Alcymar Monteiro Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Informação geral Nome completo Alcymar Monteiro dos Santos Apelido Rei do Forró Data de nascimento 13 de Fevereiro de 1953 (57 anos) Origem Aurora, Ceará País Brasil Gêneros Forró e Frevo
Alcymar Monteiro dos Santos (Aurora (Ceará), 13 de Fevereiro de 1953), é um cantor e compositor brasileiro de Forró e Frevo.
É considerado um dos grandes intérpretes da música nordestina, mais especificamente do Forró tradicional, sendo conhecido como o Rei do Forró.
O cantor e compositor Alcymar Monteiro nasceu no distrito de Ingazeiras, em Aurora, no Ceará, e se mudou para Juazeiro do Norte, onde passou sua infância. Estudou música no Conservatório Alberto Nepomuceno, em Fortaleza. Porém foi em Recife, onde reside atualmente, que Alcymar Monteiro conseguiu se destacar no cenário musical.
Pesquisador dos ritmos nordestinos, Alcymar faz um trabalho versátil sem perder o foco na autêntica música nordestina. Em mais de três décadas de carreira já teve suas músicas gravadas por grandes nomes da MPB como Zé Ramalho e Alceu Valença. Já fez duetos com Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho, Marinês entre outros.
É totalmente contra o forró eletrônico, pois o considera como um forró lambadeado, mal tocado, mal cantado, que não vale um tostão furado.
Discografia 1985 - Música Popular Nordestina 1986 - Forroteria 1987 - Rosa dos Ventos 1987 - Portas e Janelas 1989 - Pirilampos 1990 - Forró Brasileiro 1991 - O Rei do Forró 1992 - Cantigas e Cantorias 1993 - Forró Nosso de Cada Dia 1994 - Nordestinidade 1995 - Vaquejadas Brasileiras - 1º Circuito 1996 - Cultura Popular 1996 - Vaquejadas Brasileiras - 2º Circuito 1997 - Nordestino 1997 - Vaquejadas Brasileiras - 3º Circuito 1998 - Forró e Vaquejada, vol. 1 1998 - Eterno Moleque 1998 - Ao Vivo, vol. 1 1999 - Festa Brasileira 2000 - Toques e Batuques 2000 - Os Grandes Sucessos da Vaquejada 2000 - Imaginário Popular 2001 - O Maior Forró do Mundo 2002 - Levanta Poeira 2003 - Ao Vivo, vol. 2 2003 - Forró de Todos Nós 2003 - Carnaval Multicultural 2004 - Aboios e Vaqueiros 2005 - Frevação, vol. 1 2005 - Meu Forró é Meu Canto 2006 - Frevação, vol. 2 2006 - O Verdadeiro Forró 2007 - Frevação, vol. 3 2007 - Cultura Brasileira (Ao Vivo) [CD/DVD] 2007 - Forró Brasileño 2007 - Festrilhas, vol. 1 2008 - Frevação, vol. 4 2008 - Como Antigamente, vol. 1 2009 - Cantorias Brasileiras Ligações externas Página oficial
Informação geral Nome completo Alcione Dias Nazareth Apelido A Marrom Data de nascimento 21 de Novembro de 1947 (62 anos) Origem São Luís, Maranhão País Brasil Gêneros MPB Samba Pagode Instrumentos Vocal, Trompete Período em atividade Cantora Gravadora(s) Indie Records Afiliações Alexandre Pires Beth Carvalho Jorge Aragão Martinho da Vila Victor & Leo Zeca Pagodinho Página oficial AlcioneAMarrom.com.br
Alcione Dias Nazareth (São Luís, 21 de novembro de 1947) é uma cantora, instrumentista e compositora brasileira.
Alcione detém um invejável currículo que inclui as melhores casas noturnas do eixo Rio/SP, como Canecão, Imperator, Palace e Memorial da América Latina, entre outras temporadas populares realizadas através do Projeto Seis e Meia do Teatro João Caetano (que inaugurou ao lado de Paulo Moura na década de 70) e Teatro Carlos Gomes (onde foi recordista de público). Além de apresentações em vários continentes, num total de 22 países, entre Europa, África, Leste Europeu, Oriente e, claro, todas as Américas.
No ano de 2003, a maravilhosa Marrom foi agraciada com Grammy Latino na categoria de melhor Álbum de samba. Samba, recebeu da Academia Brasileira de Letras o Prêmio de Melhor Cantora Popular, além de receber o Prêmio TIM de Música como melhor Cantora de Samba. Participou do CD "Duetos", de Neguinho da Beija-Flor, disco no qual interpretou, com o anfitrião, a música "Recomeço".
Foi homenageada pela Escola de Samba Unidos da Ponte do grupo especial do Rio de Janeiro, com o enredo ‘’Marrom Da Cor do Samba’’. Lançou o disco ‘’Brasil de Oliveira da Silva do Samba’’, no qual consta ‘’Tô Com Saudade’’ (Augusto César e Carlos Colla), ‘’FlaXFlu’’ (Arlindo Cruz e Franco), ‘’Asas de Carcará’’ (Gerude e Augusto Tampinha) e ‘’Onde o Rio é Mais Baiano’’, com participação do compositor, Caetano Veloso.
Ao longo de sua carreira, foi premiada com 21 discos de ouro, 5 de platina e um duplo de platina. Em sua galeria de troféus - com cerca de 350 peças - possui títulos e honrarias que poucos artistas conseguiram obter ao longo de suas carreiras, tais como: Ordem do Rio Branco (a mais alta comenda do Brasil), a Medalha Pedro Ernesto (concedida pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro), a Medalha do Mérito Timbira (a maior comenda concedida pelo Estado do Maranhão, foi escolhida como embaixadora do turismo do Estado do Rio de Janeiro e do Estado do Maranhão. E a emoção maior de apresentar-se para 500 mil pessoas em São Luis do Maranhão, quando foi convidada pela Paróquia da Ilha de São Luis para saudar o sumo pontífice com músicas como João de Deus, feita especialmente para a visita do Papa ao Brasil.
Biografia Alcione Dias Nazareth nasceu em São Luís do Maranhão no dia 21 de Novembro de 1947. O nome de batismo foi idéia do pai, inspirado na personagem de um livro chamado ‘’Renúncia’’. A quarta dos nove irmãos. Tem oito irmãos: Wilson, João Carlos, Ubiratan, Ribamar, Jofel, Ivone, Maria Helena e Solange. Desde pequena, graças ao pai policial e integrante da banda de sua corporação, João Carlos Dias Nazareth, inserida no meio musical maranhense, Alcione fez sua primeira apresentação já aos doze anos.
O pai, João Carlos Dias Nazareth, foi mestre da banda da Polícia Militar de São Luís e professor de música. Alem disso, foi compositor e eterno apaixonado pelo bumba-meu-boi, folguedo típico da capital maranhense. Foi ele quem lhe ensinou, ainda cedo, a tocar diversos instrumentos de sopro, como o clarinete que começou a estudar aos 9 anos. Com essa idade, tocava e cantava em festas de amigos e familiares, e na ‘’Queimação de Palhinha’’ da festa do Divino Espírito Santo.
Sua mãe, Felipa Teles Rodrigues, entretanto, guardava o desejo de que a filha aprendesse a tocar acordeon ou piano. Não queria que Alcione aprendesse a tocar instrumentos de sopro temendo que a filha ficasse tuberculosa. Sua primeira apresentação profissional foi aos 12 anos, na Orquestra Jazz Guarani, regida por seu pai. Certa noite, o crooner da orquestra ficou rouco, sendo substituído pela menina. Na ocasião, cantou com sucesso a música Pombinha Branca e o fado Ai, Mouraria.
Formou-se como professora primária na Escola Normal. Lecionou por dois anos e continuou a dedicar-se à música, tendo apresentado-se na TV do Maranhão nos anos de 1965 e 1966.
Alcione se mudou para o Rio de Janeiro em 1976, trabalhando na TV Excelsior. Começou cantando na noite, levada pelo cantor Everardo. Ensaiava no Little Club, boate situada no conhecido Beco das Garrafas, reduto histórico do nascimento da bossa nova, em Copacabana. Cantou também em boates como Barroco, Bacarat, Holiday e Bolero. Destacou-se ao vencer as duas primeiras eliminatórias do programa ‘’A Grande Chance’’, de Flávio Cavalcanti. Nessa mesma época, assinou o primeiro contrato profissional com a TV Excelsior, apresentando-se no programa ‘’Sendas do Sucesso’’. Depois de seis meses na emissora, realizou turnê por quarto meses pela América Latina. Após ter feito excursão por países da América do Sul, morou na Europa por dois anos. Voltou ao Brasil em 1972 e três anos depois ganhou o primeiro disco de ouro através do primeiro LP, A voz do samba (1975).
"Não Deixe O Samba Morrer" quando começou a ser executada nas radios do país, permaneceu 22 semanas em primeiro lugar nas paradas de sucesso.
[editar] Cronograma da carreira de Alcione 1970 Em meados dos anos 70, foi para São Paulo apresentar-se no ‘’Blow-up’’, onde conheceu o cantor Jair Rodrigues. Nessa época, também costumava apresentar-se com o cantor Emílio Santiago, na boate ‘’Preto 22’’, de Flávio Cavalcanti, em Ipanema, no Rio de Janeiro. Em seguida viajou também à Europa, onde ficou por dois anos, principalmente na Itália.
1972 De volta ao Brasil e apadrinhada por Jair Rodrigues que a levou para a Polygram, gravou o seu primeiro compacto simples, no qual constavam ‘’Figa de Guiné’’ (Reginaldo Bessa e Nei Lopes) e ‘’O Sonho Acabou’’, um presente de Gilberto Gil.
1973 Lançou outro compacto com as músicas ‘’Tem Dendê’’(Reginaldo Bessa e Nei Lopes) e ‘’Pinta de Sabido’’ (Capoeira e Rubens). Neste mesmo ano realizou uma turnê no México
1974 Participou do ‘’Festival da Canção Portuguesa’’ e gravou a música ‘’Planos de Papel’’ de Raul Seixas, especialmente para a trilha da novela ‘’O Rebu’’, da Globo.
1975 Gravou, pela Philips, um compacto duplo com quarto sambas-enredo: ‘’Imagens Poéticas de Jorge de Lima’’. Ainda neste ano, lançou, pela mesma gravadora, o primeiro LP: ‘’A Voz do Samba’’, no qual interpretou ‘’História de Pescador’’ (Candeia), ‘’Acorda Que Eu Quero Ver’’ (Carlos Dafé), ‘’Aruandê’’ (Edil Pacheco e Nélson Rufino), ‘’Batuque Feiticeiro’’ (Candeia), ‘’Espera’’ (Batatinha/Ederaldo Gentil), ‘’É Amor…Deixa Doer’’ (Mita), ‘’Todo Mundo Quer’’ (Ismael Silva), ‘’Até o Dia de São Nunca’’ (Edil Pacheco/Paulinho Diniz), ‘’Samba em Paz’’ (Caetano Veloso), ‘’A Voz do Morro’’ (Zé Keti), ‘’Etelvina, Minha Nega’’, composição do seu pai e os seus dois primeiros grandes sucessos: ‘’O Surdo’’ (Totonho e Paulinho Rezende) e ‘’Não Deixe O Samba Morrer’’ (Edson e Aloísio), que lhe renderam seu primeiro Disco de Ouro. “Não Deixe O Samba Morrer” quando começou a ser executada nas radios do país, permaneceu 22 semanas em primeiro lugar nas paradas de sucesso.
1976 Lançou o LP ‘’Morte de Um Poeta’’, no qual se destacaram os sucessos ‘’Lá Vem Você’’ (Totonho, Paulinho Rezende e Zayrinha), ‘’Morte de Um Poeta’’ (Totonho e Paulinho Rezende), ‘’É Melhor Dizer Adeus’’ (Mita) e mais uma composição do pai da cantora, ‘’Cajueiro Velho’’. No disco foi incluída a música ‘’Jesuíno Galo Doido’’ (Antônio Carlos e Jocafi), trilha Sonora do filme ‘’Pastores da Noite’’, baseado em obra de Jorge Amado.
1977 O disco de 1977, "Pra que chorar", vendeu 400 mil cópias, consagrando-a como cantora nacionalmente conhecida. Desse disco, despontaram vários sucessos de sua carreira, como "Ilha de maré" (Lupa e Walmir Lima), "Pedra que não cria limo" (Vevé Calazans e Nilton Alecrim), "Pandeiro é meu nome" (Venâncio e Chico da Silva) e a faixa-título "Pra que chorar" (Baden Powell e Vinicius de Moraes). Cantou juntamente com a orquestra de Paul Mauriat, ‘’Sabiá Marrom’’, composição feita especialmente para a sua voz e foi eleita, pelos radialistas, a cantora do ano.
1978 No ano seguinte, em 1978, lançou o LP ‘’Alerta Geral’’, com várias composições que fizeram sucesso, entre elas ‘’Sufoco’’ (Chico da Silva e Antônio José), ‘’Entre a Sola e o Salto’’ (Gilberto Gil), ‘’Eu Sou a Marrom’’ (Roberto Corrêa e Sylvio Son), ‘’Seu Rio, Meu Mar’’ (Totonho e Paulinho Rezende) e ‘’Pode Esperar’’ (Roberto Corrêa e Sylvio Son). Fez sua primeira participação em disco de outra artista, dividindo ‘’O Meu Amor’’, de Chico Buarque, com Maria Bethânia no LP ‘’Álibi’’.
1979 Em 1979, com a composição "Gostoso Veneno", de Wilson Moreira e Nei Lopes, ficou em primeiro lugar nas paradas de sucesso de todo o país. A música deu título ao LP, que trouxe, entre outras, "Menino sem juízo" (Paulinho Rezende e Chico Roque), "Rio antigo" (Nonato Buzar e Chico Anísio) e "Dia de graça" (Candeia). Cantou com Benito de Paula na posse do então Presidente João Batista Figueiredo. Comandou por dois anos, a começar de 1979, o Programa Alerta Geral, em horário nobre na Rede Globo de Televisão, sob a direção de Augusto César Vannucci. No programa, cantou com todas as grandes personalidades da MPB, como: Baden Powell, Vinícius de Moraes, Nelson Sargento, Nelson Gonçalves, Cauby Peixoto, Angela Maria, Clara Nunes, Cartola, Tom Jobim, Nelson Cavaquinho, Dorival Caymmi e tantos outros. Fundou, ao lado de João Nogueira, Clara Nunes, D. Ivone Lara, Sérgio Cabral, Elizeth Cardoso, entre outros sambistas, o Clube do Samba.
1980 Neste ano, ainda pela gravadora Philips, lançou o disco "E vamos à luta", no qual interpretou "Meu Dia de Graça" (Dedé da Portela e Sérgio Fonseca), "Quadro de Ismael" (Carlos Dafé e Toninho Lemos), "Eu Sei" (Cartola), faixa que contou com a participação especial do compositor, e, ainda, a faixa-título, de autoria de Gonzaguinha.
1981 No LP ‘’Alcione’’, ela apareceu na capa usando um colar com sete figas, já que esse era o sétimo disco de carreira. Interpretou ‘’Minha Filosofia’’ (Aluízio Machado), ‘’Novo Amor’’ (Arlindo Cruz e Rixxa, ‘’O Papeiro é Meu’’ (Zé do Maranhão e Cidney Rocha) e ‘’Pintura Sem Arte’’ (Candeia), entre outras.
1982 Em 1982 lançou o disco ‘’Vamos Arrepiar’’, que marcou a vitoriosa entrada de Alcione na RCA (hoje BMG), com destaque para a música ‘’Noite Pelo Dia’’ (Arlindo Cruz e Adilson Victor). Nesse ano, em comemoração aos dez anos de carreira fonográfica, sua gravadora lançou a coletânea ‘’Alcione Dez Anos Depois’’, reunindo alguns de seus maiores sucessos em forma de pout-pourri. Também foi escolhida como madrinha da tradicional Banda de Ipanema.
1983 Apresentou-se no México, no Teatro do Hotel Santa Isabel e cantou em 13 teatros no Japão, entre eles o Pit Inn e o Nakanu Plaza Hotel, divulgando seu LP anterior. Nesse mesmo ano, no Brasil, lançou o álbum ‘’Almas e Corações’’, disco que teve uma composição de sua autoria, ‘’Amor Em Tom Menor’’, em parceria com Nilton Barros, além de outros sucessos, como ‘’Um Ser de Luz’’ (João Nogueira, Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro), música em homenagem à Clara Nunes, falecida naquele ano e de quem foi grande amiga por muito tempo.
1984 No disco ‘’Da Cor do Brasil’’ interpretou ‘’A Luz do Vencedor’’ (Candeia e Luiz Carlos da Vila), “Mangueira Estação Primeira’’ (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro), ‘’Proa”, mais uma composição de seu pai, e dividiu faixas com os amigos: Maria Bethânia em ‘’Roda Ciranda’’ (Martinho da Vila), Luiz Gonzaga em ‘’Forrofiar’’, música feita por ele para a Marrom, e Nei Lopes em ‘’Sambeabá’’ (Nei Lopes e Sereno). Excursionou pela África portuguesa logo após o encerramento da majestosa temporada de shows no Asa Branca.
1985 Em 1985, destacou-se com a gravação da música “Nem Morta” no LP “Fogo da Vida’’. Desse mesmo disco, outras composições tornaram-se sucesso, como ‘’Mesa de Bar’’ que conta com a participação do autor, Gonzaguinha, e ‘’Ara-Kêto’’ (Edil Pacheco e Paulo César Pinheiro). Também em 85 cantou no Festival Domênica Romana na Itália.
1986 O disco ‘’Fruto e Raíz’’, lançado em 1986, foi o maior sucesso comercial de sua carreira, tendo vendido 700 mil cópias. Destacaram-se as músicas ‘’Garoto Maroto’’ (Marcos Paiva e Franco), ‘’O Que Eu Faço Amanhã…?’’ (José Augusto e Miguel Plopshi) e ‘’Comentários’’ (Michael Sullivan e Paulo Massadas).
1987 Alcione fundou a Escola de Samba Mirim da Mangueira (Grêmio Recreativo Cultural Mangueira do Amanhã), da qual é Presidente de Honra, o Centro de Arte da Mangueira (Mangueirarte) e o Centro de Apoio. O disco ‘’Nosso Nome: Resistência’’, lançado naquele ano, teve outros grandes sucessos imortalizados na sua voz, como ‘’Ou Ela Ou Eu’’ (Flávio Augusto e Carlos Rocha), ‘’Meu Vício é Você’’ (Chico Roque e Carlos Colla), ‘’Estranha Loucura’’ (Michael Sullivan e Paulo Massadas), ‘’Novo Endereço’’ (Jorge Aragão e Sombrinha), ‘’Raio de Luar’’ (Dauro do Salgueiro e Nei Lopes) e ‘’Autonomia’’ (Cartola).
1988 Lançou o LP ‘’Ouro e Cobre’’, com destaque para as músicas ‘’Pior É Que Eu Gosto’’ (Isolda), ‘’Maranhão, Meu Tesouro, Meu Torrão’’ (Humberto do Boi Maracanã), “Manguererê” (Serginho Meriti e Nonô do Morro Azul), ‘’Toque Macio’’ (Alberto Gino) e ‘’Vizinha Faladeira’’ (Arlindo Cruz, Luiz Carlos da Vila e Acyr Marques). Nesse mesmo ano, realizou temporada de 28 shows na União Soviética, cantando em estádios e teatros como: Moscou, Leningrado, Kiev, Tallinn e Vilnius. Também cantou no Festival de Montreux, na Suíça, e foi homenageada pela Escola de Samba Flor do Samba, em São Luís.
1989 O LP ‘’Simplesmente Marrom’’ marcou uma pausa no lançamento anual de repertório inédito e revisou os sete anos de Alcione na gravadora RCA (hoje BMG), fazendo uma releitura de grandes sucessos lançados nesse período. Foi ainda homenageada pela Escola de Samba Independentes do Cordovil no Rio de Janeiro.
1990 Com o disco de inéditas ‘’Emoções Reais’’, Alcione ganhou destaque com ‘’Melhores Momentos’’ (Michael Sullivan e Paulo Massadas), ‘’De Teresina a São Luís’’ (João do Valle e Helena Gonzaga) e ‘’Dona Zica e Dona Neuma’’ (Zé Luiz, Nei Lopes e Carlinhos Sete Cordas).
1991 Foi escolhida para cantar a saudação ao papa João Paulo II na missa e que ele ministrou em São Luís. Lançou nesse ano o disco “Promessa”, no qual se destacaram as composições ‘’Medo’’ (Roberta Miranda e Vera Veríssimo), ‘’Cunhã e Curumim’’ (Altay Veloso e Paulo César Feital), ‘’Tanto Que Aprendi De Amor’’ (Fátima Guedes), ‘’Na Ginga do Amor’’ (Marley e Marques) e ‘’Divina e Mulher’’ (Arlindo Cruz e Luiz Carlos da Vila), um tributo à Elizeth Cardoso.
1992 Lançou o disco ‘’Pulsa Coração’’, interpretando ‘’Delírios de Amor’’ (Chico Roque e Carlos Colla), ‘’Mironga do Mato’’ (Wilson Moreira e Nei Lopes) e ‘’Coração Brasileiro’’ (Arlindo Cruz, Franco e Acyr Marques). Foi escolhida pela ONU como um dos símbolos internacionais na luta contra o Apartheid e excursionou pela primeira vez pelos Estados Unidos.
1995 Para comemorar os 25 anos de carreira fonográfica, Alcione lançou o disco ‘’Profissão Cantora’’ e participou do disco-homenagem ‘’Clara Nunes Com Vida’’, no qual fez dueto (com voz incluída posteriormente) com a homenageada na faixa ‘’Sem Companhia’’ (Ivor Lancellotti e Paulo César Pinheiro). Ainda nesse ano, representou o País em especial para a Televisa/México, dedicado somente ao Brasil, juntamente com Edu Lobo, Francis Hime e a campeã do Carnaval de 95, Imperatriz Leopoldinense.
1996 No disco ‘’Tempo de Guarnicê’’, Alcione gravou sua primeira música internacional. Trata-se de ‘’Overjoyed’’ (Stevie Wonder). Ainda nesse disco, cantou ‘’Mar de Carinhos’’(Arlindo Cruz e Aluizio Machado), ‘’Minha Outra Metade’’ (Michael Sullivan e Carlos Conceição), ‘’Não Pense Em Mim’’ (Gilson e Carlos Colla), ‘’Acorda, Meu Amor’’ (Arlindo Cruz e Jorge Davi), ‘’Estrela Luminosa’’ (Altay Veloso) e a faixa de Ronald Pinheiro, Gerude e Omar Cutrim, que dá nome ao disco.
1997 Reverenciando a nova geração do samba, a Marrom lança o disco ‘’Valeu’’, que incluiu as canções ‘’Valeu Demais’’ (Leando Lehart), ‘’Quem De Nós’’ (Pagom/Roberto Corrêa), ‘’Essa Tal Liberdade’’ (Chico Roque e Paulo Sérgio Valle), ‘’Luz do Desejo’’ (Délcio Luiz e Adalto Magalha) e ‘’Entidade’’ (Altay Veloso e Paulo César Feital). Completou 50 anos com vários dias de grande festa em São Luís, batizado de Marrom Folia, com temporada de shows e exposições no Teatro Arthur Azevedo.
1998 Em 98, lançou o CD “Celebração” em comemoração aos 27 anos de carreira. Nesse trabalho, contou com a participação especial de Djavan, Maria Bethânia, Sandra de Sá, Ed Motta, Alexandre Pires, Cássia Eller e Rita Ribeiro. No mesmo ano, participou do disco ‘’Chico Buarque da Mangueira’’, no qual interpretou ‘’Estação Derradeira’’ (Chico Burque). Ainda nesse disco, interpretou outras composições em dueto com Nelson Sargento, Leci Brandão e o próprio homenageado, entre outros.
1999 Em 1999, lançou o CD "Claridade", disco em homenagem à cantora Clara Nunes, no qual interpretou músicas que foram sucesso na voz da amiga, como "Mineira" e "As Forças da Natureza", ambas de João Nogueira e Paulo César Pinheiro, "Canto da Três Raças" e "Menino Deus", parcerias de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, "O Mar Serenou" (Candeia), "Juízo Final" (Nelson Cavaquinho e Élcio Soares), "Morena de Angola" (Chico Buarque), "Feira de Mangaio" (Sivuca e Glorinha Gadelha), "Ê, Baiana" (Fabríco da Silva, Baianinho, Ênio Santos e Miguel Pancrácio), "Alvorecer" (Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho), entre outras. O disco foi muito bem recebido pela crítica e pelo público e o show, homônimo, destacou-se no cenário musical carioca no ano 2000. Ainda em 99, recebeu o Prêmio Griô concedido pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro a personalidades negras em destaque. Em São Luís, fundou o bloco carnavalesco “Esbandalhada” com amigos e familiares.
2000 Gravou no Garden Hall, no Rio de Janeiro, ‘’Nos Bares da Vida’’, primeiro registo ao vivo da discografia de Alcione. Nesse disco, interpretou ‘’Este Seu Olhar’’ (Tom Jobim), ‘’Última Forma’’ (Baden Powell e Paulo César Pinheiro), ‘’A Noite do Meu Bem’’ (Dolores Duran), ‘’Que Sejam Bem-Vindos’’ (Cartola), ‘’Olha’’ (Roberto Carlos e Erasmo Carlos), ‘’Pra Machucar Meu Coração’’ (Ary Barroso), ‘’De Onde Vens’’ (Dori Caymmi e Nelson Motta) e ‘’Carinhoso’’ (Pixinguinha e João de Barro).
2001 Em 2001, participou, com Ana Carolina e Maria Bethânia, do projeto "MPB no Canecão", no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano lançou o CD "A paixão tem memória", do qual se destacou o sucesso "Além da cama".
2002 Em março de 2002, apresentou-se na casa de shows Olimpo, no Rio de Janeiro. Na ocasião, gravou o segundo disco ao vivo, com regravações de antigos sucessos e ainda duas composições inéditas em sua interpretação, uma delas, "Depois do Prazer" (Chico Roque e Sérgio Caetano), música de trabalho desse disco. Ainda em 2002, ao lado de Chico Buarque, Abel Silva, Antônio Cícero, Paulinho Lima, Elisa Lucinda, Ana Terra, Leila Coelho Frota, Adélia Prado, Afonso Romano de Sant'Anna, Ritchie, Ronaldo Bastos, Fernando Brant, Gabriel, O Pensador, José Carlos Capinam e Murilo Antunes, entre outros, num total de 149 pessoas, participou do álbum com quatro CDs em homenagem ao poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade. O álbum intitulado "Reunião - O Brasil Dizendo Drummond" foi lançado pelo selo Luz da Cidade. Neste mesmo ano de 2002 participou do CD e DVD "Jorge Aragão Ao vivo Convida", lançado pela gravadora Indie Records, onde interpretou "Enredo do Meu Samba" (Jorge Aragão e Dona Ivone Lara) em dueto com o anfitrião. Participou, também, do disco "Toda Emoção Vale a Pena", de Alex Guedes, interpretando em dueto com Alex "Eu Sei Que Vou Te Amar" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), tema da novela "O Beijo do vampiro", da Rede Globo. Participou do show "Concertos MPBR", no Canecão, ao lado de Elton Medeiros, Zé Renato e Dona Ivone Lara.
2003 Neste mesmo ano, pela gravadora Indie Records, lançou o CD "Alcione Ao Vivo 2", com vários sucessos de sua carreira e algumas músicas inéditas, entre eles: "Não Deixe o Samba Sorrer" (Edson e Aloísio), "Quando Você Quiser" (Chico Roque e Sérgio Caetano), "O mundo é De Nós Dois" (Zeppa e Carlos Cola) e "Serei Sempre Tua" (Arlindo Cruz, Acyr Marques e Jorge David). No CD/DVD gravado na casa de espetáculos Olimpo, no Rio de Janeiro, contou com a participação especial de Jamelão em dois grandes momentos: no pout-pourri de Lupicínio Rodrigues cantando as músicas “Nunca” e “Vingança”, e no Samba-Enredo de 2003 da Estação Primeira de Mangueira. Como se não bastasse, Alcione fez outro pout-pourri com a participação especial do grupo de dança Tambor de Crioula, cantando as músicas “Cajueiro Velho”, de seu pai João Carlos, e “Tambor de Crioula”, de Júnior e Oberdan de Oliveira. Além disso, nos presenteou com um belíssimo dueto com Maria Bethânia, registrado em estúdio para sair como bônus track do DVD. Juntas, Marrom e Bethânia cantaram “Ternura Antiga”, de Dolores Duran e J. Ribamar. Regravou "Vendaval da Vida" (Noca da Portela e Décio Carvalho), "A Volta da Gafieira" (Dedé da Portela e Dida), "Profecia" (Candeia), "As Rosas Não Falam" (Cartola) e "Retalhos de Cetim", autoria de Benito di Paula. O disco foi lançado em show no Canecão, no Rio de Janeiro e chegou a marca de 150 mil cópias vendidas poucos meses após o lançamento. Em 21 de novembro de 2003, dia do seu aniversário, foi inaugurado o viaduto Alcione Nazaré em São Luís. A cerimônia, realizada no Palácio do Governo do Estado do Maranhão, contou com a presença do então governador Reinaldo Tavares. Foi a intérprete escolhida pela Escola de Samba Tradição para a gravação do samba-enredo "Contos de Areia" (Dedé da Portela e Norival Reis) no disco oficial da LIESA (Liga Independente das Escolas de Samba) para o ano de 2004. Ainda nesse ano, em comemoração aos 30 anos de carreira, foram relançados 8 discos da década de 80 em cd. Também fundou juntamente com os integrantes da "Esbandalhada" a banda "Fuleragem" que fazia shows no carnaval maranhense.
2004 No ano de 2004, lançou pela gravadora Indie Records o CD "Faz Uma Loucura Por Mim", interpretando composições de Jorge Aragão, Sombrinha, Nei Lopes, Roberto e Erasmo, Chico Roque, Carlos Colla, Paulo Sérgio Valle, Michael Sullivan, D. Ivone Lara, Reinaldo Arias, Roque Ferreira e os novatos Vander Lee e Telma Tavares, entre outros. No disco também foram incluídas "Você Me Vira a Cabeça " (Me Tira do Sério) que fez parte da trilha da novela "Da Cor do Pecado" e ainda "Sem Saída", com participação do cantor Belo. Recebeu o "Prêmio Tim 2004" na categoria "Melhor Cantora de Samba".
2005 Em 2005, a Sony lançou a coletânea "Alcione e Amigos", na qual a cantora faz duetos com Jair Rodrigues, Nelson Gonçalves, Maria Bethânia, Fernando di Carvalho e Mussum, entre outros. Ganhou outra vez o "Prêmio Tim" na categoria de "Melhor Cantora de Samba". Lançou o disco "Uma Nova Paixão", produzido por Jorge Cardoso, com várias composições inéditas, como a homenagem ao mestre Jamelão em "Pedra 90" e ainda as faixas ‘’Meu Ébano’’ (Neneo e Paulinho Rezende), "O Samba Vai Balançar" (Sérgio Santos e Paulo César Pinheiro) e a faixa-título de autoria de Gustavo Lins e Humberto Tavares. Ainda em 2005, os poetas Salgado Maranhão e Armando Nogueira gravaram os poemas "Aboio" e "Samba e Futebol" para a abertura da turnê nacional e internacional do show "Uma Nova Paixão". Participou do CD "Amorágio", de Salgado Maranhão, no qual interpretou a faixa "Diamante Bruto", de Zé Américo e Salgado Maranhão. Foi escolhida como madrinha do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, cantando na cerimônia comemorativa dos 150 anos da Corporação no Teatro João Caetano.
2006 Em 2006, fez turnê pelos Estados Unidos apresentando-se na "Lifetime Achievement Award", na festa da nona edição do "Annual Brazilian Press" (evento que tem como objetivo a celebração da cultura e da imagem do Brasil no exterior) no Broward Center For The Performing Arts, em Fort Lauddardale, na Flórida, e ainda Hard Rock Live, em Orlando, e no Teatro Tam Boston, na cidade de Medford, em Massachussets. De volta ao Brasil, com participações especiais de Os Gênesis (dupla angolana), Jefferson Jr e César Nascimento e sua Usina de Percussão, fez o lançamento do CD/DVD "Uma Nova Paixão Ao Vivo" no Canecão, tendo ainda as participações de Marcelo D2, Leci Brandão e o ator Aílton Graça. O espetáculo teve a apresentação do poema "Aboio", por Salgado Maranhão e do texto "Samba e Futebol", por Armando Nogueira.
2007 No ano de 2007 lançou, pela gravadora Indie Records, o CD/DVD "De Tudo Que Eu Gosto", no qual contou com as participações especiais de Gilberto Gil na faixa "Entre a Sola e o Salto" (Gilberto Gil), Serginho Meriti e Marcelo Falcão na faixa "Mangueira é Mãe" (Serginho Meriti e Claudinho Guimarães) e Hormero Ferreira na valsa "Marcas do Passado" (Homero Ferreira). No disco também foram incluídas as composições "Perdeu, Perdeu" (Chico Roque e Sérgio Caetano), "Maria da Penha" (Evandro Lima e Paulinho Rezende), "Quando o Amor Bateu na Porta" (Altay Veloso), "Laço de Cobra" (Nílton Barros), "Luz do Nosso Amor" (Sombrinha, Rubens Gordinho e Nílton Barros), "Laguidibá" (Magno de Souza, Maurílio de Oliveira e Nei Lopes), "300 Anos " (Altay Veloso e Paulo César Feital), "Eu Te Procuro" (Dhemma, Silvão e Francisco do Pagode) e "Agarradinho", de autoria de Roque Ferreira e Telma Tavares. Ainda em 2007, em dupla com Elton Medeiros, gravou a faixa "Pressentimento" (Élton Medeiro e Hermínio Bello de Carvalho) para o CD e DVD do selo Zecapagodisco, filiado à Universal Music. Foi homenageada pela Escola de Samba Turma do Quinto em São Luís.
2008 Ganhou mais uma edição do troféu Samba de Primeira, participou da gravação do DVD ‘’Em Casa’’ do cantor Alexandre Pires na faixa "Depois do Prazer" (Chico Roque e Sérgio Caetano e do DVD ‘’Paz Sim, Violência Não’’, divindo ‘’Nossa Senhora’’ (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) com o Padre Marcelo Rossi e recebeu mais uma edição do Prêmio Tim , na categoria Melhor Cantora de Samba. Participou do show ‘’Maranhão Solidário’’ em amparo às vítimas das enchentes no seu estado natal.
2009 No ano de 2009, Alcione foi homenageada pela Escola de Samba Juventude Imperial em Juiz de Fora, Minas Gerais. Fundou com amigos e familiares, o Movimento de Amor ao Próximo em São Luís.
Ao longo de sua carreira, foi premiada com 21 discos de ouro, 5 de platina e um duplo de platina. Em sua galeria de troféus - com cerca de 350 peças - possui títulos e honrarias que poucos artistas conseguiram obter ao longo de suas carreiras, tais como: Ordem do Rio Branco (a mais alta comenda do Brasil), a Medalha Pedro Ernesto (concedida pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro), a Medalha do Mérito Timbira (a maior comenda concedida pelo Estado do Maranhão, foi escolhida como embaixadora do turismo do Estado do Rio de Janeiro e do Estado do Maranhão. E a emoção maior de apresentar-se para 500 mil pessoas em São Luis do Maranhão, quando foi convidada pela Paróquia da Ilha de São Luis para saudar o sumo pontífice com músicas como João de Deus, feita especialmente para a visita do Papa ao Brasil.
Vários prêmios importantes da MPB fazem parte de sua coleção. Além dos Prêmios Sharp de Música, dos quais ela possui nove dos onze anos em que existiu, a artista é detentora de um sem número de prêmios: Prêmio Caras, Globo de Ouro (da TV Globo), Rádio Globo, o Antena de Ouro, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como: O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU).
Prêmios e homenagens Considerada um dos orgulhos do Maranhão, a cantora Alcione recebeu várias homenagens não apenas na sua terra natal como em diversas partes do Brasil. Apenas para citar as mais importantes, veja: Alcione virou nome de um importante teatro, localizado no centro histórico de São Luís, sua terra natal; Em 2003 foi inaugurado, também em São Luís, o Elevado Alcione Nazareth, um importante viaduto que liga os bairros Ipase e Vila Palmeira. No Rio de Janeiro, foi tema de samba-enredo em 1994 da escola de samba Unidos da Ponte, com o enredo Marrom da cor do samba, embora a cantora se declare amante da escola de samba Mangueira.
Foi homenageada pela Escola de Samba Unidos da Ponte do grupo especial do Rio de Janeiro, com o enredo ‘’Marrom Da Cor do Samba’’. Lançou o disco ‘’Brasil de Oliveira da Silva do Samba’’, no qual consta ‘’Tô Com Saudade’’. Na sua terra natal foi homenageada pela Escola de Samba Turma do Quinto em São Luís. Em 2009z, Alcione foi homenageada pela Escola de Samba Juventude Imperial em Juiz de Fora, Minas Gerais.
Vários prêmios importantes da MPB fazem parte de sua coleção. Além dos Prêmios Sharp de Música, dos quais ela possui nove dos onze anos em que existiu, a artista é detentora de um sem número de prêmios: Prêmio Caras, Globo de Ouro (da TV Globo), Rádio Globo, o Antena de Ouro, entre outros. Além desses, prêmios de grande vulto internacional como: O Pensador de Marfim (concedido pelo Governo de Angola), Personalidade Negra das Artes (concedido pelo Conselho Internacional de Mulheres) e A Voz da América Latina (concedido pela ONU).
Alcione recebeu diversos prêmios ao longo da carreira, dos quais vários discos de ouro e platina.Uma prova disso, desde de o início do Prêmio Tim de Música que ela sempre é eleita como a melhor cantora de samba, fazendo parte também do ABC da Música composto por: A: Alcione, B: Beth Carvalho e C: Clara Nunes.
Curiosidades sobre Alcione Alcione se apresentou no México, no Teatro do Hotel Santa Isabel e cantou em 13 teatros no Japão, entre eles o Pit Inn e o Nakanu Plaza Hotel, divulgando seu LP anterior. Também em 85 cantou no Festival Domênica Romana na Itália.
O disco ‘’Fruto e Raíz’’, lançado em 1986, foi o maior sucesso comercial de sua carreira, tendo vendido 700 mil cópias.
Alcione, uma incorrigível precursora, fundou a Escola de Samba Mirim da Mangueira (Grêmio Recreativo Cultural Mangueira do Amanhã), da qual é Presidente de Honra, o Centro de Arte da Mangueira (Mangueirarte) e o Centro de Apoio.
Em 1988 realizou temporada de 28 shows na União Soviética, cantando em estádios e teatros como: Moscou, Leningrado, Kiev, Tallinn e Vilnius. Também cantou no Festival de Montreux, na Suíça, e foi homenageada pela Escola de Samba Flor do Samba, em São Luís.
Em 1991, foi escolhida para cantar a saudação ao papa João Paulo II na missa e que ele ministrou em São Luís.
Alcione foi escolhina para ser embaixadora do turísmo na cidade de Rio de Janeiro e na sua terra natal em São Luís.
Em 1992, foi escolhida pela ONU como um dos símbolos internacionais na luta contra o Apartheid e excursionou pela primeira vez pelos Estados Unidos
Em 1997, completou 50 anos com vários dias de grande festa em São Luís, batizado de Marrom Folia, com temporada de shows e exposições no Teatro Arthur Azevedo.
Em São Luís, no ano de 1999 fundou o bloco carnavalesco “Esbandalhada” com amigos e familiares.
No disco ‘’Tempo de Guarnicê’’, Alcione gravou sua primeira música internacional. Trata-se de ‘’Overjoyed’’ (Stevie Wonder).
Identificando-se com o samba, desde cedo tornou-se fervorosa simpatizante da Mangueira, Escola que reunia grandes sambistas na capital do Rio.
Ganhou o apelido de Marrom, com o qual também é conhecida, e o primeiro grande sucesso foi Não deixe o samba morrer, de Edson e Aluísio, no repertório do primeiro LP.
Em mais de três décadas de carreira, ganhou prêmios de dezenove discos de ouro, dois de platina e um duplo de platina; por dois anos consecutivos, ganhou o prêmio Tim na categoria melhor cantora de samba, entre 2004 e 2005.
Além de Não deixe o samba morrer, foram consagradas na voz de Alcione inúmeras canções, como: Sufoco, Gostoso veneno, Rio Antigo, Nem morta, Garoto maroto, A profecia, Delírios de amor, Uma nova paixão, Depois do prazer, Enquanto houver saudade, Estranha loucura, Faz uma loucura por mim, A loba, Retalhos de cetim, Qualquer dia desses, Pode esperar, O que eu faço amanhã, O surdo, Pior é que eu gosto, Meu vício e você, Pandeiro é meu nome, Você me vira a cabeça, Quem de nós, Mineira, Meu ébano, dentre muitas outras.
Alcione é moradora do Rio de Janeiro, capital.
Em 2009 Fundou com amigos e familiares, o Movimento de Amor ao Próximo em São Luís.
"Eu bati uma perna pelo mundo desde que saí de São Luis do Maranhão e vim para o Rio. Mas, 37 anos de carreira não podem ser resumidos a uma coleção de troféus e a confecção de um disco ou uma temporada. Preciso dar uma satisfação a todo o Brasil do que me tornei e do que andei fazendo nesses anos todos". diz Alcione em sua página oficial. Discografia Universal Music / Philips A Voz do Samba (1975) Morte de um poeta (1976) Pra que chorar (1977) Alerta geral (1978) Gostoso veneno (1979) E vamos à luta (1980) Alcione (1981) Dez anos depois (1982) [editar] Sony BMG / RCA Vamos arrepiar (1982) Almas e Corações (1983) Da cor do Brasil (1984) (Ouro) Fogo da vida (1985) (Ouro) Fruto e raiz (1986) (Platina) Nosso nome: resistência (1987) (Platina) Ouro & Cobre (1988) (Ouro) Simplesmente Marrom (1989) (Ouro) Emoções Reais (1990) Promessa (1991) Pulsa, coração (1992) (Ouro) Brasil de Oliveira da Silva do Samba (1994) (Ouro) Profissão: Cantora (1995) Tempo de Guarnicê (1996) [editar] Universal Music / Polygram Valeu - Uma Homenagem à Nova Geração do Samba (1997) (Ouro) Celebração (1998) (Ouro) Claridade (1999) (Ouro) Nos Bares da Vida (2000) - ao vivo (Platina) A Paixão tem Memória (2001) (Ouro) [editar] Indie Records Ao Vivo (2002) (Platina) Ao Vivo 2 (2003) (Platina) Alcione - Duetos(2004) Faz Uma Loucura por Mim (2004) (Platina) Faz Uma Loucura por Mim - Ao Vivo (2005) Alcione e Amigos([2005]) Uma Nova Paixão (2005) (Ouro) Uma Nova Paixão - Ao Vivo (2006) (Ouro) Coleções - Grandes Sucessos de Alcione(2007) De Tudo Que eu Gosto(2007) Raridades(2008) Acesa(2009) Ligações externas O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Alcione.Página oficial Alcione no Dicionário Cravo Albin
Alceu Valença Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Informação geral Nome completo Alceu Paiva Valença Data de nascimento 1 de julho de 1946 (64 anos) Origem São Bento do Una, Pernambuco País Brasil Gêneros MPB Página oficial Site Oficial
Alceu Paiva Valença (São Bento do Una, 1 de julho de 1946) é um cantor e compositor brasileiro. Seu disco de estreia foi gravado em parceria com Geraldo Azevedo.
Nasceu no interior de Pernambuco, nos limites do sertão com o agreste. É considerado um artista que atingiu maior equilíbrio estético entre as bases musicais nordestinas com o universo dos sons elétricos da música pop. Influenciado pelos maracatus, cocos e repentes de viola, Alceu conseguiu utilizar a guitarra, - que chegou a galope montada nas costas do rock and roll de Elvis - com baixo elétrico e, mais tarde, com o sintetizador eletrônico nas suas canções.
Por conta disso, conseguiu dar nova vida a uma gama de ritmos regionais, como o baião, coco, toada, maracatu, frevo, caboclinhos e embolada e repentes cantados com bases rock'n'roll e blues. Sua música e seu universo temático são universais, mas a sua base estética está fincada na nordestinidade.
Biografia O envolvimento de Alceu com a música começa na infância, através dos cantadores de feira da sua cidade natal. Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Marinês, três dos principais irradiadores da cultura musical nordestina, foram captados por ele pelos nostálgicos serviços de alto-falante da cidade. Em casa, a formação ficou por conta do avô, Paulo Alves Valença, que era poeta e violeiro. Aos 10 anos vai para Recife, onde mantém contato com a cultura urbana, e ouve a música de Orlando Silva e Dalva de Oliveira, alternando com o emergente e rebelde ritmo de Little Richard, Ray Charles e outros ícones da chamada primeira geração do rock'n'roll.
Recém-formado em Direito no Recife, em 1969, desiste das carreiras de advogado e jornalista - trabalhou como correspondente do Jornal do Brasil - e resolve apostar no talento e na sensibilidade artística.
Em Recife, a profusão de folguedos vindos de todas as regiões do estado, notadamente no carnaval, onde até hoje os grupos se confraternizam, seria decisiva na solidificação de uma das mais febris personalidades da música brasileira. Inerente a sua obra, o sentido cosmopolita de fazer arte, de forma direta e que refletisse a sua vivência e bagagem cultural de homem nordestino, sua história, seu povo e as novidades da música. A partir daí, o mago de Pernambuco amadurece a ideia de colocar a guitarra e o teclado nessas vertentes da música da sua região. A atitude em si não é novidade visto que os tropicalistas já tinham fundido o baião de Luiz Gonzaga com as guitarras. Alceu, entretanto foi mais fundo: pesquisou duplas de emboladores como Beija Flor e Treme Terra, Geraldo Mouzinho e Caximbinho, embolou-se com os maracatus de Pernambuco, bebeu na fonte dos aboios mouriscos, dos pífanos, rabecas e pandeiros, cozinhou tudo na panela do rock, e o resultado é uma obra atemporal, de qualidade.
Em 1971, vai para o Rio de Janeiro com o amigo e incentivador Geraldo Azevedo. Começa a participar de festivais universitários, como o da TV Tupi com a faixa Planetário. Nada acontece. Nenhuma classificação, pois a orquestra do evento não conseguiu tocar o arranjo da canção.
Em 1980, Lança o LP “Coração Bobo” (Ariola), cuja música de mesmo nome estoura nas rádios de todo o país, revelando o nome de Alceu Valença para o grande público. Apresenta-se em vários estados brasileiros.
Em 1996, Ao lado de Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Elba Ramalho participa da série de shows “O Grande Encontro”, que percorreu diversas cidades brasileiras e registrada pela gravadora BMG no CD de mesmo nome.
Em julho de 2000, participa da noite “Pernambuco em canto: carnaval de Olinda”, no Festival de Montreux (Suíça), ao lado de Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos e Moraes Moreira.
Em maio de 2003, grava novo projeto ao vivo no Rio de Janeiro (Indie Records), reunindo vários sucessos em CD e, pela primeira vez, em DVD. Em julho, é agraciado com o Prêmio Tim de Música Brasileira na categoria "Melhor cantor regional", pelo CD "De Janeiro a Janeiro", em cerimônia realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Ainda nesse mês chega às lojas o CD "Ao vivo em todos os sentidos". Em agosto o DVD do mesmo projeto é lançado.
Em 2009, vem trabalhando no seu filme Cordel Virtual (a Luneta do Tempo) que é um musical que não segue a linha de nenhum musical tradicional. No fundo, é um mergulho que faz em sua infância, no seu passado e este passado tem a trilha sonora das ruas do Nordeste, dos cantadores anônimos, coquistas, violeiros, emboladores, cegos arautos de feira, da música de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, do samba-canção dos anos 50, da música contemporânea brasileira. Um documento para se pensar a cultura do Brasil e do Nordeste.
Discografia Alceu Valença & Geraldo Azevedo (aliás Quadrafônico) (Copacabana - 1972) - Vinil / CD A Noite do Espantalho (Continental - 1974) Molhado de Suor (Som Livre - 1974) - Vinil / CD Vivo! (Som Livre - 1976) - Vinil Espelho Cristalino (Som Livre - 1977) - Vinil / CD Saudade de Pernambuco (Society France de Produción - 1979) Coração Bobo (Ariola - 1980) - Vinil / CD Cinco Sentidos (Ariola - 1981) - Vinil Ao Vivo (Festival de Montreux-Suiça) (1982) Cavalo de Pau (Ariola - 1982) - Vinil / CD Anjo Avesso (Ariola - 1983) - Vinil Brazil Night / Ao Vivo Montreux [com Milton Nascimento e Wagner Tiso] (1983) Mágico (Barclay/Polygram - 1984) - Vinil Estação da Luz (RCA Victor - 1985) - Vinil / CD Ao Vivo (Barclay/Polygram - 1986) - Vinil / CD Rubi (RCA Victor - 1986) - Vinil / CD Leque Moleque (BMG Ariola - 1987) - Vinil / CD Oropa, França e Bahia (BMG Ariola - 1988) - ao vivo no Scala 1, Rio de Janeiro - Vinil / CD Andar Andar (EMI/Odeon - 1990) - Vinil / CD 7 Desejos (EMI/Odeon - 1992) - Vinil / CD Maracatus, Batuques e Ladeiras (BMG Ariola - 1994) - Vinil / CD O Grande Encontro (BMG Ariola - 1996) - ao vivo em conjunto com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho - CD O Grande Encontro 2 (1997) - ao vivo em conjunto com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho Sol e Chuva (Som Livre - 1997) - CD Forró de Todos os Tempos (Sony Music - 1998) - CD Todos os Cantos (Abril Music - 1999) - ao vivo em Olinda, Recife e no Montreux Jazz Festival O Grande Encontro 3 (2000) - ao vivo em conjunto com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho Forró Lunar (Columbia - 2001) - CD De Janeiro a Janeiro (Tropicana Produções - 2002) - CD Em Todos os Sentidos (Indie Records - 2003) - CD / DVD Na Embolada do Tempo (Indie Records - 2005) - CD Marco Zero - Ao Vivo (Indie Records - 2006) - CD / DVD Ciranda Mourisca (Biscoito Fino - 2009) - CD Ver também Artistas do Brasil Ligações externas O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Alceu Valença.Página oficial A canção de Alceu Valença Website independente, com todas as letras, trechos de canção e glossário. Alceu Valença NordesteWeb O Primeiro site de Alceu Valença na Internet, em 1997. O introdutor do glossário posteriormente reproduzido em outros sites (com autorização)
Albertinho Fortuna Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Informação geral
Alberto Fortuna Vieira de Azevedo (Vila Nova de Gaia, 28 de outubro de 1922 — Niterói, 1º de julho de 1995) foi um cantor luso-brasileiro.
Veio para o Brasil aos seis meses de vida, sua família se fixando em Niterói. Residia no bairro Santa Rosa e estudava no Colégio Salesiano, destacando-se no coro da escola.
Quando tinha oito anos, convidado por um amigo da família, foi cantar na Rádio Mayrink Veiga e, conseguindo agradar ao público, para lá retornou várias vezes, já pedindo um cachê de dez mil réis.
Continuou seus estudos no Instituto de Humanidades, cujo diretor era Gomes Filho, conhecido jornalista e compositor, que estava inaugurando em Niterói a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, da qual era diretor. Albertinho foi um dos pioneiros da emissora, em 1936.
Nesse ano, Zezé Fonseca providenciou seu retorno para a Mayrink Veiga, pedindo a César Ladeira, diretor artístico da rádio, que o testasse. Albertinho foi aprovado e contratado por 400 mil réis mensais, recebendo também de Ladeira o slogan de O garoto que vale ouro. Um menino de treze anos, apresentou-se várias vezes junto de Carmen Miranda, a maior estrela da emissora.
Parou de cantar por dois anos devido à fase da mudança de voz, retornando, em 1938, na Rádio Tupi. Depois de uma temporada na mesma, foi para a Rádio Educadora do Brasil, convidado por Saint Clair Lopes e Luís Vassalo.
Em 1940, mudou-se para a Rádio Nacional, onde passou a fazer parte do Trio Melodia, criado para o lançamento do programa “Um milhão de melodias”, que começou a ser apresentado em 1943, ao lado de Nuno Roland e Paulo Tapajós. Pela qualidade de seus integrantes, o trio gravaria vários discos e acompanharia muitos dos melhores cantores da época.
Entretanto, Albertinho continuou sua carreira solo paralelamente e, em 1944, gravou o primeiro disco na Continental, acompanhado das Três Marias, com o samba Ai, que saudades da Amélia (Ataulfo Alves e Mário Lago). Sua segunda gravação, no ano seguinte, foi a valsa “Meu coração te fala”, de Pedro Raimundo, o qual o acompanhou no acordeão e uma declamação. Foi um grande sucesso. Também alcançou grande êxito no carnaval de 1947, com a Marcha dos gafanhotos (Eratóstenes Frazão e Roberto Martins).
Apesar disso, Albertinho é prestigiado principalmente como cantor romântico. Gravou muitas versões, entre as quais a do tango Mano a mano, de Carlos Gardel e E. Razzano, com versão de Flores Ghiaroni, em 1952. Em 1959, gravou o samba-canção Eu sei que vou te amar (Tom Jobim e Vinícius de Moraes).
Gravou ainda pelos selos Victor, Star, Carnaval e, majoritariamente, Continental, onde gravou seus elepês: “Tangos de ontem e hoje” (1956), “Albertinho Fortuna canta tangos inesquecíveis” (1957), “Tudo é amor” (1959), “Tangos inesquecíveis” (1960) e “Prelúdio” (1963).
Alaíde Costa Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Informação geral Nome completo Alaíde Costa Silveira Mondin Gomide Data de nascimento 8 de Dezembro de 1935 (74 anos) Origem Rio de Janeiro País Brasil Gêneros Bossa nova Instrumentos voz Outras ocupações compositora
Alaíde Costa Silveira Mondin Gomide, mais conhecida como Alaíde Costa, (Rio de Janeiro, 8 de dezembro de 1935) é uma cantora e compositora brasileira.
Começou no programa A raia miúda de Renato Murce. Com um canto suave e sussurrado, é considerada uma das perfeitas vozes do país. Consagrou em 1964 com Onde está você?, grande marco da voz, que embalou casais. Com quinze discos gravados em cinqüenta anos de carreira, participou dos principais programas de televisão e de rádio no eixo Rio-São Paulo. Tema de reportagens de jornais e revistas, participou de festivais internacionais e recebeu importantes prêmios e homenagens de expoentes da música popular brasileira. Uma das grandes referências musicais do movimento surgido em 1957, a bossa nova, frequentava a boemia do Beco das Garrafas, em Copacabana.
Agostinho dos Santos Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Agostinho dos Santos Informação geral Data de nascimento 25 de abril de 1932 Origem São Paulo País Brasil Data de morte 12 de julho de 1973 (41 anos) Gêneros bossa nova Instrumentos voz Outras ocupações cantor e compositor
Agostinho dos Santos (São Paulo, 25 de abril de 1932 — Paris, 12 de julho de 1973) foi um cantor e compositor brasileiro. Seu maior sucesso foi cantando músicas da peça e depois do filme Orfeu Negro, como Manhã de Carnaval e Felicidade. Participou da apresentação de Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova Iorque (1962). Faleceu, em 1973, em trágico desastre aéreo nas imediações do Aeroporto de Orly em Paris, no Vôo Varig 820.
Biografia Natural de São Paulo, foi crooner de orquestra, trabalhou nas rádios América e Nacional. Em 1955 foi para o Rio de Janeiro cantar com Ângela Maria e Sílvia Teles na Rádio Mairynk Veiga e gravou, no ano seguinte, o LP "Uma Voz e seus Sucessos", com músicas de Tom Jobim e Dolores Duran. Foi intérprete no filme "Orfeu do Carnaval", de Marcel Camus, com trilha sonora de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, que lhe rendeu dois grandes sucessos: "Manhã de Carnaval" (L. Bonfá/ Moraes) e "A Felicidade" (Jobim/ Moraes). Nos anos 50 e 60 ganhou prêmios e atuou como compositor, além de cantor. Participou do Festival de Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova York (1962) com o conjunto de Oscar Castro Neves. Teve uma rápida passagem pelo rock'n'roll nos anos 50, gravando "Até Logo, Jacaré", versão de Julio Nagib para "See You Later, Alligator", de Bill Halley & His Comets. Excursionou pela Europa e morreu num acidente aéreo em Paris.
Agnaldo Timóteo Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Informação geral Data de nascimento 16 de outubro de 1936 (74 anos) Origem Caratinga, Minas Gerais Gêneros MPB Período em atividade 1960-presente Gravadora(s) Caravelle EMI-Odeon Globo Columbia Sony Music Página oficial AgnaldoTimóteo.com Agnaldo Timóteo Vereador de São Paulo Mandato: 2005 - atualidade Vereador do Rio de Janeiro Mandato: 1997-2000 Deputado federal do Brasil pelo Rio de Janeiro Mandato: 1986-1996
Agnaldo Timóteo Pereira (Caratinga, 16 de outubro de 1936) é um cantor e político brasileiro.
Carreira Artístico Iniciou sua carreira cantando em programas de calouro na rádio de Caratinga, Governador Valadares e Belo Horizonte, onde se tornou conhecido como o "Cauby mineiro". Mudou-se para o Rio de Janeiro, passando a trabalhar como motorista da cantora Ângela Maria. Enquanto isso, continuava sua carreira e aos poucos tornou-se conhecido nacionalmente pela sua voz. Ficou famoso ao gravar a canção Meu Grito, de Roberto Carlos. Depois disso vieram vários sucessos românticos, como Ave-Maria, Mamãe e Os Verdes Campos De Minha Terra. Gravou mais de 50 discos.
Na política Iniciou atuação como político a partir de 1982, no PDT, quando foi o deputado federal mais votado da história do Rio de Janeiro, tendo alcançado o número de 600 mil votos. No meio do mandato brigou com Leonel Brizola e transferiu-se para o PDS. Votou em Paulo Maluf para a presidência da república no Colégio Eleitoral de 15 de janeiro de 1985 que elegeu Tancredo Neves. Foi derrotado como candidato a governador do Estado do Rio de Janeiro em 1986. Foi reeleito deputado federal em 1994.
Em 1996 foi eleito vereador na cidade do Rio de Janeiro, não conseguindo se reeleger em 2000. Desde 2005 é vereador na cidade de São Paulo pelo Partido Progressista, mas com o desprestígio da legenda devido principalmente aos escândalos envolvendo seu maior líder Paulo Maluf, foi para o Partido Liberal, atualmente Partido da República. É um dos maiores partidários de Paulo Maluf, mas recentemente defendeu com fervor o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, do qual seu partido é um dos maiores apoiadores.
Ligações externas Página oficial
Grito de Alerta Gonzaguinha Composição: Gonzaguinha
Primeiro você me azucrina Me entorta a cabeça Me bota na boca Um gosto amargo de fel...
Depois Vem chorando desculpas Assim meio pedindo Querendo ganhar Um bocado de mel...
Não vê que então eu me rasgo Engasgo, engulo Reflito e estendo a mão E assim nossa vida É um rio secando As pedras cortando E eu vou perguntando: Até quando?...
São tantas coisinhas miúdas Roendo, comendo Arrasando aos poucos Com o nosso ideal São frases perdidas num mundo De gritos e gestos Num jogo de culpa Que faz tanto mal...
Não quero a razão Pois eu sei O quanto estou errado E o quanto já fiz destruir Só sinto no ar o momento Em que o copo está cheio E que já não dá mais Pra engolir...
Veja bem! Nosso caso É uma porta entreaberta E eu busquei A palavra mais certa Vê se entende O meu grito de alerta Veja bem! É o amor agitando o meu coração Há um lado carente Dizendo que sim E essa vida dá gente Gritando que não...(2x)