misabell

free counters

martedì 31 gennaio 2012

Jorge Ben Jor



Vida e Obra de Jorge Ben Jor

Sem bula explicativa e sem contra-indicações, assim é a obra de Jorge Ben Jor. Ele se interessou pela música quando a bossa nova ainda dominava o cenário artístico brasileiro e mundial. Como a maioria dos adolescentes daqueles tempos, seu ídolo era João Gilberto, cuja voz coloquial despertava sua admiração. Mas Jorge Menezes, conhecido no mundo inteiro como Jorge Ben Jor passou a infância ouvindo Luiz Gonzaga e Ataulfo Alves. Em casa seus pais falavam de um certo Nelson Gonçalves que era crooner da orquestra de Severino Araújo. Ainda desta época lembra uma voz em especial, Cauby Peixoto que um dia, décadas depois, viria a gravar uma de suas canções, Dona Culpa Ficou Solteira.

Jorge Ben Jor explodiu com a música Mas Que Nada e logo em seguida ratificou seu talento com outro grande sucesso, Chove Chuva. Duas canções que nada tinham a ver com a bossa nova, nem com o samba tradicional. Os puristas achavam que sua música era moderna demais. Era difícil para os músicos da época acompanhá-lo, tanto assim que seus primeiros discos foram gravados com um conjunto que tocava jazz no Beco das Garrafas, o Meireles e os Copa 5.





























Assim desde o início de sua carreira Ben Jor mostrou-se inovador. Como compositor, cantor, músico, bandleader e arranjador Ben Jor é único. É impossível classificar sua música e seu balanço, que são inconfundíveis. Mas “esse samba que é misto de maracatu”, marca registrada de Jorge Ben Jor, encontrou espaço no mundo todo e tornou-se sucesso universal. Ele é a única unanimidade brasileira. Respeitado e acolhido com respeito, por todos os artistas, em todos os movimentos musicais, desde o pós-bossa nova até nossos dias. Artistas remanescentes da bossa nova, como o Tamba Trio, Pery Ribeiro e Walter Wanderley gravaram Mas Que Nada e outras composições suas. Mas Que Nada foi a única música em português a alcançar o primeiro lugar entre as músicas mais tocadas nos Estados Unidos em todos os tempos.





























Na época do início da MPB, Jorge transitava como intérprete, pelos programas Fino da Bossa, comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, Jovem Guarda, de Roberto Carlos e O Pequeno Mundo, de Ronnie Von. Eram terrivelmente antagônicos. Um artista que participava de um desses programas, imediatamente era proibido de cantar nos outros. A única exceção sempre foi Jorge Ben Jor. E quando a tropicália aconteceu como o mais inovador movimento artístico musical de nosso país, qual foi o único artista já consagrado que foi convidado e participou dos acontecimento? Ele, é claro, Jorge Ben Jor, presença obrigatória também no programa de televisão Divino Maravilhoso, apresentado pelos baianos Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa e dirigido por Fernando Faro e Antonio Abujamra.

Da mesma forma e desde o final dos anos 60 até hoje, Jorge é o único compositor a ser gravado por artistas de todas as correntes musicais. Mas Que Nada está registrada nas vozes de Ella Fitzgerald, Dizzie Gilespie, Julio Iglesias, Al Jarreau, Trini Lopez, José Feliciano, Fred Bongusto, Mina, Nicoletta, Los Hermanos Castro e em centenas de outras gravações de cantores e grupos musicais de dezenas de países do mundo.





























Quando a MPB eclodiu como movimento de união da elite musical brasileira, Eli Regina imortalizou Zazueira. É dela também uma ótima gravação de Se Segura Malandro. Jair Rodrigues gravou Papa Gira . Elza Soares, Paulinho Nogueira, Maria Creuza e Tania Maria gravaram Mas Que Nada. Na mesma época um jovem cantor chamado Wilson Simonal despontou para o êxito em todas rádios com o supersucesso País Tropical, exaltando a alegria e o prazer de ser brasileiro. Esta música acaba de ser regravada, quase trinta anos depois, por Ivan Lins.

Ainda nestes anos de grande efervescência artística, um conjunto da chamada Jovem Guarda, Os Incríveis, gravou Vendedor de Bananas, um sucesso espetacular, que veio se repetir quase vinte anos depois, numa maravilhosa interpretação de Ney Matogrosso. Erasmo Carlos, parceiro de Roberto Carlos, também compôs com Jorge, naquela época, e gravou uma composição de ambos, Menina Gata Augusta. Nascia no programa de Ronnie Von um trio chamado Os Mutantes que despontou para a fama com a música Minha Menina.





























Aí foi Gal Costa que começou a gravar as músicas de Jorge. Que Pena, um dos principais hits de toda sua carreira, elevou-a ao primeiro time das cantoras brasileiras de todos os tempos. Também integrante deste time, Maria Bethânia gravou Mano Caetano.

Cronologicamente, um pouco depois, veio a black music. Com os Diagonais, Cassiano, Fábio, Banda Black Rio e o rei da soul music, Tim Maia, os shows e bailes, que faziam a alegria da periferia do Rio de Janeiro, tornaram-se populares em quase todo o país. E que artista foram chamar para se tornar o papa do movimento? Ele, amigo de adolescência de Tim. E assim, durante os anos seguintes, Jorge Ben Jor lotou os salões da moçada que curtia este gênero. Eram famosas as festas anuais do Chic Show, que lotavam ginásios de esportes e que obrigatoriamente tinham a sua presença.





























Claudete Soares fez sucesso regravando Que Maravilha, que antes havia sido apresentada em disco por Jorge e Toquinho, seus autores, numa gravação antológica e inesquecível. Quem viu, não esqueceu Maria Alcina levantando o Maracanazinho com Fio Maravilha. O samba de São Paulo tornou-se mais popular quando Cadê Teresa, gravada pelos Originais do Samba, também foi um grande sucesso.

Durante os anos 80, ele desfilou seu talento para as platéias européias e asiáticas, em festivais de jazz e de world music, conquistando mercados onde, por imposição de contratantes, é obrigado a realizar pelo menos uma grande tournê anual. Moraes Moreira regravou Chove Chuva. Zé Ramalho, Eram os Deuses Astronautas e Leila Pinheiro, Por Causa de Você Menina. Outras regravações importantes foram Que Pena, com Oscar D’León e Elba Ramalho, e Zazueira com Herp Albert & Tijuana Brass.

E em meados dos anos 90 ele homenageou Tim Maia, “o síndico”, com o megasucesso WBrasil. Foi o retorno triunfal de Ben Jor às paradas de sucesso. Novos fãs, outra geração vibrou com o ritmo alucinante e dançante da Banda do Zé Pretinho, que acompanha Jorge desde o início de sua carreira.





























Fernanda Abreu gravou Jorge de Capadócia, Sandra de Sá incluiu Charlie Anjo 45, em um de seus discos. O funk carioca ficou mais rico utilizando as composições de Jorge. Peça as opiniões de Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Jorge Aragão sobre Ben Jor. É incrível o respeito, e é mútuo. Jorge Ben Jor também nutre uma profunda admiração por estes artistas. Leci Brandão, que faz parte desta ilustre galeria de sambistas, gravou Um Poeta Amigo Meu.

Notável também é a influência que, indiscutivelmente, Ben Jor exerceu sobre dezenas de grupos de pagode. Leandro Leart convidou-o para participar do especial MTV do Art Popular e do disco que nasceu deste show. O mesmo aconteceu com o Só Pra Contrariar e Jorge teve uma importante participação num dos álbuns do conjunto mineiro, tocando e cantando. A música da Bahia também rendeu homenagens a Jorge. Carlinhos Brown é seu admirador. Daniela Mercury gravou País Tropical e Ivete Sangalo fez um dueto sensacional com ele em Por causa de Você Menina. As músicas dele sempre estão em cima dos trios elétricos.





























A música de Pernambuco prestou sua homenagem a Ben Jor quando o conjunto Mundo Livre SA gravou uma música até então inédita chamada Mexe Mexe. O Forróçacana gravou Menina, Mulher da Pele Preta e seu sucesso no Rio de Janeiro mostrou que em Jorge Ben Jor está a fórmula para o êxito também do forró.

O rock, o pop e o reggae também usufruiram de suas criações. Os Paralamas regravaram Charlie Anjo 45, o Skank incluiu Cadê o Penalty e Cuidado com o Buldogue, em seu repertório, Lulu Santos gravou Minha Estrela do Oriente e o Cidade Negra trouxe-nos sua leitura de O Homem da Gravata Colorida. E o Sepultura gravou um de seus maiores sucessos que foi Ponta de Lança Africana (Ubabaraúma).

O pessoal do rap não é exceção: Thaíde & DJ 1 gravaram Ive Brussel e Mano Brown, fã confesso do “home”, gravou com seu grupo Racionais MCs, a música Jorge de Capadócia.





























Os novos artistas brasileiros, já consagrados como Marisa Monte, que gravou Cinco Minutos, ou Ana Carolina (que em 2000 se apresentou ao lado de Jorge em Paris), Simoninha (gravou Bebete Vamos Embora), Luciana Rodrigues (Take It Easy, My Brother Charlie), Max de Castro, Pedro Mariano, Chico Cesar encantam-se quando encontram Jorge e demonstram abertamente sua admiração.

Os sertanejos Chitãozinho & Xororó, Leonardo, Zezé di Camargo & Luciano fizeram, em 1999, uma singela homenagem a Jorge, no programa Amigos, quando mostraram conhecer bastante o repertório de Ben Jor, cantando várias músicas com ele. Jorge Ben Jor não para. Na Europa suas atuais tours duram no mínimo quarenta dias cada uma. Ele apresenta-se em dezenas de shows, em quase todos os países do velho mundo.

Desde 2000 seus shows nos Estados Unidos, onde realiza regularmente apresentações, vêm conquistando uma grande parcela do público americano. Seus discos continuam sendo relançados em inúmeras coleções, em todo o mundo e agora, que ele aceitou uma das muitas ofertas que tinha para gravar, e assinou contrato com a Universal, em breve teremos um novo álbum, com músicas inéditas. A unanimidade Jorge Ben Jor é sempre bem vinda e aguardada.


http://www.jorgebenjor.com.br/sec_bio.php
http://www.jorgebenjor.com.br

Fiuk & Jorge Ben Jor - Quero Toda Noite por plustvhits no Videolog.tv.




domenica 29 gennaio 2012

Perdi carteira de couro preta com fecho de strass


Perdi carteira de couro preta com fecho de strass, no ônibus de linha 0.762 paranoa (itapua) rodoviaria do plano piloto (eixo norte) 0762 - Paranoá (condomínio Del lago) /eixo norte (rodoviária do plano piloto) em 27/01/2012 às 17h40min:
Identidade, CPF, cartões: vale transporte, cidadão, carteira CRB, estudante, cartão do laser, fotografias 3x4, ou - R$ 196,00 em dinheiro.
Estou muito triste, registrei ocorrência e bloquiei, me comuniquei com os fiscais e administração e posto policial da rodoviária de Brasília, sem êxito até o momento.
Mas é uma maratona de dor de cabeça e estresse. Farei prova de concurso dia 12/03 e estou sem meus documentos.
SOLICITO A QUEM POSSA TER ENCONTRADO, FAVOR ENTRAR EM CONTATO,
Via E-mail misabellc@gmail.com , ou entregar em uma delegacia.
Atenciosamente
Maria Isabel

giovedì 26 gennaio 2012

Jorge Aragão




Perfil


Design responsável





Jorge Aragão da Cruz nasceu no subúrbio de Padre Miguel, no Rio de Janeiro, no dia 1º de março, data em que se comemora também o aniversário da Cidade Maravilhosa. Dono de um talento incomum, além de romântico e espirituoso, Jorge é sem dúvida uma pessoa fascinante, com plena convicção de sua trajetória terrena e que sabe como poucos retribuir o que recebeu.

Nos seus “mergulhos” filosóficos, solta o verbo e traduz em poucas palavras o seu sentimento mais profundo: “Saber de onde vim, lembrar pra onde ir e voltar pra que eu possa amar e preservar meus iguais”.

Quem o conhece mais de perto sabe bem disso.

Em sua caminhada, descobre sua “sede” de informações e acha fantástico viver na era da revolução tecnológica. Suas lembranças são de um tempo em que o telefone era movido a manivela e era necessário pedir a uma outra voz do outro lado da linha que interviesse para que a comunicação fosse estabelecida. O avanço da tecnologia o instiga e o faz buscar o novo a todo instante. Palmtop, Notebook, Nextel, iPhone, Windows, Mobile, Full HD, LCD, Plasmas, etc. fazem parte do seu dia a dia. Haja pique para acompanhar toda essa revolução.

Sua nova “musa” é o SPYDER, triciclo esquisito com o qual ele passeia pra cima e pra baixo e que o inspira a criar suas canções maravilhosas.

A novidade do momento é a aproximação com a gastronomia. Está completamente envolvido com o “Projeto Bossa Nossa”, restaurante de altíssima qualidade e de comida excelente que mantém em sociedade com os amigos Marcelo Maneiro e Mauricio Ferreira. No comando da cozinha, está o chef Ribamar, que cuida de cada detalhe da casa. Jorge dá os seus palpites gastronômicos e até assina alguns pratos.

Mente aberta, vanguarda e constante renovação fazem de Jorge Aragão um homem fantástico!

O que mais podemos esperar?

“Ver meu amor refletido nas minhas pessoas amadas é o que marca meus dias. Quero que assim seja enquanto viver aqui ou quando estiver em outro plano”.
Jorge Aragão.

por Eduardo Maruche.




http://www.jorgearagao.art.br/news




http://www.youtube.com/watch?v=_YAgEVKbb_0&feature=player_embedded#!



domenica 22 gennaio 2012

Johnny Alf


Johnny Alf, nome artístico de Alfredo José da Silva (Rio de Janeiro, 19 de maio de 1929 — Santo André, 4 de março de 2010), foi um compositor, cantor e pianista brasileiro.
Perdeu o pai, cabo do exército, aos três anos de idade. Sua mãe trabalhava em casa de uma família na Tijuca e o criou sozinha. Seus estudos de piano começaram aos nove anos, com Geni Borges, amiga da família para a qual sua mãe trabalhava.

Após o início na música erudita, começou a se interessar pela música popular, principalmente trilhas sonoras do cinema norte-americano e por compositores como George Gershwin e Cole Porter. Aos 14 anos, formou um conjunto musical com seus amigos de Vila Isabel, que tocavam na praça Sete (atual praça Barão de Drummond). Estudou no Colégio Pedro II. Entrando em contato com o Instituto Brasil-Estados Unidos, foi convidado para participar de um grupo artístico. Uma amiga americana sugeriu o nome de Johnny Alf.

Em 1952, Dick Farney e Nora Ney o contratam como pianista da nova Cantina do César, de propriedade do radialista César de Alencar, iniciando assim sua carreira profissional. Mary Gonçalves, atriz e Rainha do Rádio, estava sendo lançada como cantora, e escolheu três canções de Johnny: Estamos sós, O que é amar e Escuta para fazerem parte do seu longplay Convite ao Romance.

Foi gravado seu primeiro disco em 78 rpm, com a música Falsete de sua autoria, e De cigarro em cigarro (Luís Bonfá). Tocou nas boates Monte Carlo, Mandarim, Clube da Chave, Beco das Garrafas, Drink e Plaza. Duas canções se destacaram neste período: Céu e mar e Rapaz de bem (1953), consideradas a melodia e a harmonia, como revolucionárias e precursoras da bossa nova.

Em 1955 foi para São Paulo, tocando na boate Baiuca e no bar Michel, com os iniciantes Paulinho Nogueira, Sabá e Luís Chaves. Em 1962 voltou ao Rio de Janeiro, se apresentando no Bottle's Bar, junto com o conjunto musical Tamba Trio, Sérgio Mendes, Luís Carlos Vinhas [1] e Sylvia Telles. Apresentava-se no Litlle Club e Top, o conjunto formado por Tião Neto (baixista) e Edison Machado (baterista).

Em 1965 realizou uma turnê pelo interior paulista. Tornou-se professor de música no Conservatório Meireles, de São Paulo. Participou do III Festival da Música Popular Brasileira em 1967, da TV Record - Canal 7, de São Paulo, com a música Eu e a brisa, tendo como intérprete a cantora Márcia (esposa de Silvio Luiz). A música foi desclassificada, porém se tornando um dos maiores sucessos de sua carreira.

Em seus últimos anos de vida Johnny raramente se apresentava, em razão de problemas de saúde. Esteve apenas na abertura das exposições dedicadas aos 50 anos da bossa nova na Oca, em 2008,[2] e, em janeiro de 2009, no Auditório do SESC Vila Mariana, em São Paulo.[3][4] Na mostra sobre os 50 anos da bossa nova, Alf teve um encontro virtual com nomes como Tom Jobim, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald e Stan Getz. O artista tocava piano com as projeções dos colegas, já mortos, para um filme que foi exibido ao longo do evento. Segundo o curador da mostra, Marcello Dantas, Johnny Alf foi "o caso clássico do artista que não teve o reconhecimento a altura de seu talento. Alf foi um gênio e teve participação na história da nossa música".[5]

O compositor não tinha parentes. Vivia em um asilo em Santo André. Seu último show foi em agosto de 2009, no Teatro do Sesi, em São Paulo, ao lado da cantora Alaíde Costa.[6]

Faleceu aos 80 anos no hospital estadual Mário Covas, em Santo André (SP), onde, durante três anos, se tratou de um câncer de próstata. Ele vivia em uma casa de repouso na cidade.[7][8][9]

Segundo o jornalista Ruy Castro, Johnny Alf foi o "verdadeiro pai da Bossa Nova". Tom Jobim, outro dos primeiros artistas da Bossa Nova, admirava Johnny Alf a ponto de apelidá-lo de "Genialf".[10]


http://pt.wikipedia.org/wiki/Johnny_Alf


Johnny Alf por Terra30 no Videolog.tv.

sabato 21 gennaio 2012

Joelma Mendes


Joelma da Silva Mendes (Almeirim, 22 de junho de 1974) é uma cantora, vocalista, estilista, empresária, coreógrafa e dançarina brasileira, vocalista da Banda Calypso.
Joelma canta desde os 19 anos, quando começou pelos bares de Almeirim, sua cidade natal no Pará. Ficou conhecida depois de participar da Feira de Arte e Cultura da cidade. Cantou por seis anos na banda Fazendo Arte, até que decidiu gravar seu primeiro CD solo.

Joelma é quem faz as coreografias da banda Calypso. É conhecida por sua voz suave, maquiagem carregada, botas de saltos altíssimos, jogadas de cabelo e pela capacidade de cantar e dançar ao mesmo tempo. Já ganhou inúmeros prêmios por sua atuação como vocalista da banda Calypso, além de ter sido considerada por duas vezes uma das mulheres mais sexys do mundo pela revista VIP. A banda totaliza 16 CDs e 5 DVDs oficiais. No ano de 2009 a banda foi indicada ao Prêmio da Música Brasileira (Antigo prêmio TIM de música), a banda está concorrendo na categoria popular como melhor grupo. Eles concorrem com o álbum Banda Calypso Acústico contra os grupos Doces Cariocas e The Originals.

http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&v=cM2tFTPOWPg&NR=1

http://pt.wikipedia.org/wiki/Joelma_(banda_Calypso)

http://www.youtube.com/watch?v=Vc1cYSuTP04

martedì 17 gennaio 2012

Joelma Giro



Joelma Giro (Cachoeiro do Itapemirim, 19 de setembro de 1945), conhecida simplesmente como Joelma, é uma cantora brasileira
Iniciou a carreira ainda jovem, interpretando músicas que faziam sucesso na voz de Ângela Maria e Agnaldo Rayol, no programa de rádio Clube do Guri. Foi descoberta aos 8 anos por Emilinha Borba, que a levou a participar do programa Papel Carbono, de Renato Murce, na Rádio Nacional (Rio de Janeiro).

O primeiro disco (compacto simples) saiu em 1963, pela Chantecler: de um lado, o bolero "Incompreendida"; de outro, o samba canção "Só ele". Em 1966, o primeiro LP: "Perdidamente te amarei", também pela Chantecler.

Entre seus sucessos encontram-se "Não digas nada", de Rossini Pinto e Fernando Costa, "Alguém me disse", de Jair Amorim e Evaldo Gouveia, e ainda "Aqueles tempos", "Pombinha Branca" (versão de Nelson Motta), etc. De grande sucesso popular, fez inúmeras apresentações no exterior e gravou discos em espanhol.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Joelma_(cantora)

http://www.youtube.com/watch?v=39K6mFsAbAs&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=cnnzUlt_3u0&feature=list_related&playnext=1&list=AVGxdCwVVULXfTvE_jbceaLLEG8X_iNh-t


http://cachoeirodeitapemirim-es.blogspot.com/2009/04/joelma-giro.html

lunedì 16 gennaio 2012

João Só



João Evangelista de Melo Fortes, ou simplesmente João Só, nasceu no dia 3 de novembro de 1943 em Teresina no Piauí. Filho caçula da família que já contava com 11 irmãos, mudou-se ainda bem cedo para Salvador na Bahia, onde passou boa parte da infância e da vida. João Só era portanto, como ele mesmo costumava dizer, baiano de coração.
O início de João Só na música aconteceu muito cedo. Costumava olhar um dos seus irmãos tocando violão, a fim de tentar memorizar algumas posições, e logo conseguiu base suficiente para destacar-se no cavaquinho, tendo inclusive feito uma apresentação em um programa chamado "Hora da Criança" de Aroldo Ribeiro na Rádio Cultura da Bahia.
A música então incorporou-se de vez à vida de João Só. Aos 15 anos, já era um grande instrumentista, projetando-se no mercado profissional. Depois do cavaquinho, dedicou-se ao violão, seu principal instrumento. Trabalhando na noite, foi levado ao piano e a outros instrumentos como o violino, o bongô e o contrabaixo. No início da década de setenta, realizou várias apresentações no Norte e Nordeste em uma caravana da gravadora EMI, com o objetivo de engajar-se no cenário nacional. A oportunidade não demorou muito. Levado pelo cantor Miltinho, gravou na Odeon o seu primeiro e grande sucesso: "Menina da ladeira".
João Só concebeu esta música de uma maneira muito natural e espontânea. Após participar de um jantar oferecido aos profissionais de publicidade num dos restaurantes da Ribeira, onde se localizava o antigo aeroporto, começou a tocar o violão e cantar alguns versos. Já sozinho e com a casa fechando as portas, desenvolveu todo o tema da música: "Parecia até que era um trabalho antigo, conhecido" dizia. Quando chegou em casa, gravou tudo para não esquecer. No outro dia, viu que quase nada precisava ser mudado.
Com "Menina da ladeira", João Só começou a participar de shows em várias partes do País: "O disco estourou em todas as paradas em apenas quatro meses. A partir daí, minha vida ficou muito agitada. Tinha que atender compromissos em várias cidades. Às vezes saía de um avião para entrar em outro" costumava dizer. Nesse ritmo, se tornou cada vez mais conhecido. Em 1972, após apresentar-se na Argentina, ao lado de Paulo Diniz, gravou o primeiro LP, com músicas do porte de "Canção pra Janaína" e "Copacabana". Foi convidado para gravar outros discos. A partir de 1978, João se dedicou exclusivamente a shows: "Deixei um pouco de lado as gravações. E não estou arrependido, principalmente por causa do aprimoramento da música na noite" disse ele.
João Só veio a falecer de enfarto no dia 20 de junho de 1992, quando descansava na casa de sua família em Salvador, aos 50 anos de idade. Em cerca de 20 anos de carreira, gravou 15 discos e algumas fitas, compôs mais de 40 músicas gravadas e fez centenas de shows por todo o Brasil. Deixou, além do trabalho, o único filho Richard Evangelista Fortes.



http://joao.so.vilabol.uol.com.br

http://www.youtube.com/watch?v=RN6yVxO26b8&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=DGuUGDBts1E&feature=related