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sabato 26 febbraio 2011

Claudinho e Buchecha


Claudinho e Buchecha: pela evolução do funk A dupla de MCs de sucesso nacional lança Destino, seu quinto e mais elaborado disco, com músicas que defendem as Feiticeiras da favela e o piloto Rubens Barichello Silvio Essinger 20/09/2000 Claudinho & Buchecha Biografia e discografia: Claudinho & Buchecha Matérias relacionadas: Buchecha continua carreira sozinho Buchecha não sabe se segue sem Claudinho Acidente de carro vitima o funkeiro Claudinho O comunicado feito pela Universal Music à imprensa sobre a morte de Claudinho No ritmo de um disco por ano, a dupla funk Claudinho e Buchecha que ganhou fama nacional em 1996 com a música Conquista (Sabe/ tchu ru ru ru/ Estou louco pra te ver/ Ê-êr/ Ó yes!) acaba de chegar ao seu quinto álbum, Destino. Quis o próprio que os dois rapazes da cidade fluminense de São Gonçalo driblassem todas as armadilhas do sucesso rápido (que vitimou os outros astros surgidos no funk carioca do meio dos anos 90) e se estabelecessem como artistas pop, acumulando sucessos do calibre de um Quero Te Encontrar, Nosso Sonho, Xereta e Só Love. O investimento em shows com banda de baixo-guitarra-teclado-bateria (no lugar do tradicional DJ dos bailes), iniciado dois anos atrás, começa agora a mostrar resultado nas faixas do novo disco. Hoje a gente tem uma noção melhor de palco e sabe o que está acontecendo no campo harmônico, conta Claudinho. Antes, a gente cantava à moda boi tinha ritmo, mas não tinha afinação. Passamos a entender melhor isso quando começamos a tocar com banda. Recursos de estúdio à parte, Claudinho e Buchecha hoje em dia já conseguem encarar um voz-e-violão, como se pode ouvir na introdução de Canto Pra Não Sofrer / Niterói S. Gonçalo. Para gravar Destino, a dupla passou longos dois meses dentro do estúdio. Os outros discos foram todos feitos meio na correria. Neste a gente teve mais oportunidade de trabalhar com a banda, diz Claudinho. Das gravações, participaram alguns dos músicos que vinham acompanhando os dois nos shows: o guitarrista Vinicius Rosa, o baixista Fábio Lessa e o tecladista Hiroshi Mizutani (que produziu algumas das faixas). Ele já havia produzido Xereta e Carma Chinês (em Só Love, disco de 1998). Ganhou o contexto, revela o MC. Para quem havia gravado uma versão de Tempos Modernos (Lulu Santos) no primeiro disco, Uma Noite e ½ (sucesso de Marina) no segundo, uma de Lilás (Djavan) no terceiro e outras de Lindo Balão Azul (Guilherme Arantes) e Carro Velho (Ivete Sangalo) no disco anterior, é no mínimo estranho não trazer nenhum cover de sucesso no novo CD. A razão alegada por Claudinho é que havia muitas músicas novas. A dúvida nesse disco não era qual a música que ia ter que entrar, mas qual a que a gente ia tirar, conta, explicando que nem sempre é tão fácil assim fazer regravações. Para regravar uma música, a gente tinha que achar uma forma para que ela ficasse igual ou melhor que a original. Cabelo alisado com henê Aos 25 anos de idade (mas tendo vivido coisas que nem uma pessoa de 40 anos viveu), Claudinho e Buchecha aproveitam Destino para dar recados sérios. Feiticeira, por exemplo, fala nas entrelinhas sobre discriminação. A personagem da música não é a onipresente Joana Prado, mas uma hipotética menina da favela, de pele cor de cera e cabelo alisado com henê. Quando se fala em sereia, o cara logo pensa numa garotinha Zona Sul, uma patricinha. A música é um comunicado: na favela também tem sereia, avisa Claudinho. Já Espelho, é uma defesa do jeito de ser do piloto Rubens Barrichello, um dos ídolos do MC: Não gostava muito de Fórmula Um, ainda mais depois da morte do Senna. Mas a gente notou que o Rubinho é um cara que não se entrega. Apesar de sacaneado pela mídia, ele não ataca quem o atacou e busca seu espaço com serenidade e humildade. Ele se acha capaz. Não dá para deixar de notar, na contracapa do disco, os dois punhos com anéis que formam, respectivamente, as palavras amor e ódio, no melhor estilo gangsta rap. Mas, segundo Claudinho, isso é só uma lembrança dos tempos em que ele ia aos bailes funk todo produzido, com três cordões no pescoço e oito anéis nos dedos. Amor e ódio são como a noite e o dia, o bem e o mal. Se você for ver, os anéis que dizem amor estão na mão direita a gente sempre prega que o amor é mais forte. Isso é para fazer as pessoas refletirem sobre o que elas perdem com o ódio e ganham com o amor. Claudinho e Buchecha se sentem compromissados com o público funk que os acolheu no começo da carreira por isso, não deixam de incluir faixas no gênero em seus discos. Esse público amadureceu, mas gosta de lembrar o que curtia na adolescência, explica o MC. Ele só não concorda muito é com os rumos que o funk andou tomando ultimamente, nas melôs das popuzudas e congêneres. Se caiu na graça do povo, é porque é bom, começa, diplomático. Mas acho que o tema das popozudas está... muito persistente. Você liga o rádio nos programas de funk não ouve mais as músicas internacionais, de Tony Garcia e Trinere, ou as de William e Duda, Cidinho e Doca. É só popozuda pra cá, popuzuda pra lá... Parece que é tudo a mesma música. Não tem conteúdo, não tem nem como dar uma explicação sobre as músicas. Se entrevistarem o autor ele vai dizer o quê?, divaga. Mas ele acha que a situação pode melhorar: A música brasileira é muito rica, o brasileiro tem imaginação. O ritmo ajuda, mas quando tem uma letra que o cara pode estudar, ela prende ainda mais a atenção.

http://www.bastaclicar.com.br/musica/biografia.asp?id_artista=345

venerdì 25 febbraio 2011

Céu


Maria do Céu Whitaker Poças, ou simplesmente Céu, como é conhecida, é uma cantora e compositora brasileira de MPB. Ela se destacou quando alcançou o topo do ranking da Billboard de revelações. Seu primeiro disco se chama "Céu".

Biografia Céu teve seu disco de estréia, homônimo, lançado no segundo semestre de 2005 pela Ambulante Discos, em parceria com a Warner. Com shows pequenos no Brasil, ela foi firmando seu nome aos poucos, até chegar aonde chegou, com disco lançado nos Estados Unidos, em parceria da Six Degrees Records com Starbucks, e apresentações com nomes como João Bosco. Sua música Lenda compôs a trilha sonora da novela pé na jaca da rede globo, com uma voz doce e calma conquistou a crítica sendo intitulada de nova promessa da MPB. Seu disco apareceu no ranking “Hearseekers”, da Revista Billboard, nos EUA. Além disso, ela já obteve uma indicação ao “Grammy Latino”, como artista revelação, em 2006. “Foram dois anos especiais, que olho com muito carinho”, conta. De lá para cá, algumas coisas mudaram e evoluíram, diz Céu. “Cresceu o público e isso é muito bom. Foram dois anos de bastante trabalho, de shows, turnês e desafios”. Com uma profusão de sonoridades - eletrônicas, reggae, dub, afrobeat e samba -, Céu trouxe nova roupagem para canções como “Concrete Jungle” (Bob Marley) e “O Ronco da Cuíca” (João Bosco/Aldir Blanc). E também mostrou sua veia autoral, como em “Malemolência” e “Lenda”, sucessos nas rádios. “Meu som é uma mistura da memória auditiva que trago de casa, das coisas que meu pai tocava, com um pouco da cultura de rua, afinal sou de São Paulo e a cidade acabou me influenciando. Mas acho que no final das contas pode-se dizer que é música popular brasileira.”

http://ceu.letrasdemusicas.com.br/biografia.html




César Sampaio


Biografia de Cesar Sampaio
César Sampaio é um cantor e compositor brasileiro nascido no Rio de Janeiro, cujo grande sucesso foi Secretária da Beira do Cais, gravado em 1975. Gravou seis LPs, 20 compactos e nove CDs, que somaram dois milhões e cem mil cópias vendidas. Além de quatro discos de ouro em solo brasileiro, ganhou troféus de vários programas de televisão e discos de ouro na Suíça, no Chile, na Argentina e na Colômbia. Foi presença marcante no programa Os Galãs Cantam e Dançam na TV, onde permaneceu por um ano e três meses, e em todos os outros programas importantes. Seu sucesso no Brasil o levou a fazer shows em solo chileno. Atualmente mora na Ilha do Governador, RJ.

http://www.moo.pt/biografia_de_Cesar+Sampaio

Músicas famosas
Secretária da beira do cais
Secretaria da Beira do Cais
Uma lágrima na garganta
Secretária da beira do caes
UMA LÁGRIMA NA GARGANTA
Por Dentro Estou Morrendo
MARCAS NO ROSTO
Secretária Da Beira Da Cais
VESTIDA DE NOIVA



mercoledì 23 febbraio 2011

Cesar Pope


Nasci no Brasil e cresci num mundo musicalmente aberto, reivindicando sempre as minhas origens. Com meu primeiro disco “Boizebuh”, bebi das fontes inesgotáveis da música popular brasileira para dar forma a uma proposta musical com muito ritmo.
Colaboraram neste disco musicos do mais alto nivel como Danilo Pinheiro, Emili Baleriola/ guitarras; Rod Oliveira e Cidao Trindade/ baterias; Chandra Naraine, Sandro Lustosa, Xavier Tassies e Cogumelo Brasil/ percussoes; Nery Barreneche/ sanfona e teclados; Edson Pla/ baixo; Juan Moreno/ sax e flautas; Jorge Urbano/ Trumpete; Edi Chumbinho, Vanessa Bumagny, Ana Luna/ vozes; Fredy Wort/ piano e teclados; Ernesto Briseno/ violinos; Sartori/ teclados e Coque Vazquez/ teclados, samplers, overdubs e mix.
Movendo-me por Espanha desde 1992, (agora em Roma) quando editei minha primeira demo com 4 temas, busquei em minhas raízes a originalidade mas não deixei de experimentar com todo o alternativo e novo, inclusive com a eletrônica e os ritmos do mundo.
A mistura de amor profundo pela minha cultura unida a grande sensibilidade e profissionalidade dos músicos que me acompanharam nas gravações e logo nos shows; fez com que criássemos uma combinação de elementos explosiva, no âmbito musical.
Com este disco auto produzido não só pretendi conquistar um espaço na midia-mercado, se não que precisamente brincar com os tópicos para criar uma serie de canções onde ha festa e carnaval mas também abundante sensibilidade em temas que saem do convencional, num disco que conecta facilmente com o publico para depois surpreende-lo com sua arte.
Eu e o grupo “Boizebuh” atuamos em vários festivais importantes da Espanha como o "Festival Internacional de las Culturas Pirineos Sur" em Huesca, Aragon e principalmente em Catalunya onde participamos da "Festa de la Diversidad SOS Racisme" em Barcelona, vários anos seguidos.
Atualmente estou estou finalizando meu novo disco, gravado entre Brasil, Espanha e Italia. Um disco mais intimista e acústico que o primeiro, em que colaboraram grandes músicos como Almir Mello, Rod Oliveira/ baterias e percussoes; Danilo Pinheiro/ guitarras e violoes; Geo Pinto/ sax e flautas; Rosemberg Miranda/ cajon e percussoes; Ducho, Marcelo Mariano, Guinho e Marcus Flexa / baixo; Heverton Rocha/ cavaquinho e percussoes; Lele/ guitarras e overdubs; os percussionistas Diminha Moreira, Mauricio Candido, Wagner Yazawa, Diego Alves,
Este disco deve sair a venda no princípio de 2007 juntamente com uma turnê pela Europa, de apresentação desse novo trabalho.
Integrantes
Não há nenhum integrante cadastrado
Dados para Contato Telefone: 00XX39-3331192952
Site: www.myspace.com/radiocesarpope
Email: radiocesarpope@yahoo.es

http://www.garagemmp3.com.br/cesar-pope





martedì 22 febbraio 2011

César Menotti e Fabiano


César Menotti e Fabiano é uma dupla que revolucionou a música sertaneja no país. Apenas com oito anos de carreira, a dupla já acumula recordes de público e de vendagens. Os irmãos começaram a carreira no ano de 2000, em bares mineiros. Lançaram o CD e DVD “Palavras de Amor Ao Vivo” em 2006, pela Universal Music.

A repercussão foi tanta que o álbum foi o mais vendido do ano dentre os discos sertanejos. As músicas que mais fizeram sucesso foram “Caso marcado”, “Mensagem pra ela” e “Leilão”, esta última foi a primeira a tornar-se hit, e contou com o apoio da dupla Bruno & Marrone.

Já no próximo ano, gravam o segundo e o mais recente álbum, “.Com Você”. A música de trabalho foi “Caso por Acaso”, ficando entre as 10 mais tocadas nas rádios brasileiras, seguida de "Ciumenta", sucesso nas rádios de todo país.

No começo do ano de 2008, a dupla saiu para uma turnê internacional, passando por três cidades americanas. Devido ao sucesso atingido, os dois receberam um prêmio por melhor show sertanejo do ano, eleito pelos brasileiros residentes nos Estados Unidos.



Em quatro anos de carreira a dupla César Menotti e Fabiano firmou seu nome entre os artistas mais populares de Minas Gerais e um dos mais promissores talentos da música sertaneja revelados recentemente. Como na letra de "Paixão Mineira" : o que é que há, minha gente, o que é que há de diferente com esses dois?

É ouvir e ver pra entender. Dizer que Fabiano tem uma voz privilegiada e que César Menotti é um grande violeiro representa pouco diante da força da performance ao vivo de seus shows. Ao público, crescente e cada vez mais cativo, eles oferecem um verdadeiro espetáculo.

Sem exagero e com todo o mérito, deve-se creditar aos 'irmãos Menotti' uma fundamental participação na proliferação da música sertaneja e da autêntica música caipira junto ao público jovem de Minas Gerais.
Então, se hoje a música caipira está cada vez mais atual nas vozes de César Menotti e Fabiano, nada mais natural do que se revelar o talento.

Em 2004, a dupla gravou o primeiro álbum de carreira, que teve a produção de Pinócchio (Daniel, Gian & Giovani, Gino & Geno). Um ano depois, assinaram contrato com a gravadora Universal Music e lançaram o projeto 'Palavras de Amor', que saiu em CD e DVD. Gravado em Belo Horizonte, o trabalho apresenta sucessos da carreira como "Caso Marcado" e "Paixão Mineira", além de releituras de compositores e duplas de diferentes épocas que influenciaram a dupla.


(fonte: site oficial)

http://www.vagalume.com.br/cesar-menotti-fabiano/biografia/#ixzz1Eg3xQZIP











domenica 20 febbraio 2011

Célio Roberto


De estilo romântico, iniciou a carreira na cidade de Recife no começo dos anos 1970. Já percorreu toda a América do Sul fazendo apresentações. Ganhou três discos de ouro pelos LPs "Não toque esta música"; "Homem de pedra" e "Minha confissão". Também já gravou músicas evangélicas e recebeu em São Paulo o troféu "O melhor da noite de São Paulo", com a música "A canção dos êxodos".
Em 1976, "Não toque essa música" seu grande sucesso, foi gravada pelo Trio da Vitória.

Em 2000, teve o "Rock do jegue", parceria com Bráulio de Castro, interpretado por Genival Lacerda em show na casa "Coringa", em São Paulo, transformado em CD gravado ao vivo. Em 2002, lnçou o terceiro CD da carreia, "Quero teu amor", no qual interpretou, entre outras composições, os sucessos "Não toque essa música" e "Homem de pedra", além de "Roque do jegue".

Em 2003, participou da "Super coletânea brega", interpretando "Não toque essa música", de sua autoria e Antônio José, "Fantasia de amor", de Leoni Radke e João Valle e "Eu quero teu amor", de sua autoria e Jonao Vale. Nesse mesmo período, sua composição "Mula preta", com Carlos Santorelli e J.Oliveira gravada por Almir Rogério foi relançada no CD "As vinte melhores de Almir Rogério".


Eu quero teu amor (c/ Jonao Vale)
Mula preta (c/Carlos Santorelli e J. Oliveira)
Não toque essa música (c/ Antônio José)
Rock do jegue (c/Bráulio de Castro)




sabato 19 febbraio 2011

Cazuza


No início dos anos 80, um garoto dourado do sol de Ipanema surpreendeu o cenário musical brasileiro. À frente de uma banda de rock cheia de garra, começou a dar voz aos impulsos de uma juventude ávida de novidades. Ele, Cazuza, era a grande novidade.

O Brasil saía de um longo ciclo ditatorial e vivia um clima de democracia ainda incipiente, mas suficiente para liberar as energias contidas. Cazuza desempenhou um papel importante nesse processo. E quando as misérias e mazelas nacionais foram se desnudando, ele respondeu sem meias palavras.

A expressão de sua repulsa diante desse quadro só pode ser comparada à coragem com que lutou por sua vida, no enfrentamento público da Aids. Lições de indignação e de dignidade; de como levar a vida na arte e "ser artista no nosso convívio".

No pouco que viveu, Cazuza deixou uma obra para ficar. Bebeu na fonte da tradição viva da MPB para recriar, num português atual e espontâneo, cheio de gírias, e num estilo marcadamente pessoal, a poesia típica do rock. Com justiça, foi chamado de o poeta da sua geração.

http://www.cazuza.com.br/sec_biografia.php?language=pt_BR&page=2







O Tempo Não Para
Cazuza
Composição: Cazuza / Arnaldo Brandão

Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara

Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando uma agulha num palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára