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giovedì 29 settembre 2011

Fred Rovella


Fred Rovella

Show-man, cantor e compositor.
Canta nos idiomas: Italiano, inglês, espanhol, português, francês.

Tenor dramático, formado em canto lírico, teoria e solfejo.

1º lugar no concurso de cantores novos da TV – Globo nos anos 70.



1º lugar do programa Rei Majestade do SBT em 2007.
Figura obrigatórias nas mais importantes festas italianas do Brasil.

Fred gosta de ver as pessoas felizes é por isso que seu show é super divertido e interativo.

Fundou a Fred Rovella Banda Show; empresa especializada em festas italianas.

Composta por: Músicos, bailarinos e bailarinas, cantores e cantoras.

Guarda roupas próprio com inúmeros trajes alusivos às diversas regiões da Itália.



"Rei Majestade"

O telespectador votou pela telefone e pela internet e escolheu os 3 cantores que irão gravar o CD do SBT como prêmio do programa “Rei Majestade”. O cantor Fred Rovella levou o primeiro lugar com 25,45% dos votos e ganhou R$ 100 mil. O segundo lugar ficou para o cantor Silvio Brito com 24,56% dos votos, que ainda ganhou do programa R$ 60 mil. Já o cantor José Luiz alcançou o terceiro lugar com 14,98% dos votos e ganhou R$ 40 mil.

Cada um dos três finalistas irá gravar quatro canções, sendo que 2 sucessos do passado e 2 hits atuais, no CD do SBT, que estará brevemente à venda nas bancas de jornal e no SBT.
Ao mesmo tempo em que continuou os ensaios para shows em festas italianas, Fred não descuidou de sua participação nesta grande final, e deu duro ao lado de sua banda e dos bailarinos.

Com a orquestra do SBT, na fase semifinal do "Rei Majestade", Fred Rovella escolheu para cantar "Do seu lado", e conseguiu quase 84% dos votos populares.




http://www.fredrovella.com.br


Alfredo Rovella, conhecido como Fred Rovella (São Paulo, c. 1947) é um cantor brasileiro.

Ao entrar para o cenário musical, seu grande sucesso, "Volare", de 1980, vendeu muito bem no Brasil e no mundo. Especializado em cantar canções italianas, participou de quase todos os programas de televisão em todo o país, sempre reconhecido pela sua arte. Guarda com muito amor e carinho os discos de ouro e de prata que recebeu, bem como os troféus do Programa Sílvio Santos, entre muitos outros prêmios. Hoje sua agenda continua lotada, principalmente com festas típicas italianas realizadas em todo o país, nas quais participa como animador.

Fred Rovella foi o campeão do programa Rei Majestade, exibido no SBT, e irá gravar o CD do SBT, junto com Sílvio Brito e José Luis.

http://www.youtube.com/watch?v=JWS5MpmMhe8


http://www.youtube.com/watch?v=rV391V6b1OM

martedì 27 settembre 2011

Frank Aguiar


Frank Aguiar é personagem de uma história pra lá de especial... Nasceu em 18 de setembro de 1970 na cidade de Itainópolis-PI e cresceu entre cinco irmãos, aprendendo desde cedo com seu pai os primeiros acordes musicais. Casado e pai de quatro filhos, é cantor, compositor e instrumentista. Estudou música e é Bacharel em Direito. Atualmente é Vice-Prefeito e acumula o cargo de Secretário de Cultura da cidade de São Bernardo do Campo-SP.

Desde sua infância já cantava publicamente em restaurantes e bailes de debutantes, momento em que seus talentos musicais foram descobertos. Aos quinze anos deixou sua terra natal para estudar em Teresina-PI, onde ingressou na UFPI para fazer o curso de Música contra a vontade de seus pais que o queriam doutor. Instigado por seus ideais de tornar-se um profissional reconhecido, partiu em 1992 para São Paulo onde gravou seu primeiro disco. Na grande metrópole deparando-se com dificuldades impensáveis, lançou-se na fantástica aventura da ousadia dedicando-se dia após dia no propósito de realizar seu sonho. E assim, ele gravou o segundo, o terceiro, o quarto e o quinto disco, etc... Superava-se a cada ano e disco, aumentando destarte o número de seus fãs e admiradores, bem como ganhando prêmios e críticas positivas dos especialistas em música. O hit “Mulher Madura” virou hino na boca do povo; e “Prenda”, foi incluso na trilha sonora da novela Amor e Ódio/SBT - sendo essas dentre outras, as músicas mais executadas nas rádios e, até hoje, as mais pedidas nos shows do artista. Consagrando em 2005 seus 10 anos de sucesso, Frank Aguiar lançou seu primeiro DVD lotando então o Olympia-SP, na época, o palco mais renomado do país. Tamanho sucesso levou o cantor a fazer turnês também fora do Brasil: EUA, Japão e China.

Em 2006 Frank Aguiar foi homenageado juntamente com o seu Estado de origem, o Piauí, passando a ser enredo do Carnaval Paulista. Conduzindo seus passos sempre pelo caminho do sucesso, Frank resolve entrar na política e elege-se a Deputado Federal por São Paulo com a expressiva quantidade de 144.797 votos. Assume o cargo em 2007 desempenhando brilhante trabalho em sua plataforma política. Grava neste mesmo ano o CD Carimbó. Um sucesso!

No ano de 2009, com um novo projeto político Frank Aguiar torna-se o vice-prefeito da cidade de São Bernardo do Campo acumulando tão logo depois o cargo de Secretário de Cultura do município. Os compromissos artísticos e políticos são diversos, mas ele responde a tudo com muita responsabilidade, dedicação e compromisso, o que prova que ama o que faz. Paralelamente aos compromissos, ainda arranja tempo para continuar estudando, compor, gravar e lançar Cds. O álbum “Daquele Jeito” é a prova de seu excelente desempenho na música, pois foi indicado ao Grammy Latino 2010, ano em que também esteve engajado nos trabalhos de gravação de “Os sonhos de um sonhador”, filme que contará sua história - a ser lançado em 2011.



Como se vê, o tempo não pára e este profissional também não... Em quase duas décadas de carreira ele continua fazendo sucesso e não apenas animando multidões com seus shows, mas aparecendo na grande mídia escrita e televisiva. Está sempre sendo convidado a receber homenagens, prêmios e a participar de eventos de natureza diversas. Recentemente Frank gravou e já se encontra à venda nas lojas o CD “Vai dar tudo certo”, obra especial de cunho religioso, algo diferente de tudo que ele lançou até hoje. Lança no dia 10 de junho de 2011 o seu 19º álbum “ Forrozando nas antigas” o que promete ser um sucesso.

Falar mais o quê? ...A lição que se tira desse passeio pela vida de Frank Aguiar, é que ele é uma dessas obras raras produzidas pela força da ousadia. Sujeito simples, notadamente carismático, que fez dos sonhos uma realidade de sucesso. Fez-se grande à medida que os obstáculos surgiam; foi um vencedor em tudo aquilo a que se dedicou... Não se pode dizer que é um fenômeno do acaso. Ele, com seu otimismo e uma coragem incomum, transformou os acasos em oportunidades para mostrar ao mundo a dimensão do seu talento. Enfim, nos múltiplos papéis exercidos por ele, brota a certeza de que um forte brilho irradiará suas escolhas tornando sua biografia uma fonte de inspiração àqueles que se propuserem a fazer da vida um espetáculo de bravura, conquistas e reconhecimento popular.


http://www.frankaguiar.com.br


Frank Aguiar - Moto Taxi (Live) por EMI_Music



Frank Aguiar - Mulher Madura (Live) por EMI_Music

lunedì 26 settembre 2011

Francisco Petrônio


Francisco Petrônio - A voz de veludo do Brasi
                    
Filho de imigrantes italianos, nascido no bairro do Bexiga, em São Paulo, há 83 anos, 46 anos de carreira, casado com Rosa Petrone há 60 anos, três filhos e seis netos, ao contrário do que se possa supor, vive uma intensa atividade artística.  Francisco Petrônio, também conhecido como 'A voz de veludo do Brasil', denominação dada pelo apresentador Aírton Rodrigues.

O sangue italiano talvez tenha sido o responsável por sua paixão pela música. "Quando eu era criança, contava ele, meu pai chamava amigos e companheiros e me colocava sobre uma cadeira para que eu cantasse. Ser cantor era um sonho de criança que apenas em 1961 tornou-se realidade. Eu era taxista e costumava cantar enquanto dirigia. Numa dessas corridas um passageiro gostou de minha voz e acabei sendo convidado para fazer um teste na TV Tupi. Cantei e o Cassiano Gabus Mendes, que na época era diretor artístico da emissora, gostou e me contratou para a Rádio e para a TV Tupi".

Humilde, Petrônio, dono de uma das mais belas vozes do país, diz que seu sucesso só foi possível graças ao apoio de grandes amigos, como o apresentador Aírton Rodrigues. "Nunca fui um cantor de estourar nas paradas. Considero-me um cantor da velha guarda que continua lutando por seu espaço. Nestes 46 anos as dificuldades foram muitas, mas nos últimos tempos as dificuldades aumentaram talvez em virtude de minha idade. No Brasil as pessoas, a partir de uma certa idade são marginalizadas, não só na TV ou nas rádios, mas de modo geral", desabafava, acrescentando "o desrespeito com as coisas do passado é grande. As TVs deveriam, junto com os sucessos atuais, dar um espaço mínimo para a velha guarda. Nós também temos que sobreviver com um mínimo de dignidade.

Para Petrônio, na realidade não falta espaço para os cantores da velha guarda. "Acabaram é tirando o nosso espaço para colocar cantores mais bonitos ou grupos com realidade não falta espaço para os cantores da velha guarda. "Acabaram é tirando o nosso espaço para colocar cantores mais bonitos ou grupos com rebolantes moças usando pouca roupa".

http://www.franciscopetronio.com.br

Francisco Petrônio - Baile da Saudade. por rochafm1962 no Videolog.tv.



Francisco Petrônio - Luzes da ribalta. por rochafm1962 no Videolog.tv.

domenica 25 settembre 2011

Francisco Alves


Francisco de Morais Alves (Rio de Janeiro, 19 de agosto de 1898 — Pindamonhangaba, 27 de setembro de 1952) foi um dos mais populares cantores do Brasil.

Filho de portugueses, nasceu na região Central do Rio de Janeiro, mais precisamente à rua Conselheiro Saraiva[1]. Seu pai era dono de botequim. Começou sua carreira em 1918, nas companhias de teatro de João de Deus e Martins Chaves, e após, na companhia de Teatro São José, pertencente a José Segreto[2].

Seu primeiro sucesso foi a marcha carnavalesca O Pé de Anjo, do compositor Sinhô. Devido a sua voz firme e potente, era conhecido como o 'Rei da Voz. Compôs com Orestes Barbosa algumas obras-primas da canção brasileira: "Meu Companheiro", A Mulher que Ficou na Taça", "Dona da Minha Vontade", "Por Teu Amor".

Morreu carbonizado por ocasião de uma colisão entre seu automóvel e um caminhão, que imprudentemente entrou na contramão, na Via Dutra, em Pindamonhangaba, na divisa com Taubaté, estado de São Paulo, quando voltava ao Rio de Janeiro.

Francisco Alves já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Cyl Farney no filme "Chico Viola Não Morreu" (1955), Mário Gomes no filme "Tabu" (1982) , Jandir Ferrari no filme "Nelson Gonçalves" (2001)e Fernando Eiras na minisserie "Dalva e Herivelto - Uma Canção de Amor." (2010).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Alves_(cantor)


Francisco Alves - ESTRANHA MELODIA - bolero - Francisco Alves e David Nasser - ago.1951_GersonBR.mp3



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venerdì 23 settembre 2011

Francis Hime



Francis Hime
Compositor, cantor, pianista, arranjador e maestro.

Representante da melhor geração de compositores surgida no Brasil, desde o fim da década de 1920 (quando foram lançados os jovens Noel Rosa, Ary Barroso, Lamartine Babo, João de Barro, Ismael Silva e tantos outros), Francis Hime assumiu o papel de um dos principais protagonistas da música popular brasileira a partir da primeira metade dos anos 60. Ninguém tem dúvida: seria impossível escrever a história da música brasileira nas últimas décadas sem dar a Francis Hime um destaque muito especial. No mapa da MPB, todos os afluentes confluem para o talento estuário de Francis Hime.

Tom Jobim é um piano, Caymmi um violão, Vinicius, uma caneta, Noel, um terno branco. Por analogia, Francis Hime é uma orquestra. E uma orquestra sinfônica. Não uma sinfônica convencional, apoiada exclusivamente nas cordas, madeiras e gravatas, mas uma formação enriquecida por metais de gafieira, cavaquinhos de chorões e tamborins de escola de samba. Se a música do Rio é uma fusion - a música de todos os Brasis confluindo para um estúdio onde as águas se misturam e ganham ritmo e densidade - , Francis é essa fusion de calças. A todos estes ritmos brasileiros, Francis empresta seu inspirado refinamento e deles toma emprestado a vitalidade e a beleza. Atenção: essas não são palavras vazias. Como Francis Hime (agora que já não temos Villa-Lobos, Radamés Gnatalli, Tom Jobim e Luizinho Eça), estamos diante de um compositor cujo domínio da técnica permite vôos de asa-delta - ou de orquestra - à criação.

Francis é por enquanto, a fusion definitiva entre o popular e o erudito na música brasileira. E não vai aí uma contradição em termos: o por enquanto desse definitivo só vale até que o próprio Francis, a bordo da orquestra, resolva superá-la.

Francis Hime estudou piano desde os 6 anos de idade, no Conservatório Brasileiro de Música. Em 1963, começa a sua parceria com Vinicius de Moraes, com quem compôs inúmeras canções, tais como: "Sem mais adeus", "Anoiteceu", "A dor a mais", "Tereza sabe sambar" e outras. Nessa época, começa também a compor com Ruy Guerra canções como "Minha" (gravada por Elis Regina, Tony Bennett, Bill Evans e muitos outros), "Último canto", "Por um amor maior" e outras. Participou de vários festivais de música nos anos 60, quando suas canções foram cantadas por Elis Regina, Roberto Carlos, Jair Rodrigues, MPB-4 e outros.Em 1969, foi para os Estados Unidos, onde ficou 4 anos estudando composição, orquestração e trilhas para filme com Lalo Schifrin, David Raksin, Paul Glass, Albert Harris e Hugo Friedhopfer. De volta ao Rio, em 1973, grava seu primeiro disco para a Odeon. Nessa época, sempre escrevendo a música, ele começa a compor com Chico Buarque grandes sucessos, tais como: "Atrás da porta", "Trocando em miúdos", "Meu caro amigo", "Pivete", "Passaredo", "Amor barato", "A noiva da cidade", "Embarcação", "Vai Passar". Em 1973, começa a compor trilhas para filmes, tais como: "A estrela sobe", "Dona Flor e seus maridos", ambos dirigidos por Bruno Barreto, "O homem célebre", "República dos assassinos", ambos dirigidos por Miguel Faria, "A noiva da cidade" de Alex Vianny, "Marília e Marina" de Luis Fernando Goulart, "O homem que comprou o mundo", de Eduardo Coutinho, "Marcados para viver", de Maria do Rosário, "Lição de amor", de Eduardo Escorel. Duas dessas trilhas foram premiadas no Festival de cinema de Gramado e no Coruja de Ouro, como melhor trilha do ano.

No teatro, Francis escreveu trilhas para: "Dura lex sed lex no cabelo só Gumex" de Oduvaldo Vianna Filho, "O rei de Ramos", de Dias Gomes, "A menina e o vento", de Maria Clara Machado, "Belas figuras" de Ziraldo, "Foi bom, meu bem", de Alberto Abreu, "O banquete", de Mario de Andrade, "Pinoquio" de A. Collodi, "Tá ruço no açougue", do grupo Tem folga na direção, "Na sauna", de Nell Dunn, e "Love letters", de A. R. Gurney. Conhecido como um dos mais talentosos compositores do Brasil, Francis é especialmente dotado por uma versatilidade em compor sobre vários ritmos brasileiros, escrevendo sambas, frevos, modinhas, calangos, choros, etc. Para este repertório eclético, Francis conta com um não menos eclético e talentoso grupo de parceiros escrevendo letras para suas canções, tais como: Geraldo Carneiro, Milton Nascimento, Olivia Hime, Gilberto Gil, Paulo César Pinheiro, Cacaso, Capinam, Adriana Calcanhoto, Paulinho da Viola, Lenine, Joyce, Moraes Moreira, Georges Moustaki, Livingston & Evans, Sergio Bardotti (além dos já citados Chico Buarque, Vinicius de Moraes e Ruy Guerra). Ele também musicou poemas de Fernando Pessoa, Manoel Bandeira, Castro Alves. Como arranjador, Francis trabalhou para Milton Nascimento, Gilberto Gil, Gal Costa, Georges Moustaki, Caetano Veloso, Clara Nunes, Toquinho, Elba Ramalho, Vania Bastos, Fafá de Belém, Olivia Hime, MPB-4 e Chico Buarque (para o qual, ele fez a direção musical de 4 discos). Como compositor, suas canções foram gravadas por Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa, Ivan Lins, Djavan, Tony Bennett, Bill Evans, Kenny Burrel, Lany Hall, João Bosco, Lenine, Beth Carvalho, Nara Leão, Elizete Cardoso, Ângela Maria, Luis Eça, Toquinho, Zélia Duncan, Olivia Hime, Daniela Mercury, Simone, Nana Caymmi, Wandá Sá, Joyce, Adriana Calcanhoto, Paulinho da Viola, Fafá de Belém, MPB-4, Georges Moustaki.


A partir dos anos 80, Francis começou também a escrever peças eruditas. Em 1986, escreveu a sua Sinfonia n°1, apresentada em São Paulo e Campinas com a Orquestra Sinfônica de Campinas regida por Benito Juarez, e em Recife, com a Orquestra Sinfônica de Pernambuco regida por Osman Gióia. Em 1993 o próprio Francis regeu essa sinfonia, à frente da OSB (Orquestra Sinfônica Brasileira). Em 1988, Francis compôs "Carnavais para coro mixto e orquestra", a partir de um poema especialmente escrito por Geraldo Carneiro, tendo sido a peça apresentada com a Orquestra Sinfônica de Campinas e CORALUSP regidos por Benito Juarez. Em 1997, Francis escreveu a partitura sinfônica de "Terra Encantada". Em 2000, compôs a Sinfonia de Rio do Janeiro de São Sebastião, em 5 movimentos (Lundú, Modinha, Choro, Samba, Canção brasileira), com textos de Geraldo Carneiro e Paulo César Pinheiro. A estréia da sinfonia deu-se no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, tendo como solistas Lenine, Leila Pinheiro, Olivia Hime, Zé Renato e Sérgio Santos, com Francis regendo a orquestra sinfônica, num espetáculo dirigido por Flavio Marinho. Francis regeu esta sinfonia em duas outras ocasiões: em 2002, na Praia de Copacabana, para um público de mais de 20.000 pessoas, e na UNESCO, em Paris, encerrando as festividades do ano França-Brasil de 2005.

Em 2001, Francis escreveu "Fantasia para piano e orquestra", que apresentou como solista - no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com a orquestra Pró-Música sob a regência de Roberto Tibiriçá. Mais recentemente, Francis compôs um Concerto para violão e orquestra em 3 movimentos, dedicado a Rafael Rabello, que terá a sua "première" em Maio de 2008, na sala São Paulo, tocado por Fabio Zanon, com a OSESP sob a regência de John Neschling. Francis acabou de concluir a partitura da "Ópera do futebol", ópera em 4 atos, com "libretto" de Silvana Gontijo, cuja montagem está prevista para 2008.

No campo da música popular, Francis lança em Agosto de 2007 um novo cd/dvd: "Francis Hime ao vivo", pela gravadora Biscoito Fino, além de continuar a apresentar shows solo ou com sua banda, pelo Brasil afora ou no exterior. Em Julho próximo, apresenta-se no Festival de Montreux juntamente com Maria Bethânia.

Discografia:

1. Os seis em ponto - 1964 - RGE
2. Francis Hime - 1973 - ODEON
3. Passaredo - 1977 - Som Livre
4. Se porém fosse portanto - 1978 - Som Livre
5. Francis - 1980 - Som Livre
6. Sonho de moço - 1981 - Som Livre
7. Os 4 mineiros - 1981 - Som Livre
8. Pau Brasil - 1982 - Som Livre
9. Essas parcerias - 1984 - Som Livre
10. Clareando - 1985 - Som Livre
11. Choro rasgado - 1997 - Universal
12. Meus caros pianistas - 2001 - Biscoito Fino
13. Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião (CD/DVD) - 2003 - Biscoito Fino
14. Brasil lua cheia (CD/DVD) - 2003 - Biscoito fino
15. Álbum musical - 2004 - Biscoito Fino
16. Arquitetura da flor - 2006 - Biscoito Fino
17. Francis Hime ao vivo (CD/DVD) - 2007- Biscoito Fino
18. Álbum Musical 2 - 2008 - Biscoito Fino

Prêmios:

1975 - Coruja de Ouro ( Melhor trilha de cinema do ano )
para "Lição de amor", de Eduardo Escorel. 1975 - Kikito ( Melhor trilha de cinema do Festival de Gramado )
para "Lição de amor" de Eduardo Escorel . 1976 - Coruja de Ouro ( Melhor trilha de cinema do ano )
para "Dona Flor e seus dois maridos" de Bruno Barreto.
1997 - Melhor disco do ano pelo "O Globo"
para "Choro rasgado".
2003 - Melhor disco do ano pelo "Universo Musical"
para "Brasil lua cheia"
2006 - Indicação para Grammy para melhor canção brasileira do ano,
por "Canção transparente", com letra de Olivia Hime


Songbooks:

- Francis Hime Songbook
2001 - Lumiar Editora
Produzido por Almir Chediak

- Francis Hime - Álbum Musical
2004 - Editora Gryphus


http://www.francishime.com.br



Fernando Pessoa e Francis Hime em Glosa. por jalramos

lunedì 19 settembre 2011

Flávio Venturini


Flávio Venturini nasceu em Belo Horizonte, em 23 de julho de 1949. Descobriu a música aos 3 anos de idade. Aos 15 anos começou sua formação musical. Acordeon foi o seu primeiro instrumento. Logo depois ganhou de seu pai um piano, e assim começou seus estudos na Fundação de Educação Artística" de Belo Horizonte, onde estudou percepção musical e piano.

Participou de vários festivais de inverno nos anos 60/70. Neste período estudou composição e arranjos com mestres como Walter Smetak,  Ernest Widmer, Bruno Kiefer, Ailton Escobar, Cláudia Cimbleris e Rogério Duprat.

Paralelamente, manteve movimentação ativa no caldeirão cultural de Belo Horizonte. Nos anos 70, além de ter tocado em bailes ( grupos The Shines,Os Turbulentos e Crisalis ), participou de vários festivais, entre eles o Festival Estudantil da Canção, Festival Universitário de Belo Horizonte (2° lugar ), e Festival Internacional da Canção de 1970 ( FIC ) no Rio de Janeiro.

Neste período já fazia parte do grupo dos novos compositores mineiros, e com eles fez alguns shows. "Fio da navalha" era o nome dado a estes shows que reuniu além de Flávio, Lô Borges, Beto Guedes, Tavinho Moura, Toninho Horta, Vermelho, Zé Eduardo, e outros, que mais tarde estariam juntos outra vez no ‘Clube da esquina’.

Em 1974 convidado a gravar com Sá e Guarabira, por indicação de Milton Nascimento, acabou integrando "O Terço’, grupo carioca, na época radicado em São Paulo, para onde se mudou. No O Terço se destacou como compositor, gravando dois discos "Criaturas da noite" em 1974 ( vendeu mais de 100 mil cópia ), e "Casa encantada"em 1975, ambos com arranjos  do maestro Rogério Duprat.
  
Em 1977 deixa o Terço. Neste mesmo ano grava com Beto Guedes o LP "A página do relâmpago elétrico’. E ainda, neste mesmo período,  sua música "1974’é coreografada pelo argentino Oscar Araiz, para o Royal Balet do Canadá, e apresentada em  tounê pelo Canadá e Estados Unidos.

Em 1978 participa do Clube da Esquina II, histórico disco de Milton Nascimento, no qual foi gravada a música ‘Nascente’. Participou como músico em outras faixas também.
  
Participou da turnê de lançamento do disco ‘Clube da esquina II’, com participação especial junto com Beto Guedes. Em 1979 foi convidado pela EMI/ODEON para gravar. Funda com Vermelho a banda 14BIS, com a qual gravou 8 discos, com muito sucesso.
  
Participou em 1982 do disco e do espetáculo ‘Missa dos quilombos’, de Milton Nascimento e Fernando Brant, Pedro Tierra e Dom Pedro Casaldaligá. Durante sua participação no 14Bis começa sua carreira solo com o disco ‘Nascente’ em 1982, e ‘O Andarilho’em 1985.
  
Neste período faz curso de música para cinema no Núcleo de Animação da Embrafilme, no Rio de Janeiro, promovido pelo ‘National Film Board’do Canadá. E compõem três trilhas de filmes premiados: ‘Quando os morcegos se calam’ , ‘Viagem de ônibus’ ( de Daniel Schorr ) e ‘Instinto animal" ( Léa Zagury ).

Compôs também trilhas para ‘Aleluia Gretchen’( longa de Silvio Back ), ‘Impresso a bala’( curta de Ricardo  Favilla ) , ‘O escravo’  ( vídeo de Luis Viana ) e Hilda Furacão ( peça teatral de Roberto Drummond ).

Em 1988  sai do 14Bis, e continua carreira solo. Em 89 participa com grande destaque do Free Jazz Festival, com trabalho instrumental. Em91 faz show no Circo Voador  com Toninho Horta, que na época foi gravado e lançado em 1997 no selo Dubas.

Neste período faz shows com Lô Borges, Toninho Horta e Zé Renato. Participa do show-encontro histórico ‘Minas em Concerto’ com Beto Guedes, Wagner Tiso, Lô e Toninho.

Em 1990 grava o seu 3.o disco solo ‘Cidade Veloz’, no selo Chorus/ Som Livre. Em 1992 participa do Rio Show Festival, quando gravou ‘Flávio Venturini ao vivo’.

Neste ano ainda fez tounê pelos Estados Unidos e Canadá. Na Europa, em Santiago de Compostela, participa das comemorações dos 500 anos do descobrimento das Américas com o espetáculo ‘Missa dos quilombos’.

Em 1994 grava o disco ‘Noites com sol’ ( Velas ), primeiro disco de ouro de sua carreira solo.

Em 1996 grava o Cd ‘Beija-flor’, também pela gravadora Velas. E participa do  Heineken Concerts, como convidado do grupo UAKTI.  
 
Em 1998 assina contrato com a gravadora EMI/ODEON, na qual gravou seu sétimo CD, chamado TREM AZUL uma releitura da obra dos compositores mineiros de sua geração.

Em 1999 completa 50 anos e realiza um grande show no antigo Metropolitan/RJ (atual Claro Hall) com lotação esgotada. Show que teve a presença de amigos ilustres como Marcus Viana, Zé Renato, Leila Pinheiro, 14 Bis, Paulo Ricardo, Paulinho Moska, Beto Guedes, Lô Borges. Este show virou um super especial de TV ( Multishow ) e também saiu em Cd, Vhs e Dvd pela gravadora Som Livre.

Neste ano participa também de dois super especiais de TV: Tributo aos Beatles  e a Renato Russo.

Em 2003 promove um encontro no palco com o amigo Guilherme Arantes, no Rio de Janeiro, no antigo Metropolitan. Esse encontro ainda rendeu outros shows, e continua acontecendo até os dias de hoje. O roteiro concentra so grandes hits desses dois tecladistas hitmakers.

Ainda este ano funda a gravadora independente TRILHOS.ARTE, onde lança novos talentos como Aggeu Marques e Mauricio Oliveira. Relançou também em sua nova empresa seus famosos Cds ´Noites com Sol´e ´Beija-flor´e  o cd de músicas inéditas 'Porque não tínhamos bicicleta', já em 2004.

Neste CD as músicas ´Pra Lembrar de Nós´, ´Céu de Santo Amaro´ e ´Prenda Minha´ foram incluídas nas novelas da Rede Globo.  

Em 2004 duas composições suas viram Hits das rádios FMs em todo Brasil: ´Fênix´ em parceira com Jorge Vercilo, gravada por este. E ´Mais uma Vez´, parceria com Renato Russo, gravada quando fazia parte do 14 Bis, e agora relançada em disco da EMI, na voz de Renato Russo, possível através da recuperação de uma gravação que deixou antes de morrer.

Com o disco ´Por que Não Tínhamos Bicicleta´ Flávio Venturini percorre com sucesso todo o país com shows  nas principais casas como DirecTv Hall, Canecão, Palácio das Artes e Teatro Castro Alves.

Em 2005 lança pela TRILHOS uma coletânea chamada `Luz Viva´, incluindo músicas dos CDs que possui em catálogo, e ainda uma faixa bônus do CD ´Porque não tínhamos bicicleta´ lançado com exclusividade no Japão ´Ser tudo o que eu quis´ e o tema de Natal  ´Aquela Estrela´.

No final de 2006 sai com seu mais recente CD de inéditas, chamado ´Canção sem Fim´, pela Trilhos. Para 2007 o compositor e cantor Flávio Venturini prepara-se para correr todo o Brasil mostrando seu novo trabalho.


http://www.flavioventurini.com.br/oficial

http://www.flavioventurini.com.br/naoseapague/index.html

venerdì 16 settembre 2011

FLÁVIO JOSÉ


A Carreira.
Descendente de uma família de músicos, FLÁVIO JOSÉ nasceu irremediavelmente artista.

Na sua pequena Monteiro/PB, já aos 7 anos, este precoce artista fazia a sua iniciação no universo mágico das teclas. Aos 10 anos já tocava o seu pequeno fole de 24 baixos, animando as festinhas do lugar. Essas pequenas incursões festivas, foram o início da forja de um dos maiores ícones do Nordeste.

Batizado na poeira das estradas, aquele menino jamais desconfiaria que um dia fosse colocar o seu nome no panteão dedicado aos grandes ícones do cancioneiro popular.

FLÁVIO JOSÉ é um predestinado cantador do amor e contador das cousas e dos causos do seu universo. Um documentarista melodioso do seu tempo. Um caboclo sonhador que não se considera nem profeta nem tampouco visionário, mas um anunciador previsível quando reforça que o diário desse mundo tá na cara, só não enxerga quem fecha os olhos para não ver.

E ele anteviu. Consciente de que o mundo é grande e o destino o esperava, viajando na boléia do destino, largou uma obscura carreira de bancário e cantando e seguindo a canção foi construindo a sua história, até entrar definitivamente para o seleto grupo que é referência e citação obrigatória nos anais da MPB, respaldado pelo conjunto de sua obra.

Interpretações como: Que Nem Vem Vem, Avoante, A Casa da Saudade, Um Passarinho, Quando Bate o Coração, Tareco e Mariola, Mensageiro Beija-flor, Filho do Dono, Caia Por Cima de Mim, Engenho velho, Saudade da Boa, Espumas ao Vento, Sem Ferrolho e Sem Tramela, Incerteza, Utopia Sertaneja, Casa Velha de Sapê, Tonha, Novilha Rainha, Já Não Conserto Mais, A Poeira e a Estrada, De Mala e Cuia, A Natureza das Coisas..., entre tantas outras, fazem parte de um playlist de sucessos, interpretados por FLÁVIO JOSÉ, que permeiam, até os dias atuais, as mentes e corações do coletivo popular nordestino.

Hoje, após 8 LPs, 17 CDs, milhares de shows e eventos, FLÁVIO JOSÉ possui uma carreira consolidada. Reverenciado como o Rei do Xote, permanece fiel ao estilo que abraçou, até os dias atuais. Essa fidelidade é retribuída pelo enorme carinho que lhe é devotado pelos inúmeros fãs. Para atendê-los, o artista promove em média 100 shows por ano.

Aclamado desde o primeiro LP, mas extraordinariamente a partir do primeiro CD - NORDESTINO LUTADOR - 1994, até O DOM CRISTALINO - 2008, FLÁVIO JOSÉ comprova ser um HIT-MAKER daqueles que tem explícita preferência pela criatividade sobre o conhecimento e usa os dois a serviço do sentimento poético-musical.

Bom produtor tal e qual o bom jogador que conhece o jogo pela regra, FLÁVIO JOSÉ busca direcionar a sua produção confiante na sua sensibilidade artística e afinado unicamente com a cultura do seu povo, totalmente indiferente aos estratagemas ditados pelas indústrias de mass media.

A obra de FLÁVIO JOSÉ contrapõe-se abertamente ao jogo dessas indústrias culturais que fundamentadas em valores mercadológicos questionáveis, replicam em suas linhas de montagem um arremedo de forró, desfigurado, irreconhecível, totalmente destorcido, subjugado na essência por uma total inversão de valores.

FLÁVIO JOSÉ não condescende e não transige com essas mesmas indústrias que necessitam e defendem de forma imperativa a criação instantânea de ídolos midiáticos, em sua imensa maioria estéreis, com uma improvável carreira fundamentada na hipervalorização da imagem, do culto ao corpo, da estética, da erotização, amparados por uma pirotecnia tecnológica e pelos imensos palcos high tech, um show explicitamente visual, apenas para encantamento e consumo imediato pelas massas, com cantores adornados, em carreiras lacônicas, amparadas em obras superficiais, insossas e voláteis.

Vale ressaltar que essa indústria já demonstra sinais evidentes de desgaste, quanto às fórmulas utilizadas ate a exaustão enquanto o forró tradicional reposiciona-se no mercado criando novas variáveis. Inúmeras casas são abertas em todo o país, voltadas exclusivamente ao tradicional forró pé-de-serra, acolhendo um público crescente, seletíssimo, tomador de decisões e influenciador de mercados.

E no segmento do forró tradicional, FLÁVIO JOSÉ é nome consolidado, de liderança inconteste e com um público altamente fidelizado.

Essa resistência perpetrada por FLÁVIO JOSÉ, nesses 30 anos de atuação, é a prova viva do êxito do talento sobre a especulação, da vitória final do conteúdo em detrimento à forma.


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