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martedì 16 ottobre 2012

Maysa


Maysa Figueira Monjardim, mais conhecida como Maysa Matarazzo ou simplesmente Maysa (São Paulo[3][4][5] ou Rio de Janeiro[6][7][8], 6 de junho de 1936 — Niterói, 22 de janeiro de 1977), foi uma cantora, compositora e atriz brasileira. Ao longo da sua carreira imortalizou uma discografia com mais de 25 títulos. Cristalizou uma das mais sensíveis obras da Música Popular Brasileira

Segundo algumas fontes, Maysa teria nascido na capital paulista, numa tradicional família do estado do Espírito Santo que logo se mudou para o Rio de Janeiro. Outras fontes, porém, afirmam que seu nascimento foi mesmo no Rio. Da capital paulista ou do Rio, é certo, no entanto, que em 1947 a família transferiu-se para Bauru, no interior paulista. Logo depois, mudaram-se novamente para a capital. Mesmo fixada em São Paulo, a família ainda mudaria de endereço várias vezes.

Maysa era neta do barão de Monjardim, que foi presidente da província do Espírito Santo por cinco vezes. Estudou no tradicional colégio paulistano Assunção, no Ginásio Ofélia Fonseca e no Sacré-Cœur de Marie, em São Paulo. As férias eram passadas em Vitória, onde reencontrava os tios e primos.

 Casou-se aos dezessete anos com o empresário André Matarazzo, dezessete anos mais velho, amigo de seus pais, e membro do ramo ítalo-brasileiro da família Matarazzo, de cuja união nasceu Jayme Monjardim Matarazzo, diretor de cinema e telenovelas.

Desquitou-se do marido em 1957, pois ele se opôs à carreira musical. Maysa teve vários relacionamentos amorosos, entre eles, com o compositor Ronaldo Bôscoli, o empresário espanhol Miguel Azanza, o ator Carlos Alberto, o maestro Julio Medaglia, entre vários outros. Ao assumir o relacionamento com Miguel Azanza em 1963, Maysa estabeleceu residência na Espanha onde morou durante anos com o marido e o filho. Só retornou definitivamente ao Brasil em 1969. Na década de 70, Maysa se aventuraria pelo mundo das telenovelas e do teatro participando de produções como O Cafona, Bel-Ami e o espetáculo Woyzeck de George Büchner. Em 1977, um trágico acidente automobilístico na Ponte Rio-Niterói encerrava a carreira e o brilho da estrela, que foi um dos maiores nomes da música popular brasileira.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Maysa
http://www.youtube.com/watch?v=8gtOXoXeWQc&feature=related


lunedì 15 ottobre 2012

L

L
Lady Zú
Lana Bittencourt
Latino
Léa Mendonça
Leandro Lehart
Leci Brandão
Leila Pinheiro
Leila Silva
Leilah Moreno
Lelo Zaneti
Lenine
Leny Andrade
Leny Eversong
Léo Canhoto e Robertinho
Léo Jaime
Léo Lima
Leonardo
Leoni
Letícia Coura
Liah
Lindomar Castilho
Lílian
Linda Batista
Lô Borges
Lobão
Luciana Mello
Lúcio Alves
Luís Melodia
Luiz Américo
Luiz Ayrão
Luiz Caldas
Luiz Gonzaga
Luiz Vieira
Luiza Possi
Luka
Lulu Santos

Lulu Santos

Ripado para dentro de um iTunes, um disco de Lulu Santos pode ser automaticamente classificado como rythym and blues, um gênero musical que, no Brasil, não encontra muitos representantes, digamos, assumidos – embora Tim Maia, Sandra de Sá, Cláudio Zoli e muitos outros (que aqui acabaram definidos como “soul”) tenham tido papéis fundamentais. Mas a música de Lulu pode perfeitamente ser definida como MPB, rock, funk, eletrônica (e só aí cabem dúzias de outros rótulos), folk, samba... o que acaba naquelas três letrinhas que não são nada e, por isso mesmo, acabam sendo tudo: pop.
O homem que já definiu sua banda como “uma espécie de sucursal das Nações Unidas” (três negros, um oriental, um português e o próprio, autodefinido mulato) faz em sua música a mistura que todo brasileiro traz no sangue.
Nascido em 1953, nos anos 1960 conheceu os Beatles, que o levaram a pegar uma guitarra e formar sua própria banda, Cave Man – mais tarde ele “brigaria” com os rapazes de Liverpool, apelidando-os Beat-less, “os sem ritmo”, e depois faria as pazes, claro. Aproveitando a febre de liberdade da era hippie, correu o Brasil com sua turma, até, de volta ao Rio, formar o Veludo Elétrico, com o baixista Fernando Gama – que depois ganharia fama ao integrar bandas como os Mutantes e o Boca Livre --, que o acompanharia no Vímana, a misteriosa banda que reuniu Lulu, Ritchie e Lobão, além de Gama. Fascinado pelo rock progressivo de grupos como o Yes, desenvolvia sua habilidade com a guitarra, que o acompanha por toda a carreira.
Um breve intervalo como jornalista free-lancer e funcionário de gravadora depois, estabelece-se a parceria com Nelson Motta, já um experiente personagem da música brasileira, desde a bossa nova, e surge a primeira composição da dupla, “Areias


http://www.lulusantos.com.br

http://www.youtube.com/watch?v=tQgvyTomW7Y

sabato 13 ottobre 2012

Luka


Luka (nome artístico de Luciana Karina Santos de Lima; Porto Alegre, 26 de junho de 1979) é uma cantora e compositora brasileira.

Desde os sete anos de idade tocando violão, começou sua carreira profissional com 16 anos, onde se apresentava em barzinhos nas noites do Rio Grande do Sul, quando ainda era conhecida como Luciana Lima. Luka também aprendeu piano e teoria musical, além de integrar vários projetos musicais como o coral Arepy, nos dois anos em que morou no Paraguai. Não demorou para que a mídia local descobrisse o talento de Luka. E não demorou para que este talento se transformasse em uma banda de rock, a Acauan, em homenagem ao pai Sebastião Acauan de Lima. A banda se apresentou no Circuito de bares de Porto Alegre, tocando Pretenders, Cramberries, Aerosmith, Alanis Morrisette, Sheryl Crow e até Nirvana. O rock colocou a banda na estrada e Luka no meio da música.Assim chegou ao festival Planeta Atlântida, um dos mais importantes do cenário musical nacional.
O SUCESSO DE "TÔ NEM AÍ"

Determinada a seguir carreira, Luka foi morar no Rio de Janeiro, onde compôs, após o término de um namoro, uma letra bem sugestiva, até então sem refrão nem título. Num dos dias que gravava no estúdio Geléia Real (Rio), o produtor Alessandro Tausz apresentou o cantor Latino à Luka. Ela cantava os versos "De mãos atadas, de pés descalços (...) Mas fui vencida pelo cansaço, Nosso amor foi enterrado e descansa em paz". Latino, que ouvia os versos compostos pela Luka, disse pra ela: "Você não 'tá nem aí' pra esse cara!", dando a famosa ideia do Refrão. Nascia então a música mais tocada no Brasil entre 2003 e 2004: “To nem aí”. Com a música, Luka entrou em órbita e encantou o mundo com sua voz, talento, beleza e simpatia.

 

No reality show Big Brother Brasil 3 de 2003, a participante Elane, que foi a segunda colocada da edição, cantarolava a canção "Tô Nem Aí" dentro da casa. Depois da pequena exposição, a canção entrou para a trilha da série Malhação, da Rede Globo. A partir daí a música começou a ser pedida em todas as rádios brasileiras. No mesmo ano, ganhou no programa Domingão do Faustão o prêmio de melhor música do ano. Permaneceu por várias semanas entre as mais tocadas nas rádios até o lançamento do segundo single, "Porta Aberta", que também dá nome ao seu álbum de estreia. Não diferentemente da primeira música de trabalho, repetiu o sucesso, graças também a exposição como trilha do filme de Renato Aragão, Didi Quer Ser Criança. Terminou o ano de 2004 também com a música entre as mais tocadas.

"Tô Nem Aí" levou também supreendentemente Luka ao primeiro lugar da parada dance na Alemanha, na MTV Italiana, e seu lançado também em terras norte-americanas. Isso tudo graças ao popular remix da música que alavancou a carreira da cantora.


Também já fez shows no Japão e Espanha (entrando na lista Los 40 Principales). E fez uma participação no filme Didi Quer Ser Criança como ela mesma, cantando "Porta Aberta".



http://luka.com.br

http://www.youtube.com/watch?v=n2g0owaRd7M

lunedì 10 settembre 2012

Luiza Possi



Filha da também cantora Zizi
Possi e do produtor musical e diretor artístico Líber Gadelha, em 1999 Luiza
foi convidada para subir ao palco e cantar uma música com a banda que estava
abrindo o show do Skank no Credicard Hall, em São Paulo. O público consistia de
12 mil pessoas, e a cantora interpretou a música “O Vento”, do Jota Quest,
apenas ao som do piano e de sua voz.
Em 2001, A cantora seguiu com
algumas bandas, tocando de maneira informal, até que participou do Programa
do Jô, exibido na Rede Globo, ao lado de sua mãe, Zizi Possi, e interpretou
a música "Angel", tema do filme Cidade dos Anjos. No dia
seguinte recebeu convites para gravar e assinar contratos.
Luiza ficou com seu pai, que na
época era presidente da Indie Records; seu primeiro disco foi gravado em 2001,
sob a produção de Rick Bonadio. O trabalho levou o nome de "Eu Sou
Assim", e contou com o sucesso da faixa-título, tema da novela Mulheres
Apaixonadas, da mesma Globo, e com "Dias Iguais", que entraram
para as principais paradas musicais do país. No mesmo ano faz sua primeira
turnê nacional.
Em 2004, Possi lançou o segundo
álbum, intitulado Pro Mundo Levar, através da Indie Records. Este disco
produziu dois hits, "Over the Rainbow" e "Tudo Que Há de
Bom".
Em 2006 Luiza foi convidada para
assinar um novo contrato mas perferiu abrir o seu próprio selo, a LGK Music,
com distribuição da gravadora EMI/Som Livre. No mesmo ano, Luiza lançou o CD Escuta,
centrado no tema do amor e aclamado pela crítica, e considerado seu melhor
trabalho lançando. Teve os hits "Escuta" e "Seu Nome", este
último sendo a música mais tocada de 2006 e 2007 nas rádios de MPB do país. No
mesmo ano Luiza iniciou a terceira turnê, Escuta Tour, com cem shows
durante um ano. Em 2007 Luiza lançou o DVD baseado na turnê, gravado no Rio de
Janeiro; para divulgar o DVD sua gravadora lançar um CD com quinze faixas,
incluindo treze inéditas, e ajudou o DVD ser torna um sucesso de vendas. O
álbum lhe rendeu suas primeiras indiçaões ao Grammy Latino, o prêmio mais
importante do meio musical, em três categorias: Melhor Artista Revelação,
Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro e Melhor Álbum de Música Popular
Brasileira por Escuta.
Após a divulagação do seu disco
bem-sucessido de 2006, voltou com seu quinto disco, mais autoral, dedicados a
canções inéditas do pop e MPB, Bons Ventos Sempre Chegam.
Em entrevista para a MTV Brasil
Luiza anunciou um DVD da atual turnê,Bons Ventos Sempre Chegam.
Participou da primeira edição do reality
show, Circo do Faustão do programa Domingão do Faustão, ficando
em 5º lugar.
Em 30 de março de 2011 Luiza foi
anunciada pela TV Record, durante a coletiva de lançamento da temporada de 2011
do reality show Ídolos, como jurada na terceira temporada do
programa, substituindo Paula Lima

http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiza_Possi

sabato 8 settembre 2012

Luiz Vieira


Luiz Vieira e seu avó Luiz José Vieira de quem Luiz Herdou
seu nome artístico.Este foi sua grande referência, seu mestre e sua
vida.
Luiz Vieira é
nordestino por convicção e por sentimento; pernambucano por acaso. É fruto de
uma família tradicional do Rio de Janeiro que reside no estado do
Rio.
O avô, Luiz José
Vieira, foi o responsável pelo alto conceito que a família possui, no Rio. Foi
um patriarcal da última palavra, justa e certa. Um homem que lutou muito pela
vida, trabalhava na roça, com a compra de alguns animais, como cavalos, burros,
com um senso muito aguçado de comerciante, comprava diretamente dos fazendeiros
e lavradores seus produtos e os transportava para Alcântara / Niterói / Rio.
Ficou rico com tal importância que a Leopoldina lhe reservava quatro vagões só
para transportar suas mercadorias.
Dona Leopoldina
Vieira, avó de Luiz Vieira, tornou-se estimada por todos e acabou até virando
nome de rua, em Alcântara. O casal teve dois filhos: Luiz Rattes Vieira e
Lourdes Vieira. Luiz Rattes Vieira tornou-se advogado de renome e casou-se com
Anita Alves de Mendonça, uma portuguesa de Trás do Monte.
Sua mãe teve um
segundo filho, Lincoln, e sofreu complicações durante seu terceiro parto quando
veio a falecer, deixando Luiz Vieira com dois anos e quatro meses.
Luiz Vieira passou
sua infância dividida entre a casa da família em Alcântara, onde hoje está a rua
Leopoldina Vieira, o sítio em Guapimirim, onde seu avô trabalhava como
empregado.
Travesso e
talentoso, cultivou a herança da mãe: a inspiração para a música e a
poesia.
Seu avô trabalhava
com comércio de embarcações e transportes de cargas, até que, em meados de 1938,
um acidente com um navio, levou ao fundo do mar uma lancha da Marinha,
acarretando deste modo a perda da riqueza dos Vieiras.
A pobreza ocorrida
de uma hora para outra fez com que Luiz Vieira se dedicasse à caça e à pesca.
Foi também guia de cego, engraxate, domador de burro xucro, cortador de lenha e
daí por diante. Só queria sobreviver.
Quando completou 14
anos, o avô já se recuperara da intensa crise. Luiz Vieira, porém sentia-se na
obrigação de trabalhar e ajudar em casa. O velho comprara um caminhão e fazia
todo tipo de carreto que surgisse, percorrendo o Estado do Rio com o neto ao seu
lado.
Mesmo na
dificuldade, o espírito musical nunca foi deixado para trás.
Luiz Vieira foi
trabalhar na oficina do tio João, marido da tia Lourdes; e lá conheceu Justo, um
crioulo que o estimulou a seguir carreira artística. Foi, enfim, para a
Guanabara, tentar a sorte nos programas de calouros.
A princípio,
cantava músicas românticas, valsas e sambas-canções. Uma vez, porém, no programa
de Renato Murce, no Rio, imitou Vicente Celestino. Apareceu em todos os
programas possíveis: na "Hora do Pato", nos "Calouros em Desfile" e no programa
"Manhãs da Roça" de Zé do Norte; nessas apresentações só ganhava experiência e o
dinheiro da condução.
Teimoso, ele se
inscrevia em todos os programas de calouros. Todos os dias, durante quase um
ano, Luiz enfrentava a estrada, num trajeto de três horas entre as cidades de
Alcântara e do Rio de Janeiro, vislumbrando uma chance de cantar no programa do
Zé do Norte. Graças à sua persistência, sua vez acabou chegando. Uma greve dos
cantores contratados pelo programa levou a produção ao desespero. E lá estava o
perseverante Luiz que, desde então, passou a fazer parte da equipe.
A primeira vez que
Luiz Vieira entrou num cabaré, empregou-se como "crooner da orquestra". O
pianista, primo Ubirajara dos Santos, trabalhava no cabaré "Novo México", na
Lapa, o coração do bairro carioca. Tinha ido falar com o primo e, como o cantor
estava atrasado, foi convidado para dar "canja", o dono gostou e o
contratou.
A vida de Luiz
Vieira foi se modificando lentamente, até conseguir o contrato na Rádio Tupi do
Rio, por intermédio de Paulo de Gramont. Só nessa época abandonou o carro de
praça, que lhe dava algum dinheiro, em Niterói. Foi contratado em 1950 pelas
Emissoras Associadas, que unia Rádio Tupi e Record.
Sua primeira
gravação foi conseguida por intermédio de Venilton Santos. O primeiro disco foi
gravado na Todamérica. "Pai, acende a lampião", um baião de sua autoria com
parceria de Ubirajara dos Santos.
Em 1953 acontece
seu primeiro sucesso "Menino de Braçanã", gravado por Roberto Paiva pela
primeira vez e logo em seguida por Ivon Curi, que estourou por todo
Brasil.
Em 1954, mudou-se
para São Paulo; contratado para a Rádio Record, como cantor de rádio e
televisão, pelo dobro do que estava ganhando no Rio, e lá permanecendo até o ano
de 1961.
Paralelamente, em
54 Luiz é contratado pela Rádio Nacional como cantor, onde ficou até o ano de
1959.
Em 1962 Luiz
transfere-se para a TV Excelsior, onde viveu o grande auge de sua carreira, com
o programa "Encontro com Luiz Vieira".
Nesta época estava
ganhando bastante dinheiro, tanto que se achou na obrigação de se repartir com
os mais necessitados, então separava 20% do seu salário para as pessoas que lhe
pediam seu auxílio. Ele doava medicamentos, gêneros alimentícios e roupas, até
fundar a associação "Lar Escola Emanuel" juntamente com os amigos Rocha, Silva e
Neli.
Em 1962, Luiz
estoura por todo Brasil com sua obra-prima "Prelúdio pra Ninar Gente Grande",
conhecida por Menino Passarinho, no ano seguinte acontece outro grande sucesso,
"Paz do Meu Amor".
Luiz Vieira atuou
com programas próprios em todos os lugares em que estreava uma televisão, desde
Belém do Pará ao Rio Grande do Sul.
Em 1970 Luiz
estréia na TV Itacolomi, em Belo Horizonte, TV Piratini, em Porto Alegre, com
seu programa "Eu Show Luiz Vieira", com este programa Luiz excursionou por
várias cidades do Brasil.
Chegou a fazer 5
programas por semana, do Ceará ao Rio Grande do Sul: TV Ceará, TV Jornal do
Comércio de Pernambuco, TV Itapoã na Bahia, TV Piratininga no Rio Grande do Sul
e TV Paraná em Curitiba.
Tem gravado cerca
de 30 compactos e apenas 8 LP's, pois sua vida atarefada, faz com que disponha
de pouco tempo para estúdios de gravações.
É autor de mais de
500 melodias, entre baiões, toadas, sambas e prelúdios, gravadas por mais de 50
dos mais importantes intérpretes brasileiros, desde a velha guarda com Augusto
Calheiros, "A Patativa do Norte"; Gilberto Alves e pela média guarda com Dolores
Duran, Moacyr Franco, Antonio Marcos, Agnaldo Rayol, Peri Ribeiro, Carlos José,
Marlene, Nara Leão, Taiguara, Evinha, Caetano Veloso, Hebe Camargo, Sérgio Reis,
Jane e Herondy, Ivan Lins, Fagner, Zizi Possi, Caetano Veloso, Rita Lee e
outros. É também um profundo conhecedor de literatura de cordel e
folclore.Não gosta de ser chamado de cantor
e sim cantador. A diferença, segundo o dicionarista Aurélio Buarque de Holanda é
CANTOR é aquele que canta por profissão e CANTADOR é aquele que canta; poeta
capaz de improvisar versos ao som da viola e a rebeca; violeiro é sinônimo de
cantador, poeta de literatura de cordel.
Todas as manhãs,
das 6:00 às 9:00 hs, os cariocas têm o privilégio de ouvir a voz cativante de
Luiz Vieira, na Rádio Rio de Janeiro AM - o programa "Minha Terra, Nossa Gente".
Há um quadro interessantíssimo chamado "Gente que Brilha", dedicado a
aniversários de cantores e compositores da música popular brasileira, este era
apresentado pelo velho Dr. Paulo Roberto na Rádio Nacional.

giovedì 6 settembre 2012

Luiz Gonzaga



Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2
de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei
do Baião.
Foi uma das mais completas,
importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando
acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas
juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as
injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, para o resto do país, numa
época em que a maioria das pessoas desconhecia o baião, o xote e o xaxado.
Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano
Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia
e harmonias, ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião"
(1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948),
"Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de
Dois" (1950).