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giovedì 31 marzo 2011

Cláudio Zoli


Cláudio Zoli (São Gonçalo, c. 1964) é um cantor e compositor brasileiro. Foi vocalista da banda Brylho.

+ Mais

Zoli saiu de casa com dezesseis anos direto para a estrada, para acompanhar seu ídolo Cassiano. Ele, autor de clássicos como “A Lua e Eu” (Cassiano/Paulo Zdanowski) e “Coleção” (Cassiano/Paulo Zdanowski), mal sabia que aquele moleque ainda ia ser uma das principais figuras da música pop brasileira. Aprendeu a tocar guitarra sozinho e frequentando os bailes black aprendeu as bases e os fundamentos do soul.

Nos idos de 82, quando o rock Brasil explodia, cinco figuras do subúrbio carioca se destacavam por trazer para a cena pop o mais puro balanço funk-soul à bordo do clássico "Noite de Prazer". A bando era o Brylho e o vocalista e principal compositor era Claudio Zoli.

A partir dai, Zoli conquistou o respeito de músicos crítica. Porém, passou a atuar mais como compositor, emplacando sucessos nas vozes da Marina Lima ("A Francesa"), Elba Ramalho ("Felicidade Urgente") e Lulu Santos ("Condição"), e produtor musical.

Zoli, após três discos solo e uma pausa de quatro anos, lançou “Férias”, pela gravadora TRAMA.

+ Discografia

Zoli Clube - 2005
Sem Limite no Paraíso - 2003
Na Pista Ao Vivo (DVD)- 2003
Remixado e Ao Vivo - 2002
Pista - 2001
Férias - 1999
Fetiche - 1991
Claudio Zoli - 1988
Claudio Zoli - 1986
Brylho - 1983 (com a banda Brylho)

+ Mais Informações:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Claudio_Zoli



http://www.claudiozoli.com.br







mercoledì 30 marzo 2011

Cláudio Roberto


Cláudio Roberto (São Paulo, 1944) é um cantor brasileiro.

Gravou, em 1973, "Parabéns, parabéns querida", ainda lembrado por quem viveu a época da Jovem Guarda. Em quase quarenta anos de carreira, gravou 24 discos, que somaram aproximadamente seis milhões de cópias vendidas [carece de fontes?]. Foi laureado com os mais importantes troféus da música popular brasileira e recebeu um diploma de "Ídolo da Juventude" no programa Discoteca do Chacrinha
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%A1udio_Roberto




martedì 29 marzo 2011

Cláudio Nucci


Claudio Nucci nasceu em Jundiaí (SP) em 09/06/1956 e começou cedo na música, influenciado pelo ambiente familiar. Mudou-se de Campinas para o Rio em 1972.
No Rio, conheceu melhor os trabalhos de Tom Jobim, de Dorival Caymmi, Carlos Lyra, Paulinho da Viola e descobriu também Francis Hime, Dori Caymmi, Milton Nascimento e o "Clube da Esquina". No Colégio Rio de Janeiro, onde estudou, o ambiente musical era de efervescência, com vários de seus colegas, ligados à música: Zé Renato, Mu Carvalho, Zé Luís Oliveira, Alberto Rosenblit, Lobão e Claudio Infante, entre outros.

Em 1976, fez seu primeiro show solo, dirigido por Mauro Assumpção. Em 1977, fez parte da banda "Semente" ao lado de Zé Luís Oliveira, Mário Adnet, Claudio Infante, Márcio Resende, Paulinho Soledade e Ricardo Mará. Em 1978 fundou com Zé Renato, Maurício Maestro e David Tygel, o quarteto vocal Boca Livre, participando do primeiro – e vitorioso – disco do quarteto vocal. Em 1980/81 gravou seu primeiro disco solo pela EMI Odeon. Gravou outros dois discos em 1983 e 1984 pela mesma gravadora. "Amor Aventureiro", "Quero Quero" (com Mauro Assumpção), "Acontecência" (com Juca Filho) e "Sapato Velho" (com Mu Carvalho e Paulinho Tapajós) são alguns dos seus sucessos. Em 1985, fez um disco em dupla com Zé Renato, com duas músicas ("Pelo Sim, Pelo Não" e "A Hora e a Vez") incluídas na trilha da novela "Roque Santeiro". Ainda com Zé Renato e mais Ricardo Silveira, Zé Nogueira, Marcos Ariel, Jurim Moreira e João Batista, fez parte da banda "Zil", que tem um disco gravado e lançado no Brasil e nos Estados Unidos.

Claudio Nucci tem músicas já gravadas por Nana Caymmi, Emílio Santiago, Zizi Possi, Boca Livre, César Camargo Mariano e Roupa Nova, entre outros, e faz parte de muitos CDs como intérprete convidado.

Participou do premiado (Grammy) CD “Brasileiro”, de Sérgio Mendes, em 1991, interpretando "Ramo de Delírios", de Guinga. Seus trabalhos em CD são Ê Boi (1995), dividido com o vocal mineiro Nós e Voz, Casa da Lua Cheia (1999) e Ao Mestre, Com Carinho, (2004) em homenagem a Dorival Caymmi. Esses dois mais recentes, lançamentos nacionais da gravadora Lua Music.
De volta ao Boca Livre entre 1999 e 2004, participou do premiado CD (Grammy 2002) de Ruben Blades, “Mundo”, e do lançamernto deste Album num tour pelos Estados Unidos em 2003.

Recentemente seu disco “Casa da Lua Cheia” foi relançado para venda na internet (iTunesStore, etc...) através da gravadora True Azul Music.

http://www.claudionucci.com.br


Claudio Nucci é um cantor e compositor que expressa na sua música uma brasilidade diversa, com acentos da música rural e urbana, refletindo as muitas influências que recebeu. Ligado à memória e à intuição e unindo a tradição à modernidade, seu trabalho de compositor e cantor o faz um dos mais reconhecidos talentos da sua geração no Brasil. Nascido em Jundiaí (SP), iniciou sua carreira musical no Rio de Janeiro, sendo um dos fundadores do quarteto vocal BOCA LIVRE junto de Maurício Maestro, Zé Renato e David Tygel e tendo participado anteriormente, do grupo Semente, com Zé Luís Oliveira, Mário Adnet, Marcio Resende, Claudio Infante, Paulinho Soledade e Ricardo Mará.

Saindo do Boca Livre em 1980 para começar a carreira solo, lançou quatro discos: (Quero Quero – 1980, Claudio Nucci – 1981, Volta e Vai – 83 e Melhor de Três – 84. Em 1985, gravou um disco em dupla com Zé Renato e mais tarde, fez parte da a Banda Instrumental ZIL, com Zé Renato, Zé Nogueira, Marcos Ariel, Ricardo Silveira, Jurim Moreira e João Baptista, banda que lançou um produto no Brasil e outro nos Estados Unidos.

Como compositor, já teve composições gravadas por Nana Caymmi, Emílio Santiago, Zizi Possi, César Camargo Mariano, Mario Adnet, Roupa Nova entre outros, e participou de muitos trabalhos como artista convidado, interpretando vários compositores.

Participou do premiado (Grammy) CD “brasileiro”, de Sérgio Mendes, em 1991. Gravou o CD "Ê Boi" (1995), dividido com o vocal mineiro Nós e Voz, Casa da Lua Cheia (1999, re-lançado pela True Azul em 2007) e Ao Mestre, Com Carinho, (2004) em homenagem a Dorival Caymmi. Esses dois mais recentes, lançamentos da gravadora Lua Music.

De volta ao Boca Livre entre 1999 e 2004, participou do premiado CD (Grammy) de Ruben Blades, “Mundo”.










domenica 27 marzo 2011

Cláudio Fontana


Cláudio Fontana: É um cantor e compositor brasileiro.
Fez sucesso na década de 1960 com a gravação Adeus, Ingrata, pela Copacabana. A música vendeu mais de cem mil cópias.
Participou de muitos programas de televisão da época e se apresentou nos palcos brasileiros e latino-americanos.
O cantor e compositor maranhense de São Luís, Cláudio Fontana pode ser classificado como um artista versátil. Com uma influencia musical popular através do rádio e ouvindo desde cedo o caucionário maranhense: Bumba-meu-Boi, Tambor de Crioula, Tambor de Mina. Chego a São Paulo em 1967, trazido pelo produtor musical: Genival Melo. Canções (Não Posso controlar meu Pensamento e Canundinho) de Cláudio faziam sucesso na voz de Wanderley Cardoso. Em conseqüência dos sucessos das suas canções e como era um interprete de primeira linha, gravou seu primeiro disco e muitos compactos simples. Fez duas canções que mudaram a referencia de uma cidade para o titulo de sua cação: Ilha do Amor em homenagem a São Luiz. E criou um sinônimo para Jesus Cristo na canção: O Homem de Nazareth, a qual o próprio Roberto Carlos confidenciou ao autor que gostaria de ter gravador antes do sucesso que se tornou. São trinta e cinco anos de carreira, mas de quinhentas músicas gravadas nos mais variados gêneros. Na década de noventa junto com os filho e a esposa criou o grupo infantil: Chocolate que por motivo de particularidade da vida pessoal dos filhos que seguiram projetos pessoais terminou a formação. Cláudio apresentou programa de TV e lançou em 2002 um CD de Forró com composições suas nesse gênero e com outras canções que ficaram famosas em outros gêneros, mas que o mesmo gostaria de gravar em Forró. Atualmente reside em São Paulo, SP.

http://www.letras.com.br/biografia/claudio-fontana










O Homem De Nazaré - Cláudio Fontana

Mil Novecentos e setenta e trez,
Tanto tempo faz que ele morreu,
O mundo se modificou, mas ninguem jamais o esqueceu.
E, eu sou ligado no que ele falou, sou parado no que ele
deixou,
O mundo só será feliz, se a gente cultivar o amor.

Ele era um Rei, mas foi humilde o tempo inteiro, ele foi
filho de carpinteiro, e nasceu em uma mangedoura.
Não saiu jamais, longe de sua cidade, não cursou nenhuma
faculdade, mas na vida ele foi Dr.
Ele modificou o mundo inteiro.

Hei irmão vamos seguir com fé!
Tudo que ensinou, o homem de nazaré ( bis).

sabato 26 marzo 2011

Cláudio Faria


Cantor. Compositor. Tecladista. Arranjador. Produtor musical e multiinstrumentista (piano, baixo elétrico, trombone, violão, violoncelo, flautas, flugel, percussão, órgão, clarinete, fagote, tropa, baixo acústico, guitarra).
Filho da artista plástica e pianista Maria Simim Faria.
Entre 1977 e 1982 estudou piano com o professor Monteiro. Aos 11 atuava como trombonista da banda do Colégio Militar de Belo Horizonte.
Entre 1983 e 1986 foi aluno na Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte, onde estudou percepção musical, harmonia, arranjo e orquestração com a professora Cláudia Cimbleris, violoncelo com o professor Milton Cunha e Harmonia Funcional com o professor Eduardo Martins.
Estudou técnica vocal com a professora Mary Armendani entre os anos de 1988 e 1989.
Como professor de piano e prática de conjunto lecionou no Centro Artístico Tangran, em Belo Horizonte, em 1989 e 1990.
Em 2004 atuou como professor assistente na Oficina de Criação Muiscal.
Nos anos de 2004 e 2005 estudou técnica vocal com Elizete Xavier e em 2007 com a professora Maria Regina Milagres.
No ano de 2009 transferiu-se para a cidade do Rio de Janeiro.

http://www.dicionariompb.com.br/claudio-faria/biografia




martedì 22 marzo 2011

Cláudio de Barros


Começou cantando na Rádio Gazeta de Belo Horizonte. Em 1954 fez sua estréia em discos pela Columbia interpretando o samba canção "Não convém insistir", de Odilon Noronha e o baião "Saudade", de Jaime Redondo. Em 1958 foi ouvido pelo compositor e produtor Palmeira que o levou para a gravadora Chantecler, na qual estreou dividindo disco com José Orlando. Na ocasião, gravou de sua autoria a marcha "Copacabana". No ano seguinte gravou de sua autoria o tango "Cinzas do passado", que se tornou um enorme sucesso e de sua autoria e Mário Zan o rasqueado "Meu primeiro beijo" e de Mário Terezópolis o tango "Destino". Em 1960 registrou de sua autoria o tango "Fracasso de amor", de sua autoria e J. M Alves, o tango "Pobre boêmio" e do maestro Guerra Peixe, o bolero "Cartas recebidas". No ano seguinte gravou o samba "Ponte da Vila Maria", de sua autoria e Ivani Soares, marcha "Cabelo branco", parceria com Huagih Bacos, o rasqueado "O beijo", parceria com Valter Amaral e o tango "Taça da amargura", parceria com Osvaldo Bettio, entre outras. Em 1962 gravou de sua autoria o rasqueado "Sou de Ponta Porã," de Murilo Alvarenga e Delamare de Abreu, o tango "Quem viu esta mulher outrora" e de Osvaldo Bettio e Ariovaldo Pires, o lendário Capitão Furtado, a toada lundu "Amor e ciúme". No ano seguinte fez em parceria com o compositor e produtor Teddy Vieira o arrasta-pé "Toca sanfoneiro", gravado na mesma época. Entre seus grandes sucessos estão "Teu desprezo", "Madrugada fria", "O beijo" e "O divórcio". Lançou ainda pela CID o LP "Ternura, amor e paz". Segundo o instrumentista e produtor Robertinho do Acordeon, foi o primeiro artista a migrar do chamado gênero romântico e passar para o sertanejo, assim como faria anos depois o cantor Sérgio Reis.

Amor... ilusão (c/ Francisco Lacerda)
Borboleta do amor (c/ J. M. Alves)
Cabelo branco (c/ Huagih Bacos)
Cidade
Cinzas do passado
Copacabana

Discografia
(1963) Borboleta do amor/Toca sanfoneiro • Chantecler • 78
(1963) Quando alguém vai embora/Oração da paz • Chantecler • 78
(1962) Sou de Ponta Porã/Cidade • Chantecler • 78
(1962) Quem viu esta mulher outrora/Sei que os teus olhos choram • Chantecler • 78
(1962) Ela foi embora/A mulher e o colibri • Chantecler • 78
(1962) Xote do feijão/Amor e ciúme • Sertanejo • 78
[Saiba Mais]
Bibliografia Crítica
AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.


http://www.dicionariompb.com.br/claudio-de-barros






lunedì 21 marzo 2011

Cláudia Moreno


Iniciou a carreira artística na primeira metade da década de 1950. Tomou parte no espetáculo musical "Fantasia e fantasia", um show musicado, sem interrupção e sem partes faladas, idealizado, realizado e dirigido por José Caribé da Rocha e que estreou em 18 de setembro de 1954, no Golden Room do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. . O espetáculo contou com a cantora Dóris Monteiro no papel principal de uma vedete, e teve ainda as participações de Carlos Augusto, Luis Bandeira, e os músicos Permínio, José e Pinduca, os três integrantes do grupo Quatro Ases e Um Curinga. O show teve orquestra sob direção de Nicolino Copia e arranjos de César Siqueira. Nesse espetáculo e também no disco lançado pela gravadora Sinter interpretou as marchas "Pierrot apaixonado", de Heitor dos Prazeres e Noel Rosa, e "Marcha do tambor", de Hianto de Almeida e Evaldo Ruy, além de participar do coro final em que todos os artistas envolvidos no espetáculo interpretaram a marcha "Teu cabelo não nega", dos Irmãos Valença e Lamartine Babo. No mesmo ano, contratada pela Todamérica gravou os sambas "Você sabe maltratar", de Erasmo Silva e Mário Lago, e "Coração em festa", de José Maria de Abreu e Alberto Ribeiro. Em 1956, contratada pela Odeon gravou com acompanhamento de orquestra os sambas "A voz do morro", de Zé Kéti, e "Pretinho", de Custódio Mesquita e Evaldo Rui. No mesmo ano, gravou também com acompanhamento de orquestra os sambas-canção "Só saudade", de Antônio Carlos Jobim e Newton Mendonça, e "Não sei porque", de Morfeu e Osvaldo Rosa. Em 1957, participou do tributo a Custódio Mesquita no LP "A música de Custódio Mesquita" lançado pela gravadora Odeon e do qual fizeram parte também os interpretes Carolina Cardoso de Menezes, Roberto Paiva, Orlando Silveira, Osvaldo Borba, Dalva de Oliveira, Trio Irakitan e Roberto Paiva. Nesse LP interpretou o samba "Pretinho", de Custódio Mesquita e Evaldo Ruy. Em 1958, gravou pelo selo Repertório o baião "Ly", de Geraldo Serafim e Newton Castro, e o bolero "Chove lá fora", de Tito Madi e Paulo Queiroz. No mesmo ano, participou do LP "Falando de amor" do selo Repertório que contou com as participações dos artistas Carlos Henrique; Odete Amaral; Onéssimo Gomes; Rosita Gonzalez; Claudette Soares, e Osmar Navarro. Nesse disco, interpretou o baião "Ly", de Geraldo Serafim e Nilton de Castro, que seria seu grande sucesso sendo relançado em mais dois discos. Em 1960, gravou pela Polydor o baião "Ly", e o samba-canção "Assim é o amor", de Francisco Imperial e Francisco Magé. Em 1967, participou do LP "Onze sambas e uma capoeira" que o selo Marcus Pereira lançou em tributo ao compositor Paulo Vanzolini. No disco que contou ainda com as participações de Chico Buarque, Maurici Moura, Cristina Buarque, Adauto Santos, e Luis Carlos Paraná, cantou os sambas "Ronda" e "Morte e paz", de Paulo Vanzolini. Para o carnaval de 1970, participou do LP "Carnaval 1970" do selo Premier/RGE cantando as marchas "Senhora viúva", de K-Ximbinho e A. Cruz, e "Já não há mais tempo", de Paulo Rogério e Geraldo. Em 1972, sua interpretação do samba "Ronda", de Paulo Vanzolini, foi incluída no fascículo dedicado a Adoniran Barbosa e Paulo Vanzolini na série "História da Música Popular Brasileira" da Abril Cultural. Em 1979, foi convidada pela gravadora Copacabana para gravar um tributo à Ary Barroso na série "Grandes autores - Grandes intérpretes - Autor: Ary Barroso - Intérprete: Cláudia Moreno", que incluiu as músicas "Folha morta", "Aquarela do Brasil", "Morena Boca de Ouro", "Risque", "Pra machucar meu coração", "Três lágrimas" e "Faceira", todas de Ary Barroso, além de "No Rancho Fundo" e "Na virada da montanha", de Ary Barroso e Lamartine Babo, e "Por causa desta cabocla" e "É luxo só", de Ary Barroso e Luis Peixoto. Com uma carreira que incluiu apresentações em programas de Rádio e televisão, além de shows em boates e casas de espetáculos em diferentes Estados do Brasil, fez gravações pela Todamérica, Odeon, Sinter, Polydor e Copacabana.

Discografia
(1979) Grandes autores - Grandes intérpretes - Autor: Ary Barroso - Intérprete: Cláudia Moreno • Copacabana • LP
(1970) Carnaval 1970 • Premier/RGE • LP
(1967) Onze sambas e uma capoeira • Marcus Pereira • LP
(1960) Ly/Assim é o amor • Polydor • 78
(1958) Ly/Chove lá fora • Repertório • 78
(1958) Falando de amor • Repertório • LP