misabell

free counters

lunedì 10 settembre 2012

Luiza Possi



Filha da também cantora Zizi
Possi e do produtor musical e diretor artístico Líber Gadelha, em 1999 Luiza
foi convidada para subir ao palco e cantar uma música com a banda que estava
abrindo o show do Skank no Credicard Hall, em São Paulo. O público consistia de
12 mil pessoas, e a cantora interpretou a música “O Vento”, do Jota Quest,
apenas ao som do piano e de sua voz.
Em 2001, A cantora seguiu com
algumas bandas, tocando de maneira informal, até que participou do Programa
do Jô, exibido na Rede Globo, ao lado de sua mãe, Zizi Possi, e interpretou
a música "Angel", tema do filme Cidade dos Anjos. No dia
seguinte recebeu convites para gravar e assinar contratos.
Luiza ficou com seu pai, que na
época era presidente da Indie Records; seu primeiro disco foi gravado em 2001,
sob a produção de Rick Bonadio. O trabalho levou o nome de "Eu Sou
Assim", e contou com o sucesso da faixa-título, tema da novela Mulheres
Apaixonadas, da mesma Globo, e com "Dias Iguais", que entraram
para as principais paradas musicais do país. No mesmo ano faz sua primeira
turnê nacional.
Em 2004, Possi lançou o segundo
álbum, intitulado Pro Mundo Levar, através da Indie Records. Este disco
produziu dois hits, "Over the Rainbow" e "Tudo Que Há de
Bom".
Em 2006 Luiza foi convidada para
assinar um novo contrato mas perferiu abrir o seu próprio selo, a LGK Music,
com distribuição da gravadora EMI/Som Livre. No mesmo ano, Luiza lançou o CD Escuta,
centrado no tema do amor e aclamado pela crítica, e considerado seu melhor
trabalho lançando. Teve os hits "Escuta" e "Seu Nome", este
último sendo a música mais tocada de 2006 e 2007 nas rádios de MPB do país. No
mesmo ano Luiza iniciou a terceira turnê, Escuta Tour, com cem shows
durante um ano. Em 2007 Luiza lançou o DVD baseado na turnê, gravado no Rio de
Janeiro; para divulgar o DVD sua gravadora lançar um CD com quinze faixas,
incluindo treze inéditas, e ajudou o DVD ser torna um sucesso de vendas. O
álbum lhe rendeu suas primeiras indiçaões ao Grammy Latino, o prêmio mais
importante do meio musical, em três categorias: Melhor Artista Revelação,
Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro e Melhor Álbum de Música Popular
Brasileira por Escuta.
Após a divulagação do seu disco
bem-sucessido de 2006, voltou com seu quinto disco, mais autoral, dedicados a
canções inéditas do pop e MPB, Bons Ventos Sempre Chegam.
Em entrevista para a MTV Brasil
Luiza anunciou um DVD da atual turnê,Bons Ventos Sempre Chegam.
Participou da primeira edição do reality
show, Circo do Faustão do programa Domingão do Faustão, ficando
em 5º lugar.
Em 30 de março de 2011 Luiza foi
anunciada pela TV Record, durante a coletiva de lançamento da temporada de 2011
do reality show Ídolos, como jurada na terceira temporada do
programa, substituindo Paula Lima

http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiza_Possi

sabato 8 settembre 2012

Luiz Vieira


Luiz Vieira e seu avó Luiz José Vieira de quem Luiz Herdou
seu nome artístico.Este foi sua grande referência, seu mestre e sua
vida.
Luiz Vieira é
nordestino por convicção e por sentimento; pernambucano por acaso. É fruto de
uma família tradicional do Rio de Janeiro que reside no estado do
Rio.
O avô, Luiz José
Vieira, foi o responsável pelo alto conceito que a família possui, no Rio. Foi
um patriarcal da última palavra, justa e certa. Um homem que lutou muito pela
vida, trabalhava na roça, com a compra de alguns animais, como cavalos, burros,
com um senso muito aguçado de comerciante, comprava diretamente dos fazendeiros
e lavradores seus produtos e os transportava para Alcântara / Niterói / Rio.
Ficou rico com tal importância que a Leopoldina lhe reservava quatro vagões só
para transportar suas mercadorias.
Dona Leopoldina
Vieira, avó de Luiz Vieira, tornou-se estimada por todos e acabou até virando
nome de rua, em Alcântara. O casal teve dois filhos: Luiz Rattes Vieira e
Lourdes Vieira. Luiz Rattes Vieira tornou-se advogado de renome e casou-se com
Anita Alves de Mendonça, uma portuguesa de Trás do Monte.
Sua mãe teve um
segundo filho, Lincoln, e sofreu complicações durante seu terceiro parto quando
veio a falecer, deixando Luiz Vieira com dois anos e quatro meses.
Luiz Vieira passou
sua infância dividida entre a casa da família em Alcântara, onde hoje está a rua
Leopoldina Vieira, o sítio em Guapimirim, onde seu avô trabalhava como
empregado.
Travesso e
talentoso, cultivou a herança da mãe: a inspiração para a música e a
poesia.
Seu avô trabalhava
com comércio de embarcações e transportes de cargas, até que, em meados de 1938,
um acidente com um navio, levou ao fundo do mar uma lancha da Marinha,
acarretando deste modo a perda da riqueza dos Vieiras.
A pobreza ocorrida
de uma hora para outra fez com que Luiz Vieira se dedicasse à caça e à pesca.
Foi também guia de cego, engraxate, domador de burro xucro, cortador de lenha e
daí por diante. Só queria sobreviver.
Quando completou 14
anos, o avô já se recuperara da intensa crise. Luiz Vieira, porém sentia-se na
obrigação de trabalhar e ajudar em casa. O velho comprara um caminhão e fazia
todo tipo de carreto que surgisse, percorrendo o Estado do Rio com o neto ao seu
lado.
Mesmo na
dificuldade, o espírito musical nunca foi deixado para trás.
Luiz Vieira foi
trabalhar na oficina do tio João, marido da tia Lourdes; e lá conheceu Justo, um
crioulo que o estimulou a seguir carreira artística. Foi, enfim, para a
Guanabara, tentar a sorte nos programas de calouros.
A princípio,
cantava músicas românticas, valsas e sambas-canções. Uma vez, porém, no programa
de Renato Murce, no Rio, imitou Vicente Celestino. Apareceu em todos os
programas possíveis: na "Hora do Pato", nos "Calouros em Desfile" e no programa
"Manhãs da Roça" de Zé do Norte; nessas apresentações só ganhava experiência e o
dinheiro da condução.
Teimoso, ele se
inscrevia em todos os programas de calouros. Todos os dias, durante quase um
ano, Luiz enfrentava a estrada, num trajeto de três horas entre as cidades de
Alcântara e do Rio de Janeiro, vislumbrando uma chance de cantar no programa do
Zé do Norte. Graças à sua persistência, sua vez acabou chegando. Uma greve dos
cantores contratados pelo programa levou a produção ao desespero. E lá estava o
perseverante Luiz que, desde então, passou a fazer parte da equipe.
A primeira vez que
Luiz Vieira entrou num cabaré, empregou-se como "crooner da orquestra". O
pianista, primo Ubirajara dos Santos, trabalhava no cabaré "Novo México", na
Lapa, o coração do bairro carioca. Tinha ido falar com o primo e, como o cantor
estava atrasado, foi convidado para dar "canja", o dono gostou e o
contratou.
A vida de Luiz
Vieira foi se modificando lentamente, até conseguir o contrato na Rádio Tupi do
Rio, por intermédio de Paulo de Gramont. Só nessa época abandonou o carro de
praça, que lhe dava algum dinheiro, em Niterói. Foi contratado em 1950 pelas
Emissoras Associadas, que unia Rádio Tupi e Record.
Sua primeira
gravação foi conseguida por intermédio de Venilton Santos. O primeiro disco foi
gravado na Todamérica. "Pai, acende a lampião", um baião de sua autoria com
parceria de Ubirajara dos Santos.
Em 1953 acontece
seu primeiro sucesso "Menino de Braçanã", gravado por Roberto Paiva pela
primeira vez e logo em seguida por Ivon Curi, que estourou por todo
Brasil.
Em 1954, mudou-se
para São Paulo; contratado para a Rádio Record, como cantor de rádio e
televisão, pelo dobro do que estava ganhando no Rio, e lá permanecendo até o ano
de 1961.
Paralelamente, em
54 Luiz é contratado pela Rádio Nacional como cantor, onde ficou até o ano de
1959.
Em 1962 Luiz
transfere-se para a TV Excelsior, onde viveu o grande auge de sua carreira, com
o programa "Encontro com Luiz Vieira".
Nesta época estava
ganhando bastante dinheiro, tanto que se achou na obrigação de se repartir com
os mais necessitados, então separava 20% do seu salário para as pessoas que lhe
pediam seu auxílio. Ele doava medicamentos, gêneros alimentícios e roupas, até
fundar a associação "Lar Escola Emanuel" juntamente com os amigos Rocha, Silva e
Neli.
Em 1962, Luiz
estoura por todo Brasil com sua obra-prima "Prelúdio pra Ninar Gente Grande",
conhecida por Menino Passarinho, no ano seguinte acontece outro grande sucesso,
"Paz do Meu Amor".
Luiz Vieira atuou
com programas próprios em todos os lugares em que estreava uma televisão, desde
Belém do Pará ao Rio Grande do Sul.
Em 1970 Luiz
estréia na TV Itacolomi, em Belo Horizonte, TV Piratini, em Porto Alegre, com
seu programa "Eu Show Luiz Vieira", com este programa Luiz excursionou por
várias cidades do Brasil.
Chegou a fazer 5
programas por semana, do Ceará ao Rio Grande do Sul: TV Ceará, TV Jornal do
Comércio de Pernambuco, TV Itapoã na Bahia, TV Piratininga no Rio Grande do Sul
e TV Paraná em Curitiba.
Tem gravado cerca
de 30 compactos e apenas 8 LP's, pois sua vida atarefada, faz com que disponha
de pouco tempo para estúdios de gravações.
É autor de mais de
500 melodias, entre baiões, toadas, sambas e prelúdios, gravadas por mais de 50
dos mais importantes intérpretes brasileiros, desde a velha guarda com Augusto
Calheiros, "A Patativa do Norte"; Gilberto Alves e pela média guarda com Dolores
Duran, Moacyr Franco, Antonio Marcos, Agnaldo Rayol, Peri Ribeiro, Carlos José,
Marlene, Nara Leão, Taiguara, Evinha, Caetano Veloso, Hebe Camargo, Sérgio Reis,
Jane e Herondy, Ivan Lins, Fagner, Zizi Possi, Caetano Veloso, Rita Lee e
outros. É também um profundo conhecedor de literatura de cordel e
folclore.Não gosta de ser chamado de cantor
e sim cantador. A diferença, segundo o dicionarista Aurélio Buarque de Holanda é
CANTOR é aquele que canta por profissão e CANTADOR é aquele que canta; poeta
capaz de improvisar versos ao som da viola e a rebeca; violeiro é sinônimo de
cantador, poeta de literatura de cordel.
Todas as manhãs,
das 6:00 às 9:00 hs, os cariocas têm o privilégio de ouvir a voz cativante de
Luiz Vieira, na Rádio Rio de Janeiro AM - o programa "Minha Terra, Nossa Gente".
Há um quadro interessantíssimo chamado "Gente que Brilha", dedicado a
aniversários de cantores e compositores da música popular brasileira, este era
apresentado pelo velho Dr. Paulo Roberto na Rádio Nacional.

giovedì 6 settembre 2012

Luiz Gonzaga



Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2
de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei
do Baião.
Foi uma das mais completas,
importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando
acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas
juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as
injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, para o resto do país, numa
época em que a maioria das pessoas desconhecia o baião, o xote e o xaxado.
Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano
Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia
e harmonias, ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião"
(1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948),
"Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de
Dois" (1950).

venerdì 31 agosto 2012

Luiz Caldas



Nascido em Feira de Santana - BA,
quando garoto, de origem humilde, começou a apresentar-se com bandas amadoras.
Já aos dez anos de idade viajava por pequenas cidades, onde participava de
shows. Aprendeu, assim, a tocar vários instrumentos, tendo praticamente vivido
no meio musical. No início dos anos 70 o então Luiz Caldas, nascido em Feira de
Santana - BA, foi morar em Vitória da Conquista-BA e ganhou a vida trabalhando
em alguns comércios da cidade (Panificadoras, supermercados e bares) exercendo
a função de serviços gerais, mas nas horas vagas tocava no ¨conjunto¨ musical
de um famoso músico da época, chamado João Faustino.
Foi o inventor do ritmo que
misturava o pop com reggae, toques caribenhos, ijexá, frevo e samba, presentes
num ritmo que ganhou o apelido de Deboche - e que evoluiu para outros
tantos modismos lançados no Carnaval baiano.
Luiz Caldas foi um dos cantores que, misturando
ritmos baianos introduziu nos trios elétricos uma nova sonoridade através de
novos instrumentos (como o teclado), inaugurando uma nova era na cultura
musical da Bahia, embrião da Axé Music.
Conhecido no Carnaval baiano tem
12 álbuns lançados e foi presença constante nos principais programas de televisão
da década de 1980. Ganhou a Coroa de Prata no programa Rei Majestade, do
SBT.
Em 2009, Luiz Caldas preparou
para lançamento um conjunto de 10 CDs, com 130 músicas no total. O projeto
envolve vários estilos, como o pagode, o forró, a música romântica, o hard rock
e a música instrumental, sendo um dos álbuns dedicado aos povos indígenas, com
letras inteiramente em Tupi.
As músicas estão sendo
primeiramente lançadas no site oficial do cantor. Todo o projeto foi lançado em
2010, mesmo ano que o cantor inicia a divulgação como cantor também de heavy
metal, como pode ser visto no portal R7.

sabato 25 agosto 2012

Luiz Ayrão



Luiz Gonzaga Kedi Ayrão (Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1942) é
um cantor brasileiro que teve como sucessos, entre outros, as canções O
Lencinho, Porta Aberta, Nossa Canção, Águia na cabeça
e Os amantes, esta última gravada em 1979 e que vendeu aproximadamente
dois milhões de cópias. Duas outras grandes paixões, além da música, são o
futebol, Flamengo é seu time do coração, e a Escola de Samba Portela, onde é um
de seus Diretores de Harmonia e integrante da Ala de Compositores.
Cantor, compositor e escritor,
nasceu no bairro do Lins de Vasconcelos, no Rio de Janeiro. Filho do músico e
compositor Darcy Ayrão (Viveu de 1915 à 1955), cresceu em ambiente musical. Na
casa de um tio, Juca de Azevedo, saxofonista, costumavam freqüentar Pixinguinha
e João da Baiana, que tocavam composições do maestro e professor Ayrão. Aos 20
anos, através de seu tio compositor, conheceu vários artistas de renome, entre
eles, Ataulfo Alves, Humberto Teixeira, Osvaldo Santiago e Alcir Pires
Vermelho. Posteriormente, formou-se em Direito e atuou durante alguns anos na
profissão de Advogado e Procurador do BEG - Banco do Estado da Guanabara.
Em 1963 teve sua primeira
composição gravada, Só por Amor, interpretada por Roberto Carlos, que
logo depois, também viria a gravar, no ano de 1966, Nossa Canção,
considerado o primeiro sucesso romântico do cantor. Por essa época, compôs
várias músicas que foram gravadas por diversos artistas da Jovem Guarda.
Em 1968 participou do
festival "O Brasil canta no Rio", da TV Excelsior, com a composição Liberdade!
liberdade.... No ano de 1969, a convite de Rildo Hora e Romeu Nunes,
esta música foi lançada em compacto simples pela RCA Victor. Pela mesma
gravadora lançou mais três compactos simples com as músicas Vou e Duvido...duvido...,
Igreja Vazia e Às Margens do Rio, Hoje está Fazendo um Mês
e Foi a Noite, Sozinho na Multidão e Seis e Ddez e por fim
um compacto com o samba Puxa que Luxo! , de sua autoria. Em 1970 Ciro
Monteiro, gravou Por isso Eu Canto Assim. Neste mesmo ano Roberto Carlos
interpretou Ciúme de Você.
No ano de 1973 gravou um
compacto simples com a música Porta Aberta, composição de sua autoria em
homenagem à Portela, considerado seu primeiro sucesso como cantor. Um mês e
meio depois, já em 1974, devido ao grande sucesso do compacto, a
gravadora Odeon lançou seu primeiro LP, Luiz Ayrão, do qual se destacaram as
faixas No silêncio da Madrugada e Porta Aberta.
No ano seguinte, pela mesma
gravadora, lançou o disco Missão, despontando com os sucessos nacionais Bola
Dividida, de sua autoria, e ainda Saudade da República, de Artúlio
Reis. Por essa época, mudou-se com a família para São Paulo e passou a cantar
na Catedral do Samba, uma das principais casas da noite paulista, dividindo o
palco com Pery Ribeiro e Leny Andrade.
Ainda em São Paulo, como
empresário, fundou três casas de shows de sucesso: Canecão Anhembi, Sinhá Moça
e Modelo da Liberdade, nas quais se apresentaram Roberto Carlos, Elis Regina,
Simone, Chico Anísio, Amália Rodrigues, Martinho da Vila, Clara Nunes, Cauby
Peixoto, Ângela Maria, Isaurinha Garcia, Jair Rodrigues, Silvio Caldas, Nelson
Gonçalves, Inezita Barroso, Adoniran Barbosa, Os Demônios da Garoa, Os Cantores
de Ébano, Lana Bittencourt, entre outros.
Em 1976 regravou Nossa
Canção no LP Luiz Ayrão, no qual também foram incluídas de sua autoria, Conto
até Dez, Reencontro, A Viúva, Bola pra Frente, Um
Samba Merece Respeito, O Lobo da Madrugada. Deste LP, destacou-se
também Quero que Volte, permanecendo por mais de um ano nas paradas de
sucesso.
Em 1977 gravou novo LP,
destacando-se o choro Meu Caro Amigo Chico, no qual fez uma resposta
musical ao também choro Meu caro amigo, de Francis Hime e Chico Buarque.
Outras composições de sua autoria, entre elas, O Divórcio (Treze anos) e
Os Amantes, também alcançaram sucesso. Uma polêmica envolveu o
lançamento do disco por causa da faixa Mulher à Brasileira, samba-enredo
com o qual havia chegado às finais na escolha de samba na GRES Portela para o
desfile do ano seguinte, sendo o samba aclamado como o preferido pela
comunidade na quadra da escola e bastante divulgado nas emissoras de rádio,
inclusive, foi cantado pela multidão presente nas arquibancadas superlotadas na
hora do desfile de 1978.
Neste mesmo ano de 1978
gravou o LP O Povo Canta, no qual interpretou de sua autoria Jogo Perigoso,
além de Amor Dividido e Violão Afinado, ambas em parceria com
Sidney da Conceição, além da faixa-título, também parceria de ambos. No disco
incluiu ainda Meu Anjo, composição que seu pai fizera em homenagem à sua
mãe Sylvia.
No LP Amigos, de 1979,
interpretou um de seus maiores sucesso, a composição A Saudade que Ficou - O
Lencinho, de Joãozinho da Rocinha (um de seus pseudônimos) e Elzo Augusto.
Na faixa contou com a participação especial do coral dos Canarinhos de
Petrópolis. Destacou-se também neste disco a faixa Escola de Samba, de
sua autoria.
No ano seguinte, 1980,
incluiu no novo disco as composições De Amigo pra Amigo,com Picolino da
Portela, Coração Solitário, com Lourenço, Moradia,com Belizário
César, Súbita Paixão, com Higino Tadeu, Eu Vou te Procurar, com
Augusto César e Casado, em parceria com Sidney da Conceição e Augusto
César. O sucesso deste LP foi o samba Bonequinha de João de Deus
(pseudônimo de Ayrão e Doquinha). Neste mesmo ano lançou para o mercado latino
o LP Los Amantes alcançando sucesso em vários países da América Latina.
No ano de 1981, no disco
Coração Criança, contou com a participação especial das Meninas Cantoras de
Petrópolis na faixa-título, parceria com Sidney da Conceição. Destacou-se desse
LP a marcha para a seleção brasileira de futebol Meu Canarinho, premiada
com Disco de Platina.
No LP de 1983 - Quem não
tem Esperança não tem Horizonte...foi gravada a música Águia na Cabeça
composta em parceria com Sidney da Conceição, em homenagem a sua escola de
samba Portela, que lhe rendeu muito sucesso.
Nos anos de 1984 e 1985
lançou, pela gravadora Copacabana, os discos Alegria Geral e Samba na Crista,
respectivamente. Em 1987, desta vez pela gravadora Continental, gravou o LP
Luiz Ayrão de todos os cantos, destacando-se a faixa-título em parceria com
Freire da Nenê, e ainda de sua autoria Amanheci.
No Ano de 1986 gravou o
Álbum Raízes do Samba, onde brindou novamente a Escola de Samba Portela com o
samba O que que há Portela de sua autoria com o nome de Tiãozinho Poeta,
(outro de seus pseudônimos) e alcançou sucesso não só na quadra da escola como
também nas emissoras.
No ano de 1990 Zizi Possi regravou
Ciúme de Você. Neste mesmo ano lançou mais um disco pela gravadora
Flama. Deste LP destacou-se como a faixa Separados, de sua autoria. Em 1994
a banda Raça Negra regravou Ciúme de Você. Dois anos depois a gravadora
EMI/Odeon lançou uma coletânea de seus sucessos pela coleção Meus Momentos.
No ano de 1999 a mesma
gravadora lançou, pela coleção Raízes do Samba, outra coletânea com alguns de
seus sucessos, entre eles Porta Aberta e No Silêncio da Madrugada,
ambas de sua autoria e ainda Quero que Volte (Palinha e Pinto) e Saudades
da República, de autoria de Artúlio Reis. Neste mesmo ano a banda Raça
Negra gravou pela segunda vez a música Ciúme de Você.
Em 2003 lançou o CD
Intérprete, no qual incluiu alguns clássicos da MPB, entre eles As Rosas não
Falam (Cartola), Carinhoso (Pixinguinha e João de Barro), Último
Desejo (Noel Rosa), Risque (Ary Barroso), Caminhemos (Herivelto
Martins), Lábios que Beijei (J. Cascata e Leonel Azevedo) e Ouça,
de Maysa.
Neste mesmo ano a cantora Vanessa
da Mata regravou Nossa Canção, incluída na trilha sonora da novela Celebridade
(de Gilberto Braga), da Rede Globo. A mesma composição foi também incluída na
segunda tiragem do disco de Vanessa da Mata, relançado neste ano pela gravadora
Sony Music. Ainda neste ano Maria Bethânia, no CD Maricotinha ao vivo, regravou
com sucesso Nossa Canção.
Em 2004 a gravadora Sony
Music lançou a coletânea 20 Supersucessos - Luiz Ayrão. Ainda no mesmo ano
gravou o primeiro disco ao vivo no Teatro Miguel Falabella, no Rio de Janeiro,
no qual incluiu alguns de seus sucessos: Nossa Canção, Bola dividida e Porta
Aberta, todas de sua autoria, e Os Amantes (Sidney da Conceição,
Augusto César e Lourenço), A Saudade que Ficou - O lencinho, além de
sete músicas inéditas.
Em 2005 recebeu uma
homenagem no Programa Domingão do Faustão, da Rede Globo, e comemorou o show de
número 5 mil de carreira, na qual ganhou discos de Platina e Ouro, por suas
expressivas vendagens. Lançou o CD Luiz Ayrão - Inéditas e Sucessos ao Vivo,
pela gravadora Atração.
Em 2007 recebeu homenagem
também no Programa Raul Gil, da TV Band, no quadro Homenagem ao Compositor.
Luiz também integrou o corpo de jurados do quadro Jovens Talentos, do mesmo
programa.
Em 2008 Luiz lançou
através de seu próprio selo, o CD A Vida é uma Festa. A música que abre o Cd,
de mesmo nome, é o destaque deste álbum, que contém mais seis músicas inéditas,
e regravações de outros artistas, como O Show tem que Continuar (Arlindo
Cruz, Sombrinha, Luiz Carlos da Vila), Velocidade da Luz (Tundy). Outro
destaque deste mais novo trabalho é a adaptação feita em homenagem a Carmem
Miranda, a faixa Tic Tic Bum.
Participou de muitos programas de televisão do país, tendo gravado trinta
discos, e ganhou muitos prêmios. Suas músicas o levaram a fazer shows em países
da América Latina, Estados Unidos da América, Itália, França e Japão. Luiz
Ayrão continua se apresentando por todo o Brasil e exterior.


lunedì 20 agosto 2012

Luiz Américo



Luiz Américo, nome artístico de Américo Francisco
Filho, (Santos, 22 de agosto de 1946) é um cantor e compositor brasileiro,.
Começou cantando desde menino e
foi no concurso de calouros do Silvio Santos que "Américo Francisco",
como era conhecido, despontou para o cenário nacional, ganhando todas as provas
do concurso. Surgiram os convites de grandes gravadoras e aí já como Luiz
Américo conseguiu seu primeiro sucesso, Desafio, mais conhecida como
"Cuca cheia de cachaça" e daí em diante foram vários, Camisa
10, Fio da véia, Carta de alforria, Casa cheia, O
gás acabou, Na hora da sede, entre tantos outros. Foram oito discos
de ouro e suas músicas executadas em todas as rádios do Brasil e exterior e
imagem marcada pelo seu boné em todos os programas de TV da época, sem dúvida
um dos maiores ídolos da geração da década de 1970 & 1980.
Seu maior sucesso foi a canção Camisa
10, que teve uma grande repercussão por falar da Seleção Brasileira de
Futebol de 1974, que depois de se tornar tricampeã México, atravessava um
período de altos e baixos para disputar a Copa da Alemanha de 1974. Vendeu
milhares de cópias. Recebeu prêmios no Brasil e no exterior. Hoje ele é dono de
uma casa noturna chamada Lucky Scope no Guarujá, e seus filhos cantores no
Grupo Feitiço (banda de samba) montaram uma casa de samba em sua homenagem com
o nome de Typographia Brasil em Santos, onde o cantor se apresenta até hoje.
Seus sucessos já foram gravados por Clementina de Jesus, Ângela Maria, Alcione,
Sílvio Caldas, Wilson Simonal e estão sendo re-gravados por cantores da
atualidade como Zélia Duncan, Zeca Baleiro, Marcelo D2 entre outros.
Atualmente reside na cidade do Guarujá,
SP.

giovedì 16 agosto 2012

Luíz Melodia



Luiz Carlos dos Santos (Rio de Janeiro, 7 de janeiro de 1951),
mais conhecido como Luiz Melodia, é um cantor e compositor brasileiro de
MPB, rock, blues, soul e samba. Filho do sambista e compositor Oswaldo Melodia,
de quem herdou o nome artístico, cresceu no morro de São Carlos no bairro do Estácio.
Luiz Melodia foi muito
influenciado pela Jovem Guarda, sobretudo Roberto Carlos.
Começou sua carreira musical em 1963
com o cantor Mizinho, ao mesmo tempo em que trabalhava como tipógrafo,
vendedor, caixeiro e músico em bares noturnos. Em 1964 formou o conjunto
musical Os Instantâneos, com Manoel, Nazareno e Mizinho. Lança seu primeiro LP
em 1973, Pérola Negra. No "Festival Abertura", competição
musical da Rede Globo, consegue chegar à final com sua canção
"Ébano".
Nas décadas seguintes Melodia
lança diversos álbuns e realiza shows, inclusive internacionais. Em 1987
apresenta-se em Chateauvallon, na França e em Berna, Suíça, além de participar
em 1992 do "III Festival de Música de Folcalquier" na França e em
2004 do Festival de Jazz de Montreux à beira do Lago Lemán, onde se apresentou
no Auditorium Stravinski, palco principal do festival.
É um ilustre torcedor do Vasco da
Gama, tendo participado do Megashow comemorativo dos 113 anos do clube, onde
apresentou as músicas "Estácio, Eu e Você" e "Congênito.