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sabato 21 aprile 2012

Joyce

..Uma das maiores cantoras de todos os tempos!... Como se não bastasse, Joyce é
grande compositora e toca todo aquele violão! Eta mulhézinha danada!"
Antonio Carlos Jobim,1987.
“Joyce é um tesouro brasileiro”
Revista Downbeat, EUA, 2010.
Nascida no Rio de Janeiro, a cantora, compositora, arranjadora e instrumentista,
JOYCE MORENO tem em sua bagagem uma extensa discografia e cerca de 400
gravações de músicas suas por alguns dos maiores nomes da música popular brasileira,
como Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethania, Milton Nascimento, Ney Matogrosso,
Edu Lobo, Emilio Santiago, Boca Livre, Nana Caymmi, Zizi Possi, Elizeth Cardoso,
Simone, Leny Andrade, Monica Salmaso e muitos outros. Na área internacional, tem
sido gravada por nomes de peso como Annie Lennox, Wallace Roney, Omara Portuondo,
David Sanchez, Jon Lucien, Claus Ogerman, Gerry Mulligan, Till Brönner, Flora Purim e
outros mais. Composições suas têm sido utilizadas em trilhas sonoras de filmes (como "O
Jogador", de Robert Altman, e “Legalmente Loira”), animações (participou da trilha do
anime japones “Wolf’s Rain” em parceria com a compositora japonesa Yoko Kanno),
em programas de TV e em espetáculos teatrais. Sua marca registrada foi, desde o início
da carreira, a linguagem feminina na 1ª pessoa, no que foi pioneira: foi a primeira
compositora brasileira a se expressar desta forma na história da MPB, abrindo caminho
para um sem-número de outras criadoras que viriam depois.
Recebeu 4 indicações ao Grammy Latino e tem até o momento 33 CDs e 2 DVDs
individuais, além de compilacões e participações. Atualmente, seu trabalho segue
também trilha internacional, com turnês mundiais a cada ano e gravações de novos discos
em diferentes países, sem perder nunca sua identidade brasileira-feminina. Apresenta-se
anualmente no circuito Blue Note no Japão e em festivais de jazz e em turnês na Europa,
Estados Unidos e Canadá.
MULTIMIDIA:

No ano de 1997, iniciou também uma nova fase em seu trabalho, com o lançamento de
seu 1º livro de crônicas, Fotografei Você na Minha Rolleyflex, uma memória sobre os
bastidores da MPB do início de sua carreira, pela editora MultiMais. Escreveu também
uma coluna semanal no jornal carioca "O Dia", de 1998 a 2000.
Entre 1999 e 2002, realiza um projeto seu para TV, a série "Cantos do Rio", que mostra a
MPB e seus criadores pelo Rio de Janeiro. Em 2010/2011 cria e apresenta outra série para
a MultiRio, ‘No Compasso da História’, a História do Brasil contada através da MPB, em
15 documentário
http://www.joycemoreno.com

http://www.youtube.com/watch?v=UD_zA3R_Y8c


http://www.youtube.com/watch?v=bbtdi4ZTi6U&feature=related


venerdì 20 aprile 2012

Jovelina Pérola Negra


Jovelina Pérola Negra (Rio de Janeiro, 21 de julho de 1944 — Rio de Janeiro, 2 de novembro de 1998) foi uma cantora brasileira.

Foi uma das grandes damas do samba e do pagode. Voz rouca, forte, amarfanhada, de tom popular e força batente. Herdeira do estilo de Clementina de Jesus, foi, como ela, empregada doméstica antes de fazer sucesso no mundo artístico.

Nascida em Botafogo (zona sul do Rio de Janeiro), Jovelina Pérola Negra logo fincou pé na Baixada Fluminense, em Belford Roxo. Apareceu para o grande público ao participar do histórico disco "Raça Brasileira", em 1985. Pastora do Império Serrano, ajudou a consolidar o que é chamado hoje de pagode. Gravou cinco discos individuais conquistando um Disco de Platina. Atualmente são encontradas apenas as coletâneas com os grandes sucessos como "Feirinha da Pavuna", "Bagaço da Laranja" (gravada com Zeca Pagodinho), "Luz do Repente", "No Mesmo Manto" e "Garota Zona Sul", entre outros. O sucesso chegou tardiamente e ela não realizou o sonho de "ganhar muito dinheiro e dar aos filhos tudo o que não teve".

Morreu de enfarte aos 54 anos, no bairro do Pechincha.

O estilo muito pessoal conquistou muitos fãs no meio artístico, levando até mesmo Maria Bethânia a uma apresentação no Terreirão do Samba, na Praça Onze de Junho, de onde a diva da música popular brasileira só saiu depois de ouvir "dona Jove versar". Alcione já homenageou a "Pérola Negra" em um de seus melhores discos, "Profissão Cantora". Enquanto o samba e o verdadeiro partido-alto existirem, Jovelina sempre será lembrada pela voz potente e a ginga própria da raça negra - assim como Clementina de Jesus.


http://www.youtube.com/watch?v=BNUIrNV8FkA&feature=related

giovedì 19 aprile 2012

José Roberto


José Roberto é um cantor brasileiro, iniciou a carreira em 1967, ano em que saiu de Salvador, sua terra natal. Com gravações pouco expressivas dessa época, somente no início da década de 70, é que o cantor ganha popularidade nacional com hit de 71, “Resolvi Não Te Deixar”, de Sérgio Reis.

Bem ao estilo Jovem Guarda, a gravação pode confundir alguns pela semelhança com a voz e o estilo de Jerry Adriani. Ainda em 71, José Roberto emplacou outro sucesso, uma composição do “Rei” do Iê-iê-iê, que agradaria ao público e reforçaria a sua popularidade, “Tenho Um Amor Melhor Que o Seu”, de Roberto Carlos, provava o efeito (estilo) e a força, que a jovem guarda manteria nos primeiros anos da década de 70. A letra da música mantinha o romantismo e os acordes característicos que havia marcado a última metade da década de 60.

Fez sucesso com a música Lágrimas nos olhos. Com quase quarenta anos de carreira, lançou 27 trabalhos, entre LPs e CDs. Em Portugal, teve quatro compactos duplos que foram lançados na época da Jovem Guarda.
Pela vendagem dos discos, recebeu vários prêmios e troféus importantes do cenário artístico brasileiro. Participou de vários programas de televisão no eixo Rio-São Paulo. Além disso, foi muito aplaudido em shows realizados na Colômbia e no Paraguai. José Roberto mora no Rio de Janeiro e continua cantando. Na sua carreira, gravou 27 discos e fez shows por todo o Brasil e em países da América Latina.

http://www.letras.com.br/biografia/jose-roberto


http://www.youtube.com/watch?v=g_wuIKdKSQI


http://www.youtube.com/watch?v=K0GFxvBPbzM&feature=relmfu


http://www.jovemguarda.com.br/discografia-jose-roberto.php

mercoledì 18 aprile 2012

José Ricardo


José Ricardo - nome artístico de José Alves Tobias (Rio de Janeiro, 6 de março de 1939 - 11 de maio de 1999), foi um cantor brasileiro, integrante da chamada Jovem Guarda, destacou-se ainda pela ajuda aos velhos artistas.
Cantor. Compositor. Nascido no bairro da Tijuca, mudou-se aos dez anos de idade para o IAPI - Penha, onde o pai, Sr. Philemon, recebera por sorteio um apartamento financiado. Iniciou sua carreira artística ainda criança, apresentando-se no programa "Ritmos da Polícia Militar", na Rádio Guanabara. Sua avó materna, italiana, estimulava sua vocação. Posteriormente, apresentou-se em programa de calouros comandado por Isaac Zaltman, na Rádio Mauá. Começou a cantar na Rádio Guanabara, logo se apresentando em outras emissoras.

Sua primeira gravação aconteceu num teste na RCA Victor, onde cantou um sucesso de Altemar Dutra - "Tudo de Mim" - em setembro de 1963.Neste ano, recebeu da Revista do Rádio o prêmio de "Revelação do ano". Contratado pela RCA Victor, gravou em 1964, um compacto simples com a canção "Eu que amo somente a ti", versão de Aldacir Louro para a canção italiana "Io che amo solo te", de Sérgio Endrigo. A gravação foi hit em programas de Rádio como "Grande parada Pastilhas Valda", apresentado por César de Alencar na Rádio Nacional. Em 16 de fevereiro de 1965, foi lançado o LP "Eu que Amo Somente a Ti". Participou do LP "Rio de Janeiro 400 anos", interpretando "Terra carioca" e "Rio de Janeiro". Com o sucesso, participou de diversos programas no rádio e TV, apresentando-se por todo o país.

Na década de 1960, o programa "Encontro com os brotos", apresentado por José Messias na Rádio Guanabara, permitiu-lhe ser um dos precursores da Jovem Guarda que, na mesma época a partir do programa da TV, começava a estourar em São Paulo. Seu nome eternizou-se na música ´Festa de Arromba´ e a carreira seguiu. Realizou centenas de gravações em mais de 60 compactos simples/duplos, LPs, CDs, coletâneas e regravações.

De voz possante, não limitou-se ao repertório romântico da Jovem Guarda, realizando diversas gravações para meio de ano e Carnaval. Realizou várias temporadas no exterior. Gravou disco em espanhol e foi homenageado pelo presidente de Portugal. A partir de 1991, lutou pela criação dos bailes populares da Cinelândia, buscando a revitalização do Carnaval Carioca. O projeto abriu novo campo de trabalho para inúmeros artistas e é realizado até hoje. No Reveillon de 1998/1999, fez, na Praia de Copacabana, seu último grande show.

Além da atuação artística, sempre lutou para ajudar artistas em dificuldade. Foram vários colegas que auxiliou com sua personalidade solidária. A partir dos anos 1980, assumiu, como membros de sua família, as Irmãs Batista (Linda, Odete e Dircinha). [1]

Faleceu pouco depois de completar 60 anos de idade, vitimado por um câncer. Foi velado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro e, quando o carro do Corpo de Bombeiros deixava a Cinelândia, foi acompanhado por uma pequena multidão que o aplaudia.

Por sua história e lição de vida, em 2000, foi homenageado com seu nome sendo dado à FUNJOR - Fundação Sócio-Cultural José Ricardo (www.funjor.org.br).


http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Ricardo


http://www.youtube.com/watch?v=n0J0BLJxxG4

domenica 1 aprile 2012

José Augusto


Década de 70



Ao lançar seu primeiro disco em 1973, José Augusto faz sucesso com as músicas "De Que Vale Ter Tudo Na Vida" e "Eu Quero Apenas Carinho" dois hits que permanecem até hoje na memória dos seus fãs. Logo em ele lançou a sua carreira internacional com a música "Luzes da Ribalta" (Candilejas), aonde se consagrou com prêmios e sucessos alcançando a incrível marca de cinco Milhões de produtos vendidos, no México, Espanha, Argentina, Peru, Colômbia, Costa Rica, Equador, Venezuela e grande parte latina dos Estados Unidos.



Década de 80



Mesmo se dedicado ao mercado latino, Augusto continuou lançando discos no Brasil e compondo para vários artistas; Alcione, Simone, Chitãozinho e Xororó, Fafá de Belém entre muitos outros. E assim em 1985 surgiu mais um hit, a música "Fantasias", que rompeu o bloqueio das rádios Fm no Brasil que na época não divulgava os artistas populares. Augusto ainda fechou a década com uma série de sucesso; "Sábado", "De Igual Pra Igual" "Chuvas de Verão" "Eu e você", "Fui Eu", "Só Você", "Amantes" entre outras.



Década de 90



Consagrado no mercado latino e no cenário nacional, José Augusto abre a década de 90 com mais um HIT, a música "Agüenta Coração". Devido ao sucesso da novela também no exterior o cantor grava a canção em Espanhol e em Italiano. O artista permanece durante meses na parada latina americana da revista Billboard e recebe pela primeira vez o Prémio "Aplauso" na categoria de melhor melhor cantor latino.

Depois de um ano e meio no primeiro lugar nas radios do Brasil, ele volta a emplacar mais um hit do mesmo disco, a música "Sonho Por sonho".

A década é marcada por vários sucessos e convidados. Xuxa participou do tema de abertura da novela "Sonho Meu" da "Rede Globo", autoria de José Augusto e Carlos Colla. Com a diva da música americana Dionne Warwick, José Augusto cantou "Quase um Sonho". Outras canções que marcaram a década foram; "A noite Mais Linda", "Bate Coração", "Te Amo", "Por Eu Ter Me Machucado" tema da novela "A indomada", "A Minha História" também gravada em Espanhol e executada até hoje no Brasil e nos países Latinos.



Século XXI



Paralelamente a agenda de shows no Brasil, José Augusto segue fazendo shows em Portugal, Porto Rico e Angola.

Em 2001, José Augusto lança um projeto especial pela Abril Music "De Volta Para o Interior". O projeto relembra grandes sucessos da música regional; "Beijinho Doce", "Menino da porteira", "Vida de viajante" além da música "Indiferença" regravada por ele.

De 2002 a 2005 afastado do cenário musical e resolve se dedicar as composições até que 2006 com a Música "Cuba" ele retorna com a sua turnê pelo exterior e decide morar em Miami até o final de 2007 quando retornou ao Brasil para gravar o CD-DVD "Agüenta coração" Ao vivo.


http://www.joseaugusto.com.br/home.asp



http://www.youtube.com/watch?v=D3sZOHJpMXw

giovedì 8 marzo 2012

Jorginho do Império


Jorge Antônio Carlos, ou Jorginho do Império (Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 1944) é um cantor brasileiro, filho de Mano Décio da Viola, um dos fundadores da Império Serrano.

Na beira do mar, canção lançada em 1975, foi o seu grande sucesso. Começou sua carreira ao lado do amigo Martinho da Vila. Em 1971 foi eleito "cidadão samba do Estado da Guanabara" [carece de fontes]. Em mais de trinta anos de carreira, lançou 24 discos e fez shows na Argentina, na França e no Japão [carece de fontes]. Atualmente reside no bairro carioca de Madureira, na rua que tem o nome de seu pai e fica próxima à Império Serrano.

Foi o principal intérprete do Império Serrano em dois carnavais. Em 1997, esteve à frente do microfone quando a escola trouxe o enredo "O mundo dos sonhos de Beto Carrero". Retornou ao posto em 1999, quando o enredo era "Uma rua chamada Brasil". Em ambas as oportunidades, o Império Serrano foi rebaixado ao Grupo de Acesso A e também na escola, exerceu a função de diretor de carnaval.

Jorginho também e radialista, onde comanda o programa Baracão do Samba da Rádio Livre 1440, ao lado de Marcelo Pacífico.

Lançou em 06 de Janeiro de 2011 o site www.barracaodosamba.com aonde transmite o seu programa para a web e muitos artigos sobre sambistas e o mundo do samba.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorginho_do_Imp%C3%A9rio


http://www.youtube.com/watch?v=NeBt-Fn33SA&feature=related

giovedì 1 marzo 2012

Jorge Vercillo


Com mais de 1,5 milhão de CDs e DVDs vendidos em mais de 15 anos de carreira, Jorge Vercillo é hoje um requisitado compositor. Até o momento, Vercillo lançou 7 CDs inéditos e 3 DVDs, tendo conquistado 1 Disco de Platina, 3 Discos de Ouro e 2 indicações ao Grammy Latino (2007 e 2009). Suas canções já foram gravadas tanto por novos expoentes, quanto por grandes nomes da nossa música, como Ana Carolina, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Leila Pinheiro, Luisa Possi, Danilo Caymmi, Pedro Mariano, Jorge Aragão, Peri Ribeiro, dentre outros.

Cantor, compositor e violonista, Jorge Vercillo lançou ao todo três DVDs e dez CDs, sendo sete deles de canções inéditas, além das coletâneas Perfil Jorge Vercilo (2003) e Jorge Vercilo Ao Vivo (2006) e do projeto especial Coisa de Jorge (2007), CD e DVD que Vercillo lançou junto com Jorge Mautner, Jorge Benjor e Jorge Aragão.

Jorge Luiz Sant´anna Vercillo (recentemente, adotou seu sobrenome original, incorporando mais um “L”) nasceu em 11 de outubro de 1968, no Rio de Janeiro. Começou a se apresentar em bares cariocas ainda jovem, aos 15 anos de idade. Por incentivo de sua tia, Lêda Barbosa, foi se afastando dos treinos de futebol no Flamengo, onde já mostrava habilidade. Enquanto se apresentava na noite carioca, participou de vários festivais de música pelo país. Em 1989 e 1990, representou o Brasil no Festival Internacional de Curaçao, no qual venceu pelos dois anos consecutivos. Em 1989, com a canção “Alegre”, de sua autoria, e, no ano seguinte, com a canção “No bay”, no idioma nativo.

Em 1993, tem a chance de gravar seu disco de estréia, "Encontro das águas" (Continental), produzido por Renato Corrêa. O álbum foi bem recebido e duas canções do repertório se tornam sucessos nas rádios do todo o país: "Encontro das águas", que fez parte da trilha da novela “Mulheres de Areia”, e “Praia Nua”, da novela Tropicaliente, ambas da TV Globo. Embalado pela boa repercussão de seu disco de estréia, Jorge Vercillo lança o CD "Em tudo que é belo" (Continental), em 1996, trazendo experimentos e fusões com a world music. Com esse disco, foi indicado para o Prêmio Sharp 1997 na categoria Melhor Cantor Pop.

Em 1998, se desliga da gravadora Continental e lança, de forma independente, o CD Leve (1999). O disco traz "Final Feliz", música de sua autoria, gravada em duo com Djavan. A canção teve repercussão imediata nas rádios de todo o país e ganha uma releitura nas vozes de Caetano Veloso e Alexandre Pires, gravada no DVD ao vivo do grupo Só pra Contrariar.


O sucesso de "Final Feliz" se estende ao longo do ano de 2000. E levou o cantor e compositor a subir ao palco do Canecão, RJ, também de forma independente. A repercussão de uma única apresentação numa casa de espetáculos lotada chamou a atenção de vários executivos de gravadoras multinacionais. Ainda em 2000, Jorge Vercillo assina com a sua atual gravadora, a EMI Music, que relança o álbum Leve, no final do mesmo ano. O disco rendeu ainda os sucessos “Leve”, “Avesso” e “Em órbita”.

Em 2002, Jorge Vercillo lança Elo, álbum que vende mais de 300 mil cópias num momento delicado para a indústria fonográfica. O disco traz novos sucessos para o compositor, como “Que nem maré” (música mais executada nas rádios de todo o país naquele ano), “Homem-aranha” (um dos maiores sucessos da carreira do compositor) e “Fênix”. Esta última, criada em parceria com Flávio Venturini, foi tema da minissérie “A Casa das Sete Mulheres”, da TV Globo. Ainda no repertório desse disco, a canção “O reino das águas claras”, é tema da nova versão do programa infantil “Sítio do Pica-Pau Amarelo”.

No ano de 2003, mais uma canção do músico ocupa as primeiras posições nas rádios de todo o país. "Encontro das Águas", gravada em duo com Jorge Aragão, faz parte do CD e DVD "Jorge Aragão Convida - Ao Vivo". No final do mesmo ano, Jorge Vercillo lança seu quinto trabalho autoral, o CD e DVD Livre, que tem em seu repertório a canção Monalisa, mais um sucesso nas rádios de todo o país.
Em 2004, ao lado de outros grandes nomes da música popular brasileira, Vercillo esteve presente na gravação do hino do projeto "Fome Zero". Nesse ano, participa também dos DVDs ao vivo de Ivan Lins (Guarde nos Olhos) e Pepeu Gomes (Deusa do Amor), e conhece Marcos Valle, com quem vem a compor a música “Pela ciclovia”, sucesso na voz de Leila Pinheiro.

O ano de 2005 traz Signo de Ar, CD que inaugura novas parcerias de Jorge Vercillo com nomes como Ana Carolina, Nico Rezende, Torquato Mariano e Dudu Falcão. Este último, parceiro na música “Ciclo”, tema da novela “A Lua me Disse”, da TV Globo.

Em 2006, recebeu o Prêmio Tim na categoria de Melhor Cantor pelo Voto Popular. No mesmo ano, lançou seu primeiro DVD, Jorge Vercilo Ao Vivo. O projeto, uma coletânea de seus grandes sucessos, conta também com as participações especiais dos parceiros Ana Carolina, Marcos Valle e Leila Pinheiro.

Em 2007, Jorge Vercillo, mais uma vez, recebe o Prêmio TIM na categoria de Melhor Cantor pelo Voto Popular. No mesmo ano, participa de "Coisa de Jorge", CD e DVD lançados pela EMI Music em show homenagem a São Jorge, que reuniu os “Jorges” Vercillo, Benjor, Mautner e Aragão, no dia 23 de abril, na Praia de Copacabana. Dentre as músicas inéditas do projeto, a canção “Líder dos templários” (composta por Jorge Vercillo, Jorge Benjor e Jorge Aragão), um canto de fé ao santo devoto, foi sucesso nas rádios.

Todos Nós Somos Um, foi lançado em novembro de 2007. O sétimo trabalho de inéditas de Jorge Vercillo tem ótima repercussão da crítica especializada. O álbum, que marca uma renovação na proposta musical do artista, traz os já conhecidos desenhos melódicos de Vercillo, desta vez mais próximos do universo musical brasileiro, em ritmos como samba, xote, toada, bossa nova. O disco traz importantes parcerias do compositor com Fátima Guedes, Marcos Valle, Paulo César Feital, entre outros.

Escolhida como o primeiro single do álbum, a canção “Ela une todas as coisas” (parceria com Jota Maranhão), foi sucesso nas rádios de todo o país. A música compôs a trilha sonora de “Duas Caras”, novela das 21h da TV Globo. Ainda do disco Todos Nós Somos Um, a balada “Deve ser” (Jorge Vercillo/Dudu Falcão) foi escalada para a trilha sonora do folhetim “Viver a vida”, de Manoel Carlos.

O CD e DVD “Trem da Minha Vida” foi lançado em março de 2009 pela EMI Music. O projeto traz o registro ao vivo de duas noites de ingressos esgotados no Canecão, RJ (dias 31 de outubro e 1º de novembro de 2008), além de alguns dos sucessos da carreira do artista.

No final de 2009, o cantor se desliga amigavelmente da EMI Music. E em janeiro de 2010 assina contrato com a Sony Music/Day 1, que lança em abril do mesmo ano “D.N.A”, o oitavo disco de inéditas de Vercillo. O álbum teve como primeiro single a canção “Me transformo em luar”, que recentemente ganhou uma versão em espanhol, criada pelo cantor e compositor argentino Pedro Aznar e a balada assinada em parceria com Dudu Falcão, “Deve ser”, integrou a trilha sonora da novela “Viver a vida”, de Manoel Carlos, da TV Globo. No Cd, também se destacaram musicas como “Arco-Íris”, sucesso nas rádios de todo o Brasil e “Há de ser”, que traz a participação especial de Milton Nascimento.

A turnê do álbum “D.N.A.” passou por todo Brasil e foi encerrada no dia 2 de julho de 2011 no palco do Vivo Rio, no Rio de Janeiro. Na ocasião, Jorge já produzia o seu nono álbum de inéditas “Como Diria Blavatsky”. Com o novo CD, que chega às lojas em outubro de 2011, Vercillo inicia uma nova fase na carreira, ao lançar o disco pelo seu próprio selo, Leve, com distribuição da Posto 9/MicroService.

“Sensível Demais”, música que faz sucesso nas rádios de todos Brasil e está em 1o lugar no Rio de Janeiro, é canção de amor inédita na voz do cantor. De autoria de Vercillo, “Sensível Demais” foi lançada pela dupla Chrystian & Ralf em 1998 e regravada por Maria Bethânia em 2005. “Memória do Prazer”, primeira música composta em parceria com a sua mulher Gabriela Vercillo, integra a trilha sonora da novela Fina Estampa, da TV Globo. A canção, que tem a participação especial de Ninah Jo e faz parte do repertório do CD “D.N.A”, entrou como bônus no novo álbum.

O cantor e compositor foi escolhido para cantar na abertura do Brazil Festival, que acontece em Amsterdam durante os meses de outubro e novembro. Vercillo se apresentou no dia 3 de outubro, dando início ao megaevento que vai celebrar a cultura brasileira na cidade holandesa.

Jorge Vercillo estréia sua nova turnê “Como Diria Blavatsky”, no Rio de Janeiro, dia 29 de outubro de 2011, no Citibank Hall e segue em turnê por todo o pais.



http://www.youtube.com/watch?v=EGJsC5p4YA4&feature=player_embedded


http://youtu.be/EGJsC5p4YA4

http://www.videolog.tv/video.php?id=668942


Ela une todas as coisas - Jorge Vercillo - Aprenda a tocar no Artista Ensina do TVCifras por tvcifras no Videolog.tv.