Brasil também foi e é constantemente gravado por muitos dos grandes nomes de nossa canção, como Elis Regina, Simone, Quarteto em Cy, Gal Costa, Emílio Santiago, Djavan, Gonzaguinha entre tantos.

Em 1991 funda a gravadora Velas com seu amigo e parceiro Vitor Martins. Gravadora totalmente independente e nacional, a Velas marcou a história da discografia nacional ao lançar artistas e discos fundamentais da nossa música como os dos estreantes Guinga, Chico Cesar e Lenine e nomes consagrados como Edu Lobo, Fatima Guedes, Zizi Possi entre tantos outros.

Eclético em sua atuação musical, Lins também compôs trilhas para o cinema, dentre os quais se destacam os filmes “Dois Córregos” e “Bens Confiscados” de Carlos Reichenbach, tendo ganhado o prêmio de “Melhor Trilha Sonora” no III Festival Luso-Brasileiro Santa Maria da Feira. Compôs também diversas trilhas e temas para novelas e seriados.
Nos últimos anos destacam-se o CD “Da Cor do Pôr do Sol” (2000) onde grava novas parcerias com Caetano Veloso, Dudu Falcão, Lêda Selma, Celso Viáfora – com quem viria depois a gravar um CD em parceria – Moacyr Luz, Aldir Blanc, Caetano Veloso e outros, sob a produção de Guto Graça Mello e com excepcionais arranjos de cordas de Gilson Peranzzetta e Gil Jardim. Em 2001 grava “Jobiniando”, um disco em homenagem a Tom Jobim com novas harmonias para grandes temas do maestro e com novas composições que demonstram a relação do cantor com o universo de Jobim.

Em 2005 lança o CD e DVD “Cantando Histórias” onde resgata grandes sucessos de sua carreira com novos arranjos e com a participação de diversos convidados como Simone, Jorge Vercilo e Zizi Possi. Em 2006 grava o CD Acariocando. Em 2007 é a vez do CD e DVD “Saudades de Casa” gravado como num ensaio aberto dentro do Estúdio Mega no Rio de Janeiro. Neste projeto o compositor contou com a participação de diversos convidados que fazem parte de sua vida, dentre os quais seu filho, o ator e cantor Claudio Lins, os seus afilhados Daniel Gonzaga, Luiz Ribeiro e Pedro Altério, além de parceiros e instrumentistas. Já gravando com a formação atual de sua banda, formada pelos excelentes músicos Téo Lima (bateria), Nema Antunes (baixo), Leo Amuedo (guitarra), Marco Brito (teclados) e Marcelo Martins (sax), Ivan traz neste trabalho uma sonoridade mais “jazzística”, com uma base instrumental mais contemporânea e maior presença de improvisos e solos instrumentais.

Em 2009 ganha mais um Grammy Latino com seu disco “Ivan Lins & The Metropole Orchestra”, gravado com esta excelente orquestra holandesa e com arranjos e regência do maestro Vince Mendoza, grande nome da música mundial, tendo como convidados o guitarrista uruguaio Leo Amuedo, a cantora Trijntje Oosterhuis, o saxofonista Stefano Di Batista e o cantor português Paulo de Carvalho.

Em 2010 lança o CD Perfil pela Som Livre, com alguns de seus maiores sucessos, e o CD Íntimo (Intimate), com produção de Ruud Jacobs e Rob van Weelde, gravado na Holanda, com participações internacionais como Take 6, Jorge Drexler, Till Brönner, Alejandro Sanz, Jane Monheit e outros. Com turnê pela Europa programada para o primeiro e segundo semestre, os shows no Brasil acontecerão no final do ano.

Seus projetos futuros incluem a gravação de um CD de Jazz com o arranjador Jay Ashby nos EUA, a gravação de um CD em parceria com o compositor Rafael Altério sobre temática caipira e a música de raiz dentre outros.

Formado em Engenharia Química, inicia sua carreira musical no final dos anos 60 tendo sua canção “O Amor é o Meu País” classificada em segundo lugar no “V festival Internacional da Canção”. Seu primeiro grande sucesso foi “Madalena”, parceria com Ronaldo Monteiro, gravada por Elis Regina, que viria a ser intérprete de várias das suas canções.

Contratado pela gravadora Formal/Phillips gravou seus três primeiros discos: “Agora”, “Deixa o Trem Seguir” e “Quem Sou Eu?”, onde vemos presentes influências do rock, da bossa nova, do jazz e também dá música do Clube da Esquina. Neste período compõe com seu parceiro, o letrista Ronaldo Monteiro. Depois, a partir do lançamento do LP “Modo Livre”, pela RCA, passa a ter no grande letrista e poeta Vitor Martins seu mais constante e forte parceiro. Lança em seguida o LP “Chama Acesa”.



http://ivanlins.com.br/site




Diogo Nogueira/Ivan Lins - Lembra De Mim (Live) por EMI_Music