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giovedì 8 marzo 2012

Jorginho do Império


Jorge Antônio Carlos, ou Jorginho do Império (Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 1944) é um cantor brasileiro, filho de Mano Décio da Viola, um dos fundadores da Império Serrano.

Na beira do mar, canção lançada em 1975, foi o seu grande sucesso. Começou sua carreira ao lado do amigo Martinho da Vila. Em 1971 foi eleito "cidadão samba do Estado da Guanabara" [carece de fontes]. Em mais de trinta anos de carreira, lançou 24 discos e fez shows na Argentina, na França e no Japão [carece de fontes]. Atualmente reside no bairro carioca de Madureira, na rua que tem o nome de seu pai e fica próxima à Império Serrano.

Foi o principal intérprete do Império Serrano em dois carnavais. Em 1997, esteve à frente do microfone quando a escola trouxe o enredo "O mundo dos sonhos de Beto Carrero". Retornou ao posto em 1999, quando o enredo era "Uma rua chamada Brasil". Em ambas as oportunidades, o Império Serrano foi rebaixado ao Grupo de Acesso A e também na escola, exerceu a função de diretor de carnaval.

Jorginho também e radialista, onde comanda o programa Baracão do Samba da Rádio Livre 1440, ao lado de Marcelo Pacífico.

Lançou em 06 de Janeiro de 2011 o site www.barracaodosamba.com aonde transmite o seu programa para a web e muitos artigos sobre sambistas e o mundo do samba.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorginho_do_Imp%C3%A9rio


http://www.youtube.com/watch?v=NeBt-Fn33SA&feature=related

giovedì 1 marzo 2012

Jorge Vercillo


Com mais de 1,5 milhão de CDs e DVDs vendidos em mais de 15 anos de carreira, Jorge Vercillo é hoje um requisitado compositor. Até o momento, Vercillo lançou 7 CDs inéditos e 3 DVDs, tendo conquistado 1 Disco de Platina, 3 Discos de Ouro e 2 indicações ao Grammy Latino (2007 e 2009). Suas canções já foram gravadas tanto por novos expoentes, quanto por grandes nomes da nossa música, como Ana Carolina, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Leila Pinheiro, Luisa Possi, Danilo Caymmi, Pedro Mariano, Jorge Aragão, Peri Ribeiro, dentre outros.

Cantor, compositor e violonista, Jorge Vercillo lançou ao todo três DVDs e dez CDs, sendo sete deles de canções inéditas, além das coletâneas Perfil Jorge Vercilo (2003) e Jorge Vercilo Ao Vivo (2006) e do projeto especial Coisa de Jorge (2007), CD e DVD que Vercillo lançou junto com Jorge Mautner, Jorge Benjor e Jorge Aragão.

Jorge Luiz Sant´anna Vercillo (recentemente, adotou seu sobrenome original, incorporando mais um “L”) nasceu em 11 de outubro de 1968, no Rio de Janeiro. Começou a se apresentar em bares cariocas ainda jovem, aos 15 anos de idade. Por incentivo de sua tia, Lêda Barbosa, foi se afastando dos treinos de futebol no Flamengo, onde já mostrava habilidade. Enquanto se apresentava na noite carioca, participou de vários festivais de música pelo país. Em 1989 e 1990, representou o Brasil no Festival Internacional de Curaçao, no qual venceu pelos dois anos consecutivos. Em 1989, com a canção “Alegre”, de sua autoria, e, no ano seguinte, com a canção “No bay”, no idioma nativo.

Em 1993, tem a chance de gravar seu disco de estréia, "Encontro das águas" (Continental), produzido por Renato Corrêa. O álbum foi bem recebido e duas canções do repertório se tornam sucessos nas rádios do todo o país: "Encontro das águas", que fez parte da trilha da novela “Mulheres de Areia”, e “Praia Nua”, da novela Tropicaliente, ambas da TV Globo. Embalado pela boa repercussão de seu disco de estréia, Jorge Vercillo lança o CD "Em tudo que é belo" (Continental), em 1996, trazendo experimentos e fusões com a world music. Com esse disco, foi indicado para o Prêmio Sharp 1997 na categoria Melhor Cantor Pop.

Em 1998, se desliga da gravadora Continental e lança, de forma independente, o CD Leve (1999). O disco traz "Final Feliz", música de sua autoria, gravada em duo com Djavan. A canção teve repercussão imediata nas rádios de todo o país e ganha uma releitura nas vozes de Caetano Veloso e Alexandre Pires, gravada no DVD ao vivo do grupo Só pra Contrariar.


O sucesso de "Final Feliz" se estende ao longo do ano de 2000. E levou o cantor e compositor a subir ao palco do Canecão, RJ, também de forma independente. A repercussão de uma única apresentação numa casa de espetáculos lotada chamou a atenção de vários executivos de gravadoras multinacionais. Ainda em 2000, Jorge Vercillo assina com a sua atual gravadora, a EMI Music, que relança o álbum Leve, no final do mesmo ano. O disco rendeu ainda os sucessos “Leve”, “Avesso” e “Em órbita”.

Em 2002, Jorge Vercillo lança Elo, álbum que vende mais de 300 mil cópias num momento delicado para a indústria fonográfica. O disco traz novos sucessos para o compositor, como “Que nem maré” (música mais executada nas rádios de todo o país naquele ano), “Homem-aranha” (um dos maiores sucessos da carreira do compositor) e “Fênix”. Esta última, criada em parceria com Flávio Venturini, foi tema da minissérie “A Casa das Sete Mulheres”, da TV Globo. Ainda no repertório desse disco, a canção “O reino das águas claras”, é tema da nova versão do programa infantil “Sítio do Pica-Pau Amarelo”.

No ano de 2003, mais uma canção do músico ocupa as primeiras posições nas rádios de todo o país. "Encontro das Águas", gravada em duo com Jorge Aragão, faz parte do CD e DVD "Jorge Aragão Convida - Ao Vivo". No final do mesmo ano, Jorge Vercillo lança seu quinto trabalho autoral, o CD e DVD Livre, que tem em seu repertório a canção Monalisa, mais um sucesso nas rádios de todo o país.
Em 2004, ao lado de outros grandes nomes da música popular brasileira, Vercillo esteve presente na gravação do hino do projeto "Fome Zero". Nesse ano, participa também dos DVDs ao vivo de Ivan Lins (Guarde nos Olhos) e Pepeu Gomes (Deusa do Amor), e conhece Marcos Valle, com quem vem a compor a música “Pela ciclovia”, sucesso na voz de Leila Pinheiro.

O ano de 2005 traz Signo de Ar, CD que inaugura novas parcerias de Jorge Vercillo com nomes como Ana Carolina, Nico Rezende, Torquato Mariano e Dudu Falcão. Este último, parceiro na música “Ciclo”, tema da novela “A Lua me Disse”, da TV Globo.

Em 2006, recebeu o Prêmio Tim na categoria de Melhor Cantor pelo Voto Popular. No mesmo ano, lançou seu primeiro DVD, Jorge Vercilo Ao Vivo. O projeto, uma coletânea de seus grandes sucessos, conta também com as participações especiais dos parceiros Ana Carolina, Marcos Valle e Leila Pinheiro.

Em 2007, Jorge Vercillo, mais uma vez, recebe o Prêmio TIM na categoria de Melhor Cantor pelo Voto Popular. No mesmo ano, participa de "Coisa de Jorge", CD e DVD lançados pela EMI Music em show homenagem a São Jorge, que reuniu os “Jorges” Vercillo, Benjor, Mautner e Aragão, no dia 23 de abril, na Praia de Copacabana. Dentre as músicas inéditas do projeto, a canção “Líder dos templários” (composta por Jorge Vercillo, Jorge Benjor e Jorge Aragão), um canto de fé ao santo devoto, foi sucesso nas rádios.

Todos Nós Somos Um, foi lançado em novembro de 2007. O sétimo trabalho de inéditas de Jorge Vercillo tem ótima repercussão da crítica especializada. O álbum, que marca uma renovação na proposta musical do artista, traz os já conhecidos desenhos melódicos de Vercillo, desta vez mais próximos do universo musical brasileiro, em ritmos como samba, xote, toada, bossa nova. O disco traz importantes parcerias do compositor com Fátima Guedes, Marcos Valle, Paulo César Feital, entre outros.

Escolhida como o primeiro single do álbum, a canção “Ela une todas as coisas” (parceria com Jota Maranhão), foi sucesso nas rádios de todo o país. A música compôs a trilha sonora de “Duas Caras”, novela das 21h da TV Globo. Ainda do disco Todos Nós Somos Um, a balada “Deve ser” (Jorge Vercillo/Dudu Falcão) foi escalada para a trilha sonora do folhetim “Viver a vida”, de Manoel Carlos.

O CD e DVD “Trem da Minha Vida” foi lançado em março de 2009 pela EMI Music. O projeto traz o registro ao vivo de duas noites de ingressos esgotados no Canecão, RJ (dias 31 de outubro e 1º de novembro de 2008), além de alguns dos sucessos da carreira do artista.

No final de 2009, o cantor se desliga amigavelmente da EMI Music. E em janeiro de 2010 assina contrato com a Sony Music/Day 1, que lança em abril do mesmo ano “D.N.A”, o oitavo disco de inéditas de Vercillo. O álbum teve como primeiro single a canção “Me transformo em luar”, que recentemente ganhou uma versão em espanhol, criada pelo cantor e compositor argentino Pedro Aznar e a balada assinada em parceria com Dudu Falcão, “Deve ser”, integrou a trilha sonora da novela “Viver a vida”, de Manoel Carlos, da TV Globo. No Cd, também se destacaram musicas como “Arco-Íris”, sucesso nas rádios de todo o Brasil e “Há de ser”, que traz a participação especial de Milton Nascimento.

A turnê do álbum “D.N.A.” passou por todo Brasil e foi encerrada no dia 2 de julho de 2011 no palco do Vivo Rio, no Rio de Janeiro. Na ocasião, Jorge já produzia o seu nono álbum de inéditas “Como Diria Blavatsky”. Com o novo CD, que chega às lojas em outubro de 2011, Vercillo inicia uma nova fase na carreira, ao lançar o disco pelo seu próprio selo, Leve, com distribuição da Posto 9/MicroService.

“Sensível Demais”, música que faz sucesso nas rádios de todos Brasil e está em 1o lugar no Rio de Janeiro, é canção de amor inédita na voz do cantor. De autoria de Vercillo, “Sensível Demais” foi lançada pela dupla Chrystian & Ralf em 1998 e regravada por Maria Bethânia em 2005. “Memória do Prazer”, primeira música composta em parceria com a sua mulher Gabriela Vercillo, integra a trilha sonora da novela Fina Estampa, da TV Globo. A canção, que tem a participação especial de Ninah Jo e faz parte do repertório do CD “D.N.A”, entrou como bônus no novo álbum.

O cantor e compositor foi escolhido para cantar na abertura do Brazil Festival, que acontece em Amsterdam durante os meses de outubro e novembro. Vercillo se apresentou no dia 3 de outubro, dando início ao megaevento que vai celebrar a cultura brasileira na cidade holandesa.

Jorge Vercillo estréia sua nova turnê “Como Diria Blavatsky”, no Rio de Janeiro, dia 29 de outubro de 2011, no Citibank Hall e segue em turnê por todo o pais.



http://www.youtube.com/watch?v=EGJsC5p4YA4&feature=player_embedded


http://youtu.be/EGJsC5p4YA4

http://www.videolog.tv/video.php?id=668942


Ela une todas as coisas - Jorge Vercillo - Aprenda a tocar no Artista Ensina do TVCifras por tvcifras no Videolog.tv.

lunedì 20 febbraio 2012

Jorge Goulart


Jorge Goulart, nascido Jorge Neves Bastos, (Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 1926) é um cantor brasileiro.
Seu primeiro sucesso foi Xangô, de Ari Barroso e Fernando Lobo Foi artista da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, onde alcançou fama nacional. É viúvo e teve um filha com a cantora Nora Ney. Jorge foi um dos grandes divulgadores das músicas de sambistas de escolas de samba.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Goulart

http://www.velhosamigos.com.br/HoraMusica/musica82.html

http://www.youtube.com/watch?v=_CfbNNx0fB0

http://www.youtube.com/watch?v=kmsvgX5Bi-k

martedì 31 gennaio 2012

Jorge Ben Jor



Vida e Obra de Jorge Ben Jor

Sem bula explicativa e sem contra-indicações, assim é a obra de Jorge Ben Jor. Ele se interessou pela música quando a bossa nova ainda dominava o cenário artístico brasileiro e mundial. Como a maioria dos adolescentes daqueles tempos, seu ídolo era João Gilberto, cuja voz coloquial despertava sua admiração. Mas Jorge Menezes, conhecido no mundo inteiro como Jorge Ben Jor passou a infância ouvindo Luiz Gonzaga e Ataulfo Alves. Em casa seus pais falavam de um certo Nelson Gonçalves que era crooner da orquestra de Severino Araújo. Ainda desta época lembra uma voz em especial, Cauby Peixoto que um dia, décadas depois, viria a gravar uma de suas canções, Dona Culpa Ficou Solteira.

Jorge Ben Jor explodiu com a música Mas Que Nada e logo em seguida ratificou seu talento com outro grande sucesso, Chove Chuva. Duas canções que nada tinham a ver com a bossa nova, nem com o samba tradicional. Os puristas achavam que sua música era moderna demais. Era difícil para os músicos da época acompanhá-lo, tanto assim que seus primeiros discos foram gravados com um conjunto que tocava jazz no Beco das Garrafas, o Meireles e os Copa 5.





























Assim desde o início de sua carreira Ben Jor mostrou-se inovador. Como compositor, cantor, músico, bandleader e arranjador Ben Jor é único. É impossível classificar sua música e seu balanço, que são inconfundíveis. Mas “esse samba que é misto de maracatu”, marca registrada de Jorge Ben Jor, encontrou espaço no mundo todo e tornou-se sucesso universal. Ele é a única unanimidade brasileira. Respeitado e acolhido com respeito, por todos os artistas, em todos os movimentos musicais, desde o pós-bossa nova até nossos dias. Artistas remanescentes da bossa nova, como o Tamba Trio, Pery Ribeiro e Walter Wanderley gravaram Mas Que Nada e outras composições suas. Mas Que Nada foi a única música em português a alcançar o primeiro lugar entre as músicas mais tocadas nos Estados Unidos em todos os tempos.





























Na época do início da MPB, Jorge transitava como intérprete, pelos programas Fino da Bossa, comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, Jovem Guarda, de Roberto Carlos e O Pequeno Mundo, de Ronnie Von. Eram terrivelmente antagônicos. Um artista que participava de um desses programas, imediatamente era proibido de cantar nos outros. A única exceção sempre foi Jorge Ben Jor. E quando a tropicália aconteceu como o mais inovador movimento artístico musical de nosso país, qual foi o único artista já consagrado que foi convidado e participou dos acontecimento? Ele, é claro, Jorge Ben Jor, presença obrigatória também no programa de televisão Divino Maravilhoso, apresentado pelos baianos Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa e dirigido por Fernando Faro e Antonio Abujamra.

Da mesma forma e desde o final dos anos 60 até hoje, Jorge é o único compositor a ser gravado por artistas de todas as correntes musicais. Mas Que Nada está registrada nas vozes de Ella Fitzgerald, Dizzie Gilespie, Julio Iglesias, Al Jarreau, Trini Lopez, José Feliciano, Fred Bongusto, Mina, Nicoletta, Los Hermanos Castro e em centenas de outras gravações de cantores e grupos musicais de dezenas de países do mundo.





























Quando a MPB eclodiu como movimento de união da elite musical brasileira, Eli Regina imortalizou Zazueira. É dela também uma ótima gravação de Se Segura Malandro. Jair Rodrigues gravou Papa Gira . Elza Soares, Paulinho Nogueira, Maria Creuza e Tania Maria gravaram Mas Que Nada. Na mesma época um jovem cantor chamado Wilson Simonal despontou para o êxito em todas rádios com o supersucesso País Tropical, exaltando a alegria e o prazer de ser brasileiro. Esta música acaba de ser regravada, quase trinta anos depois, por Ivan Lins.

Ainda nestes anos de grande efervescência artística, um conjunto da chamada Jovem Guarda, Os Incríveis, gravou Vendedor de Bananas, um sucesso espetacular, que veio se repetir quase vinte anos depois, numa maravilhosa interpretação de Ney Matogrosso. Erasmo Carlos, parceiro de Roberto Carlos, também compôs com Jorge, naquela época, e gravou uma composição de ambos, Menina Gata Augusta. Nascia no programa de Ronnie Von um trio chamado Os Mutantes que despontou para a fama com a música Minha Menina.





























Aí foi Gal Costa que começou a gravar as músicas de Jorge. Que Pena, um dos principais hits de toda sua carreira, elevou-a ao primeiro time das cantoras brasileiras de todos os tempos. Também integrante deste time, Maria Bethânia gravou Mano Caetano.

Cronologicamente, um pouco depois, veio a black music. Com os Diagonais, Cassiano, Fábio, Banda Black Rio e o rei da soul music, Tim Maia, os shows e bailes, que faziam a alegria da periferia do Rio de Janeiro, tornaram-se populares em quase todo o país. E que artista foram chamar para se tornar o papa do movimento? Ele, amigo de adolescência de Tim. E assim, durante os anos seguintes, Jorge Ben Jor lotou os salões da moçada que curtia este gênero. Eram famosas as festas anuais do Chic Show, que lotavam ginásios de esportes e que obrigatoriamente tinham a sua presença.





























Claudete Soares fez sucesso regravando Que Maravilha, que antes havia sido apresentada em disco por Jorge e Toquinho, seus autores, numa gravação antológica e inesquecível. Quem viu, não esqueceu Maria Alcina levantando o Maracanazinho com Fio Maravilha. O samba de São Paulo tornou-se mais popular quando Cadê Teresa, gravada pelos Originais do Samba, também foi um grande sucesso.

Durante os anos 80, ele desfilou seu talento para as platéias européias e asiáticas, em festivais de jazz e de world music, conquistando mercados onde, por imposição de contratantes, é obrigado a realizar pelo menos uma grande tournê anual. Moraes Moreira regravou Chove Chuva. Zé Ramalho, Eram os Deuses Astronautas e Leila Pinheiro, Por Causa de Você Menina. Outras regravações importantes foram Que Pena, com Oscar D’León e Elba Ramalho, e Zazueira com Herp Albert & Tijuana Brass.

E em meados dos anos 90 ele homenageou Tim Maia, “o síndico”, com o megasucesso WBrasil. Foi o retorno triunfal de Ben Jor às paradas de sucesso. Novos fãs, outra geração vibrou com o ritmo alucinante e dançante da Banda do Zé Pretinho, que acompanha Jorge desde o início de sua carreira.





























Fernanda Abreu gravou Jorge de Capadócia, Sandra de Sá incluiu Charlie Anjo 45, em um de seus discos. O funk carioca ficou mais rico utilizando as composições de Jorge. Peça as opiniões de Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Jorge Aragão sobre Ben Jor. É incrível o respeito, e é mútuo. Jorge Ben Jor também nutre uma profunda admiração por estes artistas. Leci Brandão, que faz parte desta ilustre galeria de sambistas, gravou Um Poeta Amigo Meu.

Notável também é a influência que, indiscutivelmente, Ben Jor exerceu sobre dezenas de grupos de pagode. Leandro Leart convidou-o para participar do especial MTV do Art Popular e do disco que nasceu deste show. O mesmo aconteceu com o Só Pra Contrariar e Jorge teve uma importante participação num dos álbuns do conjunto mineiro, tocando e cantando. A música da Bahia também rendeu homenagens a Jorge. Carlinhos Brown é seu admirador. Daniela Mercury gravou País Tropical e Ivete Sangalo fez um dueto sensacional com ele em Por causa de Você Menina. As músicas dele sempre estão em cima dos trios elétricos.





























A música de Pernambuco prestou sua homenagem a Ben Jor quando o conjunto Mundo Livre SA gravou uma música até então inédita chamada Mexe Mexe. O Forróçacana gravou Menina, Mulher da Pele Preta e seu sucesso no Rio de Janeiro mostrou que em Jorge Ben Jor está a fórmula para o êxito também do forró.

O rock, o pop e o reggae também usufruiram de suas criações. Os Paralamas regravaram Charlie Anjo 45, o Skank incluiu Cadê o Penalty e Cuidado com o Buldogue, em seu repertório, Lulu Santos gravou Minha Estrela do Oriente e o Cidade Negra trouxe-nos sua leitura de O Homem da Gravata Colorida. E o Sepultura gravou um de seus maiores sucessos que foi Ponta de Lança Africana (Ubabaraúma).

O pessoal do rap não é exceção: Thaíde & DJ 1 gravaram Ive Brussel e Mano Brown, fã confesso do “home”, gravou com seu grupo Racionais MCs, a música Jorge de Capadócia.





























Os novos artistas brasileiros, já consagrados como Marisa Monte, que gravou Cinco Minutos, ou Ana Carolina (que em 2000 se apresentou ao lado de Jorge em Paris), Simoninha (gravou Bebete Vamos Embora), Luciana Rodrigues (Take It Easy, My Brother Charlie), Max de Castro, Pedro Mariano, Chico Cesar encantam-se quando encontram Jorge e demonstram abertamente sua admiração.

Os sertanejos Chitãozinho & Xororó, Leonardo, Zezé di Camargo & Luciano fizeram, em 1999, uma singela homenagem a Jorge, no programa Amigos, quando mostraram conhecer bastante o repertório de Ben Jor, cantando várias músicas com ele. Jorge Ben Jor não para. Na Europa suas atuais tours duram no mínimo quarenta dias cada uma. Ele apresenta-se em dezenas de shows, em quase todos os países do velho mundo.

Desde 2000 seus shows nos Estados Unidos, onde realiza regularmente apresentações, vêm conquistando uma grande parcela do público americano. Seus discos continuam sendo relançados em inúmeras coleções, em todo o mundo e agora, que ele aceitou uma das muitas ofertas que tinha para gravar, e assinou contrato com a Universal, em breve teremos um novo álbum, com músicas inéditas. A unanimidade Jorge Ben Jor é sempre bem vinda e aguardada.


http://www.jorgebenjor.com.br/sec_bio.php
http://www.jorgebenjor.com.br

Fiuk & Jorge Ben Jor - Quero Toda Noite por plustvhits no Videolog.tv.




domenica 29 gennaio 2012

Perdi carteira de couro preta com fecho de strass


Perdi carteira de couro preta com fecho de strass, no ônibus de linha 0.762 paranoa (itapua) rodoviaria do plano piloto (eixo norte) 0762 - Paranoá (condomínio Del lago) /eixo norte (rodoviária do plano piloto) em 27/01/2012 às 17h40min:
Identidade, CPF, cartões: vale transporte, cidadão, carteira CRB, estudante, cartão do laser, fotografias 3x4, ou - R$ 196,00 em dinheiro.
Estou muito triste, registrei ocorrência e bloquiei, me comuniquei com os fiscais e administração e posto policial da rodoviária de Brasília, sem êxito até o momento.
Mas é uma maratona de dor de cabeça e estresse. Farei prova de concurso dia 12/03 e estou sem meus documentos.
SOLICITO A QUEM POSSA TER ENCONTRADO, FAVOR ENTRAR EM CONTATO,
Via E-mail misabellc@gmail.com , ou entregar em uma delegacia.
Atenciosamente
Maria Isabel

giovedì 26 gennaio 2012

Jorge Aragão




Perfil


Design responsável





Jorge Aragão da Cruz nasceu no subúrbio de Padre Miguel, no Rio de Janeiro, no dia 1º de março, data em que se comemora também o aniversário da Cidade Maravilhosa. Dono de um talento incomum, além de romântico e espirituoso, Jorge é sem dúvida uma pessoa fascinante, com plena convicção de sua trajetória terrena e que sabe como poucos retribuir o que recebeu.

Nos seus “mergulhos” filosóficos, solta o verbo e traduz em poucas palavras o seu sentimento mais profundo: “Saber de onde vim, lembrar pra onde ir e voltar pra que eu possa amar e preservar meus iguais”.

Quem o conhece mais de perto sabe bem disso.

Em sua caminhada, descobre sua “sede” de informações e acha fantástico viver na era da revolução tecnológica. Suas lembranças são de um tempo em que o telefone era movido a manivela e era necessário pedir a uma outra voz do outro lado da linha que interviesse para que a comunicação fosse estabelecida. O avanço da tecnologia o instiga e o faz buscar o novo a todo instante. Palmtop, Notebook, Nextel, iPhone, Windows, Mobile, Full HD, LCD, Plasmas, etc. fazem parte do seu dia a dia. Haja pique para acompanhar toda essa revolução.

Sua nova “musa” é o SPYDER, triciclo esquisito com o qual ele passeia pra cima e pra baixo e que o inspira a criar suas canções maravilhosas.

A novidade do momento é a aproximação com a gastronomia. Está completamente envolvido com o “Projeto Bossa Nossa”, restaurante de altíssima qualidade e de comida excelente que mantém em sociedade com os amigos Marcelo Maneiro e Mauricio Ferreira. No comando da cozinha, está o chef Ribamar, que cuida de cada detalhe da casa. Jorge dá os seus palpites gastronômicos e até assina alguns pratos.

Mente aberta, vanguarda e constante renovação fazem de Jorge Aragão um homem fantástico!

O que mais podemos esperar?

“Ver meu amor refletido nas minhas pessoas amadas é o que marca meus dias. Quero que assim seja enquanto viver aqui ou quando estiver em outro plano”.
Jorge Aragão.

por Eduardo Maruche.




http://www.jorgearagao.art.br/news




http://www.youtube.com/watch?v=_YAgEVKbb_0&feature=player_embedded#!



domenica 22 gennaio 2012

Johnny Alf


Johnny Alf, nome artístico de Alfredo José da Silva (Rio de Janeiro, 19 de maio de 1929 — Santo André, 4 de março de 2010), foi um compositor, cantor e pianista brasileiro.
Perdeu o pai, cabo do exército, aos três anos de idade. Sua mãe trabalhava em casa de uma família na Tijuca e o criou sozinha. Seus estudos de piano começaram aos nove anos, com Geni Borges, amiga da família para a qual sua mãe trabalhava.

Após o início na música erudita, começou a se interessar pela música popular, principalmente trilhas sonoras do cinema norte-americano e por compositores como George Gershwin e Cole Porter. Aos 14 anos, formou um conjunto musical com seus amigos de Vila Isabel, que tocavam na praça Sete (atual praça Barão de Drummond). Estudou no Colégio Pedro II. Entrando em contato com o Instituto Brasil-Estados Unidos, foi convidado para participar de um grupo artístico. Uma amiga americana sugeriu o nome de Johnny Alf.

Em 1952, Dick Farney e Nora Ney o contratam como pianista da nova Cantina do César, de propriedade do radialista César de Alencar, iniciando assim sua carreira profissional. Mary Gonçalves, atriz e Rainha do Rádio, estava sendo lançada como cantora, e escolheu três canções de Johnny: Estamos sós, O que é amar e Escuta para fazerem parte do seu longplay Convite ao Romance.

Foi gravado seu primeiro disco em 78 rpm, com a música Falsete de sua autoria, e De cigarro em cigarro (Luís Bonfá). Tocou nas boates Monte Carlo, Mandarim, Clube da Chave, Beco das Garrafas, Drink e Plaza. Duas canções se destacaram neste período: Céu e mar e Rapaz de bem (1953), consideradas a melodia e a harmonia, como revolucionárias e precursoras da bossa nova.

Em 1955 foi para São Paulo, tocando na boate Baiuca e no bar Michel, com os iniciantes Paulinho Nogueira, Sabá e Luís Chaves. Em 1962 voltou ao Rio de Janeiro, se apresentando no Bottle's Bar, junto com o conjunto musical Tamba Trio, Sérgio Mendes, Luís Carlos Vinhas [1] e Sylvia Telles. Apresentava-se no Litlle Club e Top, o conjunto formado por Tião Neto (baixista) e Edison Machado (baterista).

Em 1965 realizou uma turnê pelo interior paulista. Tornou-se professor de música no Conservatório Meireles, de São Paulo. Participou do III Festival da Música Popular Brasileira em 1967, da TV Record - Canal 7, de São Paulo, com a música Eu e a brisa, tendo como intérprete a cantora Márcia (esposa de Silvio Luiz). A música foi desclassificada, porém se tornando um dos maiores sucessos de sua carreira.

Em seus últimos anos de vida Johnny raramente se apresentava, em razão de problemas de saúde. Esteve apenas na abertura das exposições dedicadas aos 50 anos da bossa nova na Oca, em 2008,[2] e, em janeiro de 2009, no Auditório do SESC Vila Mariana, em São Paulo.[3][4] Na mostra sobre os 50 anos da bossa nova, Alf teve um encontro virtual com nomes como Tom Jobim, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald e Stan Getz. O artista tocava piano com as projeções dos colegas, já mortos, para um filme que foi exibido ao longo do evento. Segundo o curador da mostra, Marcello Dantas, Johnny Alf foi "o caso clássico do artista que não teve o reconhecimento a altura de seu talento. Alf foi um gênio e teve participação na história da nossa música".[5]

O compositor não tinha parentes. Vivia em um asilo em Santo André. Seu último show foi em agosto de 2009, no Teatro do Sesi, em São Paulo, ao lado da cantora Alaíde Costa.[6]

Faleceu aos 80 anos no hospital estadual Mário Covas, em Santo André (SP), onde, durante três anos, se tratou de um câncer de próstata. Ele vivia em uma casa de repouso na cidade.[7][8][9]

Segundo o jornalista Ruy Castro, Johnny Alf foi o "verdadeiro pai da Bossa Nova". Tom Jobim, outro dos primeiros artistas da Bossa Nova, admirava Johnny Alf a ponto de apelidá-lo de "Genialf".[10]


http://pt.wikipedia.org/wiki/Johnny_Alf


Johnny Alf por Terra30 no Videolog.tv.