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venerdì 11 maggio 2012

Kleiton & Kledir começaram a estudar música muito cedo e nos anos 70 lançaram com mais três amigos a banda “Almôndegas”, que foi um marco na história da música popular do Rio Grande do Sul. Foram 4 discos, uma infinidade de shows e a mudança para o Rio de Janeiro.
Em 1980 saiu o primeiro disco da dupla K&K. O sucesso foi imediato e os shows arrastavam multidões por todo Brasil. Lançaram vários discos (inclusive um em espanhol) o que lhes rendeu disco de ouro e shows por EUA, Europa e América Latina. Gravaram em Los Angeles, Nova York, Lisboa, Paris, Miami e Buenos Aires. Suas composições foram gravadas por Simone, Nara Leão, MPB4, Caetano Veloso, Xuxa, Fafá de Belém, Nenhum de Nós, Zizi Possi, Ivan Lins, Chitãozinho e Xororó, Zezé de Camargo e Luciano, Leonardo, Belchior, Emilio Santiago e muitos outros. Também pelo mundo afora suas músicas ganharam versões de grandes artistas, como os argentinos Mercedes Sosa e Fito Paez, a cantora portuguesa Eugenia Mello e Castro e a japonesa Chie.
Kleiton & Kledir trouxeram definitivamente para a cultura brasileira a nova música gaúcha. Eternizaram um sotaque diferente, uma maneira própria de falar e cantar, com termos até então desconhecidos como “deu pra ti” e “tri legal”. Segundo um crítico da época, parecia “uma dupla de ingleses, cantando numa língua que lembra o português”. Acabaram se transformando em símbolos do gaúcho contemporâneo, do homem moderno do sul do Brasil, o que fez com que o Governo do Estado lhes conferisse o título de “Embaixadores Culturais do RS”.
Em 1987, apesar de tanto sucesso, a dupla resolveu se separar. Depois de “umas férias de 7 anos”, a saudade bateu e eles voltaram. Retomaram a carreira emocionando sua enorme legião de admiradores e conquistando uma nova geração de fãs. Lançaram os CDs “DOIS” (Som Livre), “CLÁSSICOS DO SUL” (Universal) e coletâneas que venderam mais de ½ milhão de cópias. Estiveram em Paris apresentando uma série de shows no Museu do Louvre e viajaram duas vezes em turnê pelos EUA. No carnaval carioca de 2002 foram homenageados pela Escola de Samba Caprichosos de Pilares, que desfilou com um enredo inspirado na música “Deu pra ti”.
Em 2005 gravaram o CD/DVD “Kleiton & Kledir – ao vivo”, que traz uma releitura da carreira de tanto sucesso. O disco foi um lançamento Som Livre/RBS - com produção do inglês Paul Ralphes – e recebeu o Prêmio TIM de Melhor Disco do Ano, na categoria Canção Popular.
Atualmente, estão lançando “AUTORRETRATO”, novo disco de inéditas pela Som Livre. O CD tem produção de Paul Ralphes e o DVD traz um filme-documentário com direção de Edson Erdmann. O lançamento inclui um especial de televisão para o Canal Brasil - realizador do projeto – e o apoio cultural da Rádio Globo.




http://www.kleitonkledir.com.br/site/default.asp

http://www.youtube.com/watch?v=O-LN9nEURKc

http://www.youtube.com/watch?v=MIfR3nng2iI&feature=related

mercoledì 9 maggio 2012

Klébi Nori

A compositora e cantora paulistana viu efetivada sua carreira em 1995 quando começou a colher os louros por sua performance artística no 1º CD “Klébi” – produzido por José Carlos Costa Netto – Dabliu Discos. Este trabalho emplacou canções que são obrigatórias em seus roteiros e shows atuais como: “Calendário Lunar”, “Ligeiro” e “Salve linda canção sem esperança”, aliás, nesta, uma inspirada interpretação para a pérola do negro gato Luiz Melodia.
Klébi e Costa Netto entregaram os arranjos às mãos de três grupos de músicos, que viveram um contexto inusitado: a dupla Fernando Melo e Luiz Bueno, sofisticados violonistas que compõem o Duofel; o swingueiro Skova e sua trupe, aquele mesmo da Máfia e os que fizeram a liga disso tudo, por já trabalharem há anos com a cantora: José Antônio Almeida e Ney Marques, que se tornariam seus parceiros e produtores nos dias atuais. O resultado da aventura era esperado – o melhor da compositora em exposição.
Contratada em 1997, pela gravadora Velas, faria seus dois próximos álbuns: o 2º - “Ilusão das Pedras” produzido pelos, até então pouco articulados porém, já avisando para o que viriam, João Marcello Boscoli e Max de Castro e, dois anos depois, o CD “Escolhas” que teria produção/arranjos assinados pelo Premeditando o Breque Mario Manga e pelo conceituado músico e compositor Swami Jr.
O contemporâneo “Ilusão das Pedras” estava de fato anos-luz à frente de seu tempo, ou seja, já era eletrônico e misturava às varias faixas de sampler e sequencer, a percussão do emergente Marcos Suzano e o diferencial acordeom de Dominguinhos. De cabo a rabo, o mais curto dos álbuns de Klébi e, isto, pareceu o suficiente, entendido por João Marcello e Max, para o momento dela com forte repertório autoral, destaque para “Céu de Antenas”, “Primeiro” e “Tem quem não”. O CD poderia ser lançado nos dias de hoje que ninguém iria supor que já teria idade para ler e escrever sua própria história.
O 3ºCD “Escolhas” – 1999 nasceu eclético e descontraído. Klébi grava seu primeiro samba: “O samba de Sampa” numa época em que cantora de sua praia não gravava esse gênero, ou seja, arrojando novamente, se abrindo à diversidade de suas composições e nada presa ao padrão de comportamento vigente, lançava um CD rico em letras e, desta vez, com mais guitarras, violões e cordas. Os arranjos dilataram a veia urbana de Klébi em "Eu sou Paulista” e “A cidade de Outro”, mas não deixaram se perder sem lirismo suas experiências regionalistas na bucólica “Pé de Amor”. Tudo se mostra de forma a desfilar as canções, ora justapostas, ora simplesmente reunidas numa sólida unidade.
Saindo da gravadora Velas, Klébi fica seis anos sem gravar, mas a hibernação lhe garantiu o bendito fruto “Inverno de seu jardim” – 2005 - DNZ Music – o 4º CD pela nova gravadora paulista, que estava sendo construída pelos lá atrás citados José Antônio Almeida e Ney Marques, além de um velho amigo e músico - Dadi Amil. A chegada deste álbum ampliou seu rol de admiração entre críticos e público espalhados pelo Brasil.
A experiência dos anos com Klébi deu a José Antônio a chave para abertura de mais um cofre pessoal da artista pinçando novas e antigas canções de letras vigorosas e exibindo uma compositora mais empenhada com o setor melódico e harmônico, como é o caso da bossa “Quatro ventos”.
O CD conta com a participação do amigo de adolescência – Roger - do Ultraje a Rigor numa surpreendente interpretação na balada quase romântica – “Tempo em Comum”, e com um brilhante momento incidental de “Janelas Abertas nº 2” de Caetano Veloso, com Osvaldinho do Acordeom bandoneando uma espécie de tango em “Família vende Tudo”. O restante é só coisa boa para os ouvidos e para a alma e como Klébi mesma diz em “Choro pela cidade”: ”não sei o que você ouve, só sei que eu gostaria é que fosse bom”.
"Daqui” rompe 2008 com a mesma DNZ music, desta feita com distribuição da Atração Fonográfica/Brazil Música e apoiado pela Costa Cruzeiros, tendo esta última, conferido ao 5º álbum, o requinte merecido.
Com este corajoso título, lá vem Klébi Nori insuflando a coronária de seu trabalho, massageando sua espinha dorsal artística. São Paulo - em outras tantas e belas palavras - comparece mais uma vez, mesmo que, desta vez, Klébi só lhe pegue emprestado alguns minutos em “Corcovado sem seu Senhor” e “ A última cidade do seu mapa”. A primeira infringindo com muito bom humor as leis de paz entre paulistas e cariocas e, a segunda, declarando seu geográfico auto-exílio.
José Antônio Almeida intensifica valores harmônicos e melódicos e, ao mesmo tempo, simplifica para a modernidade; assim, só atualiza e efetiva a força das composições de Klébi, como ouvimos em “Meu” e “Perdão com poesia”.
A cantora vai, também, além de suas próprias fronteiras. Com a sua habilidade congênita para lidar com os significados, a irreverência e o método, ejeta este seu 5º CD para muito depois daqui.
Voz e metrópole
Contralto charmosa que, também, se impõem em notas mais agudas, parece ter estudado muito o que, segundo a própria artista, é lenda, pois, sua vivência vocal foi feita de puro, livre, paulatino e natural crescimento: “às vezes, se aprende a cantar por instinto ou osmose, ouvindo os outros cantarem ou cantando com eles, mesmo sem abrirmos a nossa boca”
Nascida no bairro do Ipiranga, na capital de São Paulo, o que lhe causa um efeito orgulhoso, a cantora não carrega o sotaque do Brás ou da Mooca, mas não foi poupada dos fortes “erres”.
Diz que nunca conviveu bem com o crescimento desordenado destruidor da história e patrimônio da cidade e que “desenvolvimento é igual a bom senso”. Mesmo aberta a um mar de possibilidades criativas, talvez seja - esta compositora - a representante da cidade, que mais dedicou obras ao panorama paulista, que vai de nomes de ruas, obras de arte, rios, imigração, escolas de samba, times de futebol, metrô, torres, até famosos e anônimos que viram personagens das canções.
Trilhou o caminho que muitos trilharam – bares e festivais, no entanto, optou pelo que muitos não optaram – São Paulo. Isto a afastou dos desejos da corte carioca, por exemplo.
Contemporânea da vanguarda paulista viu seu trabalho se expandir para além do chamado circuito cultural da cidade. Letrista de mão e mente cheias, une técnica e emoção mantidas em CDs autorais.
A sua São Paulo não foi e nem será a cidade daqueles vanguardistas, embora os que nela se fazem e se refazem tenham como característica, quem sabe destino, a consciência urbana influenciando sua escrita sucinta, direta, no alvo, mesmo quando seus versos pareçam complexos.
Cultuando seu trabalho, teve produtores muito especiais na cena paulista que foram, de certa forma, pioneiros ou expoentes de gerações, tendências e movimentos. Costa Netto com sua artesã Dabliú Discos (CD Klébi); João Marcello Boscoli/Max de Castro que se tornariam figuras condutoras de uma visão de música mais dinâmica e moderna (CD Ilusão das Pedras);
Mário Manga/Swami Jr.(CD Escolhas) inquietos mosqueteiros que não trabalham hoje só com a irreverência, mergulham fundo no que diz respeito à boa música e José A. Almeida que - apostando numa pequena gravadora na capital - conseguiu produzir CDs impecáveis (Inverno do seu Jardim e Daqui) respeitando os valores da artista.
O que por outro lado, às vezes, distancia Klébi Nori da epopéia paulista é o fato de suas avenidas barulhentas, iluminadas e congestionadas, esconderem-se por entre uma névoa que produz só vazio e silêncio, onde impregnação emocional se sobrepõe à estrutura de idéias rígidas e retornam simples e com fluidez aos caminhos e aos ciclos das paixões.
O surpreendente mesmo é que esta temática, nada casual, não a impede de ser condecorada e ovacionada em cidades como Recife, Natal, Brasília e outras, onde seu trabalho há muito, já se tornou conhecido e - esta descentralização - faz da compositora, que teve seus CDs confeccionados por gravadoras pequenas, o que por sua vez implicou em muita ginástica mental e física, uma campeã de CDs vendidos em shows quando artistas, em seu patamar, nem ainda podiam produzir seus discos em casa.
Consegue deslizar por seu caminho sendo executada em rádios do seguimento por todo o território. Tudo começou com “Ligeiro” na jamais esquecida Musical FM, exclusivamente nacional, a queridinha dos ouvintes da boa música brasileira nos anos noventa e tem prosseguimento nos dias de hoje através de outras do mesmo gênero como a Nova Brasil FM, Alpha FM, USP entre outras regionais.
Seus shows solo ou com banda estão sempre lotados de fãs, bomba redes sociais, responde simpática a todo público e dá autógrafos carinhosíssimos.
Além do circuito habitual de shows por casas noturnas e teatros, fez temporada e lançamento de CDs inusitados a bordo de navios da Costa Cruzeiros, bem como soltou sua voz pela Europa em apresentações pela Áustria, Itália e Portugal.
É uma artista que está sempre em noite de gala mesmo quando no palco veste jeans. Traduz perfeitamente o espírito do que mais gosta em sua cidade – elegância. Fora do palco não é vista em baladas noturnas, pois diz gostar demais do dia e se “agendar para boas noites de sono”.
O retrato da artista quando ela mesma
Deixou-se fotografar para todos os CDs por profissionais que bem souberam explorar sua sutil beleza nada roubada e sim, presenteada por seus ascendentes italianos.
Foi, assim, recostada em uma grande janela em frente a uma das torres paulistas com pernas à mostra no CD “Klébi” e, no mesmo encarte, saindo de um carro num corpete de cetim inesquecível aos olhos dos fãs. No caprichoso Ilusão das Pedras, apareceu com um coque displicente sentada numa calçada e, com o corte das longas madeixas em Escolhas, ao contrário de perder as forças, redobrou energia.
Em “Inverno do seu Jardim” esbanja seu rosto anguloso, nariz e olhar de neta de imigrantes italianos numa feição que sempre instruiu algo. Quem vira o CD nas mãos, se depara com o caminhar de Klébi, que segura o case de seu instrumento - violão; dois parceiros, que seja para aonde estiverem indo, estarão esbanjando certamente a sedução e a estética da arte proposta.
Já em “Daqui”, abre o sorriso na capa e, de brinde, oferece uma foto de quando era criança já tocando violão. Novamente vestida pela grife Madame X, estonteia num vermelho impiedoso que passeia pelo encarte deixando por sorte, de sobra, por música que se ouve, pernas e colo a escolher.
Eugênio Brandimarte


http://www.klebinori.com.br


http://www.youtube.com/watch?v=DoZ1xHCnHQ8

http://www.youtube.com/watch?v=sqH58IF9DEY&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=wtgJFRkORb8&feature=fvwrel

domenica 6 maggio 2012

Kiko Zambianchi


Kiko Zambianchi, nome artístico de Francisco José Zambianchi (Ribeirão Preto, 14 de outubro de 1960), é um cantor, guitarrista e compositor brasileiro.

Começou a tocar guitarra na adolescência, tendo participado de festivais estudantis e peças de teatro, fez shows pelo interior, formou a banda Vida de Rua e aos 23 anos mudou-se para São Paulo, onde foi contratado em um mês pela gravadora EMI. Lançou no final de 1984 o single de "Rolam as Pedras" que estourou nas rádios paulistas e posteriormente em todo o Brasil. Depois disso Zambianchi lança pela EMI o LP Choque, que emplacou três sucessos: a faixa-título, "Rolam as Pedras" e "Primeiros Erros" e ainda tem a participação de Lulu Santos e Marina Lima nas músicas "Nossa Energia" e "Quem Sofre sou Eu" respectivamente. "No meio da rua", outra faixa do disco, entra na trilha sonora do programa Armação Ilimitada da Rede Globo. Marina Lima grava "Eu te amo você" de autoria de Kiko e estoura nas rádios de todo o país e no mesmo ano Erasmo Carlos grava outra música composta por Zambianchi chamada "Manchas e Intrigas". "Primeiros Erros" foi uma música praticamente descartada pela gravadora, que depois do sucesso de Rolam as Pedras e Choque, queriam que Kiko já partisse para a gravação de um novo disco. Mas Kiko, acreditando no sucesso da música, fez divulgação pessoal da música, indo nas rádios da grande São Paulo com o disco para que fosse tocada, e aos poucos a música começou a ser conhecida e executada, e alcançou o topo das paradas em todo o Brasil.

O disco seguinte, Quadro Vivo, foi lançado em 1986 também pela EMI e mostra algumas variações musicais que se seguem por toda a carreira do artista. Já não apresenta um rock simplesmente e em suas músicas já se percebe um pouco de black music. No show de lançamento em São Paulo sobe ao palco para uma participação especial, Dado Vila Lobos da Legião Urbana para cantar ao lado de Kiko "Será" e "Ainda é cedo". Zambianchi toca com Charly García em São Paulo e vai ao seu show novamente no Rio. A faixa "Alguém" incluída na trilha sonora da novela "Roda de Fogo" Rede Globo, projetando seu nome nacionalmente. E tem um vídeo feito exclusivamente para o fantástico com a participação da, até então desconhecida, Carolina Ferraz com quem era casado na época. A faixa "Quadro Vivo" foi bem executada nas rádios, e também ganhou video clipe no Fantástico. E "Nossos Sentimentos" também teve boa repercussão, sendo bastante pedida.

Em 1987 é lançado o álbum homônimo Kiko Zambianchi, o último lançado pela EMI. Um disco que Zambianchi muda completamente o seu estilo de tocar e apresenta um novo gênero musical, com metais e muito funk presentes o tempo todo mas sempre com uma visão voltada ao Rock and roll. O disco conta com a presença de grandes instrumentistas como Bocato, Léo Gandelman, Jorjão Barreto, Serginho Delamônica entre outros. "Limousine" é o single escolhido pela gravadora, "Você Perde" entra na novela Roda de Fogo da Rede Globo e ganha clipe no Fantástico, e "Tina" é muito executada nas rádios. O curioso é que a capa deste disco foi censurada na pela gravadora, apenas por Kiko aparecer ao lado de uma Limousine (sendo este o antigo nome do álbum). Ainda em 1987, Kiko participa do disco "Sete", do 14 Bis, o último da banda com Flávio Venturini nos vocais. Kiko canta "Templo (A nossa casa é azul)" no disco.

Em 1989 é a vez de Era das Flores, que já fez parte do término da relação do artista e da gravadora EMI. A música "Demônia" toca nas rádios e "Blecaute", música da peça de mesmo nome de Marcelo Rubens Paiva, também é bem executada. "Tente de novo amanhã" também é executada nas rádios. Em 1989 gravou uma versão de "Hey Jude", dos Beatles, especialmente para a novela Top Model. A versão, feita por Rossini Pinto, alcançou o topo das paradas de sucesso de todo o país e foi incluída no disco posteriormente. Kiko simplesmnete é 1o lugar nas paradas de todo o país, e figura carimbada de todos os programas musicais da televisão, incluindo Globo de Ouro e especiais da TV Manchete. O êxito estrondoso com esse cover não foi bem o que Kiko Zambianchi queria para sua carreira e ele foi pressionado pela gravadora para gravar músicas mais comerciais. Como não aceitou a proposta de virar um artista "romântico", Kiko pediu rescisão do seu contrato com a EMI. Depois disso o Brasil se voltou para a música sertaneja. A maioria dos artistas considerados "dos anos 80" foram praticamente retirados do mercado nacional com poucas exceções.

Kiko Zambianchi trabalhou com trilhas sonoras para teatro durante esse período. Fez algumas turnês acompanhado de Álvaro Petersen, seu amigo de Ribeirão Preto, sempre no formato acústico ou com banda. Foi indicado ao Prêmio APETESP de teatro pela melhor trilha no ano de 1996 com a peça "As Priscilas de Elvis" de Ana Ferreira.

Em 1997 lançou o CD KZ, pela gravadora Warner, com remixes de antigos sucessos e músicas inéditas ao lado de Franco Jr, o DJ Mau Mau (M4J), Lee Marcucci e Hans Z. Nesse disco podemos ouvir regravações das composições "Jóia" de Caetano Veloso e "Palco" de Gilberto Gil. Uma curiosidade é que o título deste álbum seria "Pop", mas Kiko teve que mudar pois seria o mesmo nome do disco do U2, lançado alguns meses antes. Este disco chegou a ter turnê de lançamento nacional, com Kiko tocando em várias cidades do país, fazendo show solo acompanhado de um computador, com as bases e batidas das músicas já gravadas. Apenas o remix de "Primeiros Erros" teve execução em rádio, saindo em versão CD single para divulgação.

Em 1998 Kiko assina com a gravadora virtual BMGV, e tem uma música no site da gravadora para venda digital, uma das pioneiras do país nesse formato. Mas a promessa de um novo disco acaba não se concretizando. Ainda em 1998 fez a trilha da peça "Da Boca pra Fora" de Marcelo Rubens Paiva, e também fez algumas trilhas para televisão.

Em 2000, foi presença marcante no sucesso do disco "Acústico MTV" da banda Capital Inicial. Nesse trabalho Kiko cantou, arranjou e emprestou o seu maior hit para se tornar o maior hit do disco. Foi a maior vendagem conseguida pela banda em toda a sua carreira e Zambianchi fez mais de 250 shows com a banda por todo o país inclusive o auge do sucesso, o Rock in Rio. Com o sucesso, Kiko foi novamente convidado para trabalhar no disco seguinte do Capital, Rosas e Vinho Tinto. O Capital gravou "Mais" e "Como Devia Eestar" ambas compostas por Alvin, Dinho e Zambianchi. O Ira! grava "Logo de Cara" música composta por Zambianchi e Marcelo Rubens Paiva no disco Ao vivo MTV.

Em 2002 é contratado pela gravadora Abril Music e lançou Disco Novo, seu sexto CD solo. O single "Norte e Sul" é escolhido pela gravadora para lançar o trabalho. A música "Tudo é Possível" de sua autoria e que já havia sido sucesso na interpretação da banda O Surto, entra como parte da trilha do seriado Malhação da Rede Globo. No mesmo ano grava o Luau MTV, com destaque para as canções "Ando Jururu" de Rita Lee e "Feira Moderna" de Beto Gudes. Outra música de trabalho deste CD foi "A Nossa Música", bem executada em rádios e com direito a videoclipe na MTV. Mas depois disso a Abril Music fecha as portas devido a problemas financeiro, e o restante do disco deixa de ser trabalhado e divulgado. Neste trabalho Kiko volta ao pop rock que o consagrou nos anos 80, num belíssimo trabalho de composição e arranjos.

Em 2003 Erasmo Carlos volta a gravar outra música do compositor intitulada "O Impossível". Kiko também participou de um show de Erasmo Carlos que deu origem ao CD e DVD ao vivo do cantor onde a mesma música foi novamente regravada desta vez pelos dois juntos em São Paulo.

Em 2004 Kiko Zambianchi começa a trabalhar com o produtor americano Disco D e fazem juntos o tema de abertura festa de premiação Hip Hop Honors da VH1 que até 2006 permanecia a mesma. Ajuda o produtor a se instalar no Brasil para a criação do selo "BRAZA" enquanto trabalham juntos. Em 2006 a música "Deu na Loka" de Kiko, antes gravada por Patrícia Coelho é transformada em versão em inglês recebendo o nome de "Right Away" e gravada pelo rapper americano Lil Scrappy, produzido por 50 Cent. A música foi incluída em mais dois discos em 2007 após o falecimento do seu amigo Disco D.

Em outubro de 2010 Kiko gravou um Acústico no Teatro Pedro II, em Ribeirão Preto, sua terra natal. Segundo Kiko, foi o projeto mais audacioso de sua carreira, onde interpretou seus maiores sucessos além de algumas músicas inéditas. O lançamento do CD/DVD provavelmente ocorrerá somente em 2012.





Kid Vinil é o nome artístico de Antônio Carlos Senefonte (Cedral, 10 de março de 1955), que ficou famoso no rock brasileiro dos anos 80. É cantor, radialista, compositor e jornalista.

Kid Vinil ficou famoso nos anos 80 como vocalista do grupo Magazine, com as canções "Tic Tic Nervoso" (de Marcos Serra e Antonio Luiz), "A Gata Comeu", "Sou Boy" e "Glub Glub No Clube". No início dos anos 80, havia tocado na banda Verminose, mais voltada para o punk rock e o rockabilly. Também foi um dos maiores incentivadores do início do movimento punk paulista, organizando shows e tocando músicas de bandas de punk rock e pós-punk em seu programa de rádio.

Na TV, participou em 1987 do programa Boca Livre na TV Cultura. Na Band comanda o programa Mocidade Independente e depois se tornou VJ da MTV, participando de programas como Lado B em que apresentava videoclipes de bandas underground, especialmente do exterior.

Voltou com o Magazine em 2000, lançando um segundo trabalho pela gravadora Trama, o CD "Na Honestidade" em 2002. Encerradas as atividades com o Magazine formou uma nova banda, o Kid Vinil Xperience em 2005 e lançou o seu primeiro CD (independente) em 2010, "Time Was".

Em 2008, lançou um livro pela Ediouro Publicações chamado Almanaque do Rock, que relata a trajetória do rock, começando pelos anos 50 até os dias de hoje. No momento prepara um outro livro sobre a história do rock brasileiro.

Atualmente, viaja pelo Brasil discotecando em festas revival dos anos 80 e shows com o Kid Vinil Xperience.




sabato 5 maggio 2012

Kelly Key


Kelly de Almeida Afonso Freitas (Rio de Janeiro, 3 de março de 1983), mais conhecida apenas como Kelly Key, é uma cantora, compositora, dançarina, apresentadora, modelo, empresária e, ocasionalmente, atriz brasileira. Foi em 2003, embaixadora da campanha do Governo Federal pelo incentivo ao uso do preservativo e é a atual embaixadora da Amicca - Amigos da Infância com Câncer. Em 2000, com apenas 17 anos casou-se com o cantor Latino e deu à luz sua filha Suzanna. No mesmo ano a cantora enviou um disco demo para várias editoras discográficas, sendo recusada por muitas por apresentar um estilo pop e R&B considerado não rentável no Brasil, até ser contratada pela Warner Music. Em 2001, após assinar com a Warner Music, Key lança seu primeiro single, "Escondido", alcançando a sexta posição da Brasil Hot 100 e abrindo espaço para seu segundo lançamento, a canção "Baba", que alcança a primeira posição e se torna o maior sucesso de sua carreira. Ainda no mesmo ano lançou seu primeiro álbum, o homônimo Kelly Key, vendendo em torno de 500 mil cópia e recebendo certificado de platina pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), sendo que no ano seguinte, ainda esteve entre os vinte mais vendidos. Em 2002, são lançados os singles "Anjo" e "Cachorrinho", ambas alcançando a primeira posição, sendo que no mesmo ano seu primeiro álbum ganha uma versão em espanhol intitulada Kelly Key en Español e uma versão remix, o Remix Hits, marcando o primeiro passado para a carreira internacional da cantora.

Em 2003 é lançado seu segundo álbum de estúdio, Do Meu Jeito, vendendo em torno de 300 mil cópias. O álbum rendeu dois grandes sucessos de sua carriera, o single "Adoleta", que alcançou a segunda posição, e " Chic, Chic", que alcançou a nona posição, além de "A Loirinha, o Playboy e o Negão", que apesar de seu desempenho abaixo dos demais, foi eleita uma das melhores canções pop brasileira contemporâneas. Em 2004 é lançado seu primeiro álbum ao vivo e DVD, Kelly Key - Ao Vivo, de onde foi retirado apenas o single "Por Causa de Você", o quarto primeiro lugar da cantora no Brasil. O álbum vendeu em torno de 100 mil cópias, recebendo certificado de ouro.

No ano de 2005, após demitir os compositores e produtores dos primeiros trabalhos, a cantora passa por uma transformação em seu segundo álbum homônimo, deixando de lado as canções dance pop e R&B para adotar uma sonoridade teen pop, apresentando aspectos juvenis e composições consideradas inferiores. O álbum trouxe os sucessos "Escuta Aqui Rapaz" e a versão brasileira de "Barbie Girl", vendendo cerca de 100 mil cópias. Em 2006 lança seu último álbum na editora Warner Music, Por Que Não? mesclando canções pop sensuais com teen pop, vendendo 40 mil cópias e emplacando um único single de sucesso, a canção "Pegue e Puxe". No mesmo ano é lançado Toda Linda, seu segundo DVD.

Em 2007 assina com a Som Livre e lança a sua primeira coletânea com músicas inéditas, 100% Kelly Key, onde vendeu cerca de 50 mil cópias e retirou o single "Você é o Cara", que marcou o sexto primeiro lugar da cantora no Brasil. Em 2008, lança seu sexto álbum de estúdio, novamente um homônimo, também conhecido como Pra Brilhar. O álbum resgatou definitivamente a sonoridade jovem-adulta da cantora e vendeu cerca de 38 mil cópias, sendo porém o último trabalho da cantora pela Som Livre. Em 2010, começa a gravar canções para seu sétimo álbum na editora JamWorks Music, gravadora independente do produtor Mister Jam, conhecido por trabalhar com a cantora em "Indecisão (Mister Jam Remix)", com quem vem trabalhando em suas novas canções focadas no electropop e voltado à um publico GLS.

Em dez anos de carreira, Kelly Key vendeu cerca de 2 milhões de álbuns e mplacou canções de sucessos como "Escondido", "Por Causa de Você", "Anjo", "Chic, Chic", "Você é o Cara" e "Baba", sendo que esta última foi o seu maior sucesso.





http://pt.wikipedia.org/wiki/Kelly_Key

http://www.kellykey.com.br


http://www.youtube.com/watch?v=yTko-2Hlh10


venerdì 4 maggio 2012

Kátia


Kátia Garcia Oliveira (Rio de Janeiro, 26 de março de 1962), conhecida simplesmente como Kátia, ou Kátia Cega, é uma cantora brasileira, afilhada artística de Roberto Carlos.

Deficiente visual, Kátia começou a carreira em 1978, com a canção "Tão Só" (compacto simples). Em 1979, lançou Lembranças, seu álbum de estréia), cuja canção-título é a mais conhecida de sua carreira até hoje. Contudo, foi nos anos 80 que atingiu o auge da fama, quando em abril em 1987 estourava nas rádios seu maior sucesso, "Qualquer Jeito", uma versão de "It Should Have Been Easy, do americano Bob McDill, assinada por Roberto Carlos, padrinho da cantora, e Erasmo Carlos.Compareceu em vários programas de televisão, entre eles Roberto Carlos Especial, exibido pela TV Globo desde 1974, e no Globo de Ouro, conquistando o carinho dos fãs. Ao longo de sua carreira, gravou dez discos e ganhou prêmios variados. Distribuiu durante oito anos um software de acessibilidade, o Dosvox.

http://pt.wikipedia.org/wiki/K%C3%A1tia_Garcia_Oliveira

http://youtu.be/iyyD_w65CVo

http://youtu.be/CswqrQItX6I

http://youtu.be/0w2sZYD4OCU

mercoledì 2 maggio 2012

Kassin


Alexandre Kassin (1974) é um produtor musical, cantor, compositor e multi-instrumentista brasileiro.

Kassin integra, junto com Moreno Veloso e Domenico Lancelotti, o aclamado grupo +2 (que atualmente se desdobrou para +ela, sob a liderança de Adriana Calcanhotto) e também a big-band Orquestra Imperial. Além disso, ainda fomenta experimentalismos em projetos como o Artificial, no qual lançou o disco Free Usa e "toca" as músicas com um Game Boy. Integrou a banda Acabou La Tequila, notória no cenário independente carioca dos anos 90.

Em 2011, lançou seu primeiro disco solo: Sonhando Devagar (Coqueiro Verde Records).

É compositor do trilha sonora do animê Michiko to Hatchin (ミチコとハッチン, lit. Michiko & Hatchin).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre_Kassin

http://www.youtube.com/watch?v=MPwCFo1KbdE

http://www.youtube.com/watch?v=VeGMSi5U9rQ&feature=related